Categoria: Gestão

  • Como a inteligência artificial auxilia as empresas na tomada de decisões

    A inteligência artificial é algo estudado conceitualmente há bastante tempo. Mas, finalmente, esse estudo está se tornando prática. Diversas empresas usam a inteligência artificial para aumentar o seu potencial de produção e facilitar o processo de tomada de decisões. Com isso, fica a dúvida: como essa tecnologia pode ajudar neste aspecto?

    Existem diversos modelos de inteligência artificial, com algumas mudanças sutis. Porém, a maioria usa o conceito de aprendizado. O software entra em contato com um número muito grande de dados e interações, de modo a aprender e na próxima vez que encontrar um problema parecido ele pode apresentar uma solução melhor.

    É assim que a IA trabalha para as empresas e ajuda na tomada de decisões. Por enquanto, e durante um bom tempo, não iremos ver a tecnologia substituindo os profissionais na tomada de decisões, pois ainda falta a máquina um certo poder de interpretação. Por outro lado, o poder de processamento de dados da inteligência artificial é muito superior ao nosso.

    É a partir dessa junção de conhecimentos que a inteligência artificial trabalha para as empresas.

    Como a IA ajuda as empresas na tomada de decisões?

    Para ilustrar como a IA tem ajudado, vamos ver alguns exemplos de empresas que já usam essa tecnologia a seu favor.

    Empresas de consultoria de mercado, por exemplo, usam modelos de inteligência artificial para analisar dados de comportamento e costumes de compras de clientes para encontrar insights e agrupá-los em perfis de consumidores. Os líderes das empresas, então, podem usar esses perfis para criar campanhas e produtos cada vez mais eficientes.

    Escritórios de advogados podem usar a IA para analisar casos e contratos de modo a encontrar precedentes parecidos. Cabe ao advogado escolher os que se encaixam melhor no caso e na estratégia em questão.

    A indústria automobilística também faz uso da IA. Primeiramente, de forma mais direta como com o uso dos carros sem motorista. Eles usam sensores para aprender o ambiente e conduzir o veículo mesmo em grandes cidades. Ainda que não usando essa solução final, os dados captados por esses sensores e interpretados pela IA resultam em novas opções e sugestões de segurança para os motoristas.

    Esses são apenas alguns exemplos de como a inteligência artificial irá impactar a tomada de decisões das empresas. Certamente, a evolução da IA e a combinação com diversas tecnologias que já existem e que ainda irão existir, resultarão em soluções ainda inimagináveis.

    O que não deve acontecer por um bom tempo, é que a IA irá tomar as decisões por nós. Isso ainda está no ramo da ficção científica e não deve acontecer, se acontecer, tão cedo. O que a inteligência artificial fará por nós é apresentar mais insumos para que o processo de tomada de decisões seja melhor e mais rápido.

    Mais do que nunca, os dados são um dos insumos mais valiosos para qualquer empresa. Existe uma estimativa que, nos próximos anos ou talvez até no próximo, o volume de dados que uma empresa recebe aumentará em até 800%, sendo que 80% desse volume não é processado. É aí que entra a IA. Ela irá receber, interpretar e processar esses dados, com a ajuda dos profissionais, para retornar os insumos e insights necessários para a tomada de decisões.

    Para garantir o bom trabalho da IA é necessário armazenar os dados. Por isso, acesse nosso site e conheça o Elo Backup e garanta que suas informações estão protegidas.

  • Lentidão em suas aplicações: o que pode ser?

    Ter a sua aplicação sofrendo com problemas de lentidão é algo muito sério. Além de prejudicar a experiência do usuário, podendo afetar as vendas diretamente, ainda é algo que reflete negativamente na imagem da sua empresa. Mas como detectar e solucionar o problema?

    Existem diversas possíveis respostas para essa pergunta. A aplicação pode estar presa em um loop, pode estar esperando uma resposta de alguma outra aplicação ou de algum recurso que não está disponível, ou até mesmo algum problema de desempenho que esteja atrelado ao código. Existem algumas situações práticas que ilustram essas possibilidades.

    Por exemplo, muitas empresas sofrem com problemas de lentidão em sua plataforma, por conta de um alto acesso inesperado, para o qual a estrutura não estava preparada. A boa notícia é que esse é um problema pontual, com um motivo bem claro, que é mais fácil de resolver.

    Porém, existem problemas mais sutis que são mais difíceis de resolver e, até mesmo, de encontrar. Normalmente, as aplicações têm uma infraestrutura bem complexa, além de fazer ligações com muitas outras aplicações e serviços, um gargalo em qualquer um deles pode ser o suficiente para deixar todo o sistema lento.

    O banco de dados é um bom exemplo. Um pedido com resposta lenta do banco de dados gera uma bola de neve que “trava” toda a aplicação. Se o problema for nessa parte da estrutura, é preciso encontrá-lo o mais cedo possível, já que praticamente qualquer interação irá passar por ela.

    Outro problema bem comum é o memory leak. Isso ocorre quando a aplicação aloca um espaço na memória para um recurso que não está mais usando. Isso pode gerar uma lentidão enorme e, se o problema não for resolvido, pode ser alocada tanta memória que não sobra mais para aplicação rodar.

    Por fim, pode ser até mesmo que o problema não seja sua responsabilidade. Com tanta conectividade com outras aplicações, algum problema na autenticação de uma API parceira, pode gerar uma lentidão que afete também o seu sistema.

    Ainda nas ameaças externas, os malwares também podem prejudicar o desempenho das suas aplicações, resultando em uma certa lentidão. Por isso, é importante sempre contar com um bom sistema de segurança e proteção, mantendo sua estrutura em um ambiente seguro.

    Como detectar qual é a origem do problema?

    Por conta dessa diversidade de possíveis problemas, fica claro que não é tão fácil encontrar a solução. Os desenvolvedores podem ficar um bom tempo analisando os possíveis problemas de modo a encontrar a origem da solução.

    Felizmente, existem recursos que ajudam a encontrar o problema, como o New Relic, que é um sistema de monitoramento que ajuda a detectar qualquer erro. Além disso, transferir a sua estrutura para um ambiente mais confiável também é uma ótima solução e uma forma de evitar a lentidão em suas aplicações.

    New Relic Dashboard
    Dashboard do New Relic onde é possível acompanhar todas as transações

    Quanto ao armazenamento, o Elo Backup pode ajudar a manter os seus dados em um local seguro e monitorado. Desafogar um pouco o banco de dados e a quantidade de informações na aplicação pode aliviar os problemas de lentidão e ainda permitir um melhor funcionamento.

    Evite a lentidão das suas aplicações e garanta o melhor para o seu cliente! Acesse o nosso site e conheça melhor nossas soluções!

  • O que é New Relic e o que ele pode fazer por sua empresa

    O que é New Relic e o que ele pode fazer por sua empresa

    Manter o seu site ou aplicativo em perfeito funcionamento é uma das principais atribuições de qualquer empresa. Qualquer momento em que seu ambiente não funcione pode resultar em uma perda de vendas, além de uma imagem muito negativa para o seu negócio. Umas das soluções para esse objetivo é o New Relic. Você conhece? Sabe o que ele pode fazer pela sua empresa? Confira neste artigo!

    O New Relic é um software no modelo de “as a service”, que atua no monitoramento de diversos ambientes digitais. Na prática, escaneia os ambientes para diagnosticar problemas de desempenho, facilitando tanto a vida dos programadores como dos gestores.

    Por exemplo, é uma ótima aplicação para sua página que esteja sofrendo com certa lentidão. Ao invés de passar horas procurando qual é a origem do problema, o New Relic pode, simplesmente, escanear o ambiente e retornar as informações necessárias para resolver a situação.

    O New Relic também apresenta diversas informações interessantes que podem ser muito úteis para as empresas, como o tempo de carregamento de cada página e o tempo de acesso médio de cada cliente.

    (mais…)

  • 10 sites que usam AWS (Amazon Web Services) e você não sabia

    10 sites que usam AWS (Amazon Web Services) e você não sabia

    A Amazon Web Services (AWS) é hoje uma das maiores e mais completas plataformas de computação em nuvem do mundo. Muito além de uma simples solução de hospedagem, a AWS fornece infraestrutura, segurança, escalabilidade, banco de dados, inteligência artificial, análise de dados e dezenas de outros serviços utilizados diariamente por empresas, governos e milhões de pessoas — muitas vezes sem que elas percebam.

    Sites que usam AWS

    Empresas dos mais variados setores — como e-commerce, turismo, mídia, esportes, fintechs, educação e governo — confiam na AWS para sustentar operações críticas, lidar com picos de acesso, proteger dados sensíveis e crescer sem limitações técnicas.

    A seguir, conheça 10 sites que utilizam AWS e entenda por que a nuvem da Amazon se tornou o padrão global de infraestrutura digital.

    1. Amazon.com

    Sim, a própria Amazon, o maior varejista online do planeta, roda sobre a infraestrutura da AWS.
    Embora nem sempre tenha sido assim, a criação da AWS permitiu à empresa migrar seus sistemas para uma arquitetura altamente distribuída, escalável e resiliente, garantindo desempenho, disponibilidade e segurança mesmo em eventos extremos como a Black Friday.

    2. CVC

    A CVC, uma das maiores empresas de turismo da América Latina, também opera seus sistemas sobre a AWS.
    Devido ao alto volume de acessos, buscas, reservas e atualizações em tempo real, a nuvem tornou-se essencial para garantir estabilidade, velocidade e experiência do usuário durante períodos de pico de demanda.

    3. Departamento de Estado dos Estados Unidos

    Um dos sites mais estratégicos do mundo também utiliza AWS.
    O Department of State conta com diversos serviços da Amazon, como EC2, S3, EBS e ELB, permitindo alto nível de segurança, disponibilidade global e escalabilidade para milhões de acessos mensais, além de conformidade com rígidos padrões governamentais.

    4. Futbol Club Barcelona

    O FC Barcelona, um dos maiores clubes de futebol do planeta, utiliza a AWS para suportar sua enorme presença digital.
    O site oficial do clube hospeda milhares de páginas, fotos, vídeos e dados de fãs espalhados pelo mundo, exigindo infraestrutura altamente elástica e de baixa latência.

    5. iFood

    Seu pedido chega mais rápido graças à nuvem.
    O iFood, um dos maiores marketplaces de delivery do mundo, processa volumes massivos de pedidos — chegando a dezenas de requisições por segundo — apoiado por serviços da AWS, que permitem escalar rapidamente sem comprometer desempenho ou estabilidade.

    6. Alexa (ranking e analytics)

    A plataforma Alexa, responsável por analisar tráfego e posicionamento de milhões de sites, também opera sobre serviços da AWS.
    Entre eles, o Amazon SimpleDB, utilizado para armazenar e processar grandes volumes de dados com alta disponibilidade.

    7. Netflix

    A Netflix é um dos maiores casos de sucesso da AWS.
    A plataforma de streaming depende da nuvem para distribuir conteúdos globalmente, lidar com picos simultâneos de milhões de usuários e armazenar volumes gigantescos de dados com segurança e eficiência.

    8. BTG Pactual

    O BTG Pactual demonstra que a AWS é também uma escolha estratégica para o setor financeiro.
    Sua plataforma digital utiliza a nuvem para garantir segurança, compliance, performance e confiabilidade, requisitos críticos no mercado de investimentos.

    9. Nubank

    O maior case de fintech da América Latina nasceu e cresceu sobre a AWS.
    Desde o início de sua trajetória, o Nubank adotou a nuvem como base de sua infraestrutura, permitindo escalar rapidamente, inovar continuamente e oferecer serviços financeiros com altíssimo nível de disponibilidade.

    10. The Seattle Times

    O maior jornal de Washington D.C. também utiliza AWS para suportar mais de 30 milhões de acessos mensais, além de armazenar e distribuir grande volume de conteúdo jornalístico, imagens e dados históricos.

    Conclusão

    Seja no streaming que você assiste, no banco que você usa, no pedido de comida que você faz ou nas notícias que lê, a AWS está por trás de grande parte da sua vida digital.

    Empresas que adotam a nuvem não estão apenas modernizando sua tecnologia — estão criando vantagem competitiva real, com mais segurança, eficiência, inovação e capacidade de crescimento.

    Agora que você conhece esses exemplos, talvez seja a hora da sua empresa se tornar o próximo grande case de sucesso.

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  • AWS (Amazon Web Services): motivos para trabalhar com o melhor cloud do mundo

    Não é novidade para ninguém que a computação em nuvem mudou a nossa relação com os dados, principalmente para quem possui empresas ou negócios. Graças à segurança trazida por essa tecnologia, é possível reduzir custos e garantir a proteção de informações empresariais. Foi nesse contexto que nasceu a Amazon Web Services (AWS), a pioneira na oferta de serviços de hospedagem em nuvem. Neste artigo, vamos mostrar porque a fornecedora tem o melhor serviço de cloud do mundo.

    A Amazon Web Services oferece uma série de vantagens e soluções globais de computação que oferecem o armazenamento e gerenciamento de banco de dados, oferta de Softwares as a service (software como um serviço), além de estratégias que permitem diminuir os custos dos serviços de tecnologia da informação.

    Antes de abordamos sobre isso, no entanto, é importante salientar que não é necessário ser um especialista técnico no assunto para contratar um serviço desse gênero. Além disso, a alta segurança dos serviços ofertados pela AWS, por meio de certificações, é a garantia que você precisa de que está colocando os dados da sua empresa em boas mãos.

    Os relatórios e certificações emitidos por terceiros garantem a confiança na política do serviço de cloud da empresa.

    Conheça os benefícios da infraestrutura da Amazon Web Services:

    • Melhor custo a longo prazo: uma das principais vantagens desse serviço de cloud é o custo variável e adaptável conforme a sua demanda. Afinal, você contrata o pacote conforme o tamanho da sua empresa.
    • Faça a adesão aos poucos: se para você parece assustador migrar de uma vez por todas para a computação em nuvem, você pode experimentar fazer a migração aos poucos.
    • Agilidade e rapidez: como se trata de um serviço em nuvem, é possível acessar os dados e fazer alterações por meio de computadores, tablets ou smartphones.

    Mas você deve estar pensando: quais são os diferenciais? Podemos destacar a flexibilidade e a personalização. Ou seja, por meio do serviço de cloud da Amazon Web Services, é possível escolher a linguagem de programação, o banco de dados e o sistema operacional. Ou seja, tudo é ofertado para garantir a melhor experiência do usuário.

    Já mencionamos a questão da confiabilidade como algo fundamental. Resta destacar a velocidade da AWS e o alto desempenho na armazenagem. Desde que se lançou no mercado de hospedagem, em 2006, a empresa abriu dois grandes principais tipos de serviços: os fundamentais (Foundation Services) e os de plataforma (Plataform Services).

    Os primeiros são os serviços básicos, como base de dados e armazenamento em cloud. Como exemplo, temos o Lightsail, o EC2 e o S3. Os segundos, por sua vez, são os mais complexos e envolvem distribuição de conteúdo, bibliotecas e processamento paralelo.

    As soluções da empresa não são destinadas apenas aos profissionais de tecnologia da informação, pois quem possui um site comercial ou até mesmo um blog pode se beneficiar do cloud da AWS. O serviço S3, por exemplo, permite o armazenamento em nuvem de arquivos, vídeos e imagens.

    Para mensurar a importância da companhia, de 2006 até 2016 – período de dez anos -, a empresa se tornou responsável por 27% dos serviços de cloud. Grandes empresas já contratam os serviços da AWS, tais como Netflix, NASA e Reddit.

    E você, já escolheu qual decisão tomar? É hora de conhecer o Elo Backup, um produto da Flexa Cloud Brasil. Somos uma rede de confiança, pois aqui o seu Backup estará armazenado (nada mais nada menos) no maior Data Center do mundo: a Amazon Web Services.

  • Segurança da Informação: quais os princípios desse conceito?

    Muito se fala sobre proteção de dados no ambiente virtual. Para quem utiliza tecnologia no cotidiano do seu trabalho, este assunto é de extrema relevância. Afinal, é normal que as empresas invistam em proteção com medidas como antivírus e backup na nuvem. No entanto, poucos entendem de fato como esses serviços atuam e protegem seu trabalho.

    Por este motivo, e para conseguir ser mais eficiente na sua implementação, é essencial aprender mais sobre Segurança da Informação. Você sabia, por exemplo, que a Segurança da Informação possui quatro princípios fundamentais? Esses pilares servem para guiar o setor e garantir a proteção completa dos dados. Continue lendo e entenda:

    Os 4 princípios da Segurança da Informação

    1. Disponibilidade

    Este pilar está relacionado com a facilidade da obtenção da informação desejada. Todos os dados devem estar livres para quando o responsável desejar acessá-los. Quando se trabalha com um sistema de rede, é esta a característica que define se ela tem qualidade o bastante para atender esta demanda.

    Suponha que você precisa fazer um relatório, mas não consegue carregar os arquivos necessários para isso ou não os encontra onde deveriam estar. Isto é uma falha de disponibilidade. Outro exemplo é quando queremos utilizar um site e ele não carrega como devia por problemas do próprio servidor. São obstáculos que bloqueiam o uso da informação que deveria estar disponível.

    2. Integridade

    Em outro exemplo, pense que acessou a página que queria e encontrou os arquivos que buscava. Só que eles estão diferentes de como tinha deixado. Neste caso, houve uma falha da integridade da informação. Ela acontece quando um conteúdo apresenta uma falha ou falta de atualização por algum erro ou foi indevidamente alterado por terceiros.

    A integridade, assim, é o princípio que define que a informação está na mesma condição de quando foi armazenada inicialmente. Caso contrário, todo o conteúdo poderá estar comprometido e inutilizável. Ter um controle de integridade é garantir que não ocorram alterações inadequadas ou realizadas por pessoas não autorizadas a isto.

    3. Confidencialidade

    Para empresas que trabalham com informações sigilosas e vitais para seu ofício, limitar o acesso a elas é uma necessidade. A confidencialidade garante esta proteção para que nenhum dado privado seja roubado ou mesmo visto por outras pessoas além das responsáveis por ele.

    Este princípio é conhecido mesmo por quem não sabe muito sobre Segurança da Informação. Afinal, uma vez que estamos todos conectados, temos informações particulares nossas pela rede. Não é incomum surgirem escândalos envolvendo falha de segurança ou ataques cibernéticos que vazam senhas e informações privadas.

    4. Autenticidade

    Por fim temos a autenticidade. É um princípio que está relacionado com a identificação dos indivíduos na rede ou em um sistema. Ele garante que a pessoa que produziu a informação ou que está tentando acessá-la é de fato quem diz que é.

    Embora a autenticidade não tenha efeito sobre a informação em si, suas medidas de proteção ajudam a evitar a atuação de pessoas indesejadas. Além disso, também é uma forma de associar um conteúdo a pessoa que o criou. Caso a informação seja falsa ou perigosa, a autenticidade permite que se descubra o autor para responsabilizá-lo devidamente.

    Possuir ferramentas de Segurança da Informação para proteger seus dados com base nos quatro princípios é essencial. A elo backup é uma solução em armazenamento na nuvem feita para preservar as informações de forma completa. Se tiver mais dúvidas sobre a segurança da cloud computing, confira também o site da Flexa Cloud.

  • Amazon AWS e as suas possibilidades

    Houve um tempo em que armazenávamos arquivos importantes em um disquete. Na verdade, não faz tanto tempo assim. Isso foi por volta dos anos 1990 e 2000. Com o avanço da tecnologia, foram surgindo novos dispositivos. Hoje, muitas pessoas armazenam conteúdos em HD externo, pen drive e até no Google Drive, mas a realidade é que o armazenamento em nuvem ainda permanece distante da realidade de muita gente.

    Foi aí que a Amazon, uma empresa gigante de vendas na Internet, descobriu que teria um mercado muito grande no processamento de dados. Em 2006, a empresa começou a comercializar os serviços em nuvem. Nascia, assim, a Amazon Web Services (AWS).

    A Amazon não costuma divulgar seus dados financeiros, mas a estimativa, em 2014, era que a empresa teria lucrado 7 bilhões de dólares apenas com esse serviço. A lucratividade da Amazon Web Services surgiu, justamente, da necessidade que algumas empresas têm de “terceirizar” a tecnologia da informação.

    Para muitos empreendedores, o armazenamento não é o ponto chave, pois isso, precisam de um serviço que gerencie as informações, enquanto há outras prioridades para o desenvolvimento dos negócios.

    E as possibilidades do armazenamento em nuvem são diversas. Por exemplo, é possível substituir gastos externos com infraestrutura, como a contratação de servidores, por um serviço instantâneo e que apresenta variação de preços conforme a necessidade da sua empresa. O que é melhor: por meio da Amazon AWS, há milhares de servidores disponíveis em questões de minutos.

    As principais vantagens da Amazon AWS:

    • Backup e armazenamento: é possível fazer backup de todos os tipos de dados, com segurança na proteção dessas informações e disponibilidade de espaço conforme a sua demanda. E o que é melhor: não há risco de que dados importantes se percam.
    • Hospedagem de aplicativos e sites: para que trabalha com aplicativos, o serviço pode ser a solução ideal para armazenar qualquer tipo de informação. A AWS, por exemplo, foi desenvolvida para armazenar milhares de informações e é utilizada por gigantes startups dos mais variados segmentos comerciais.
    • Distribuição de conteúdo: também é possível distribuir conteúdo de forma rápida, não importa onde esteja o seu usuário final.

    Por conta dessas características da Amazon AWS, o serviço é amplamente utilizado por empresas de tecnologia da informação. No cenário atual, a questão de armazenamento de dados é mais que crucial para os negócios.

    O DropBox e o Google Drive podem até ser alternativas para situações de emergências, mas é preciso uma solução que atenda melhor as necessidades, como um serviço de Cloud Backup, que oferece diversas opções, como:Backups em horários específicos e que não comprometem as operações da empresaCentralização dos backups, não importa se há uma ou mais filiaisAcesso às informações de qualquer lugar e até mesmo quando se está off-lineRelacionamento próximo com o fornecedor e Plano de Recuperação para Desastres

    Agora que você já conhece os benefícios do armazenamento em nuvem, precisa também conhecer a Flexa Cloud, especialista em Cloud no Brasil, que possui parceria com a Amazon AWS. Descubra no site as soluções oferecidas site da Flexa Cloud. e tenha ao seu alcance o auxílio de especialistas.

  • Inteligência Artificial: como esse conceito está sendo aplicado na área de TI?

    Ao falarmos em inteligência artificial (IA) a maioria das pessoas liga o conceito automaticamente à robótica. Embora não seja uma associação errada, já há algum tempo a IA também faz parte da tecnologia da informação. Neste artigo você vai conferir exatamente como esse conceito está sendo aplicado na área de TI.

    Este segmento das ciências da computação é voltado para a criação de sistemas e dispositivos que emulem o raciocínio humano. Isto significa que através da implantação de IA máquinas e programas de computador podem solucionar problemas e tomar decisões autônomas. Aliada ao machine learning, é possível até mesmo que as máquinas aprendam com o tempo!

    Neste caminho temos uma das aplicações mais promissoras da IA à tecnologia da informação. Cada vez mais estudos buscam aperfeiçoar o Deep Learning – Aprendizagem Profunda – e o Processamento de Linguagem Natural (PNL). Exemplo disto é o BIA – Bradesco Inteligência Artificial. Um recurso que foi “treinado” para tratar de 62 produtos, adquirindo capacidade de responder 300 mil perguntas por mês.

    Ou seja, o atendimento ao cliente já está sendo impactado. Tornando-se, desta forma, mais rápido e assertivo com a junção de IA e TI. Em parte porque os atendentes humanos recebem apenas os clientes cujas demandas não podem ser resolvidas por robôs. As possibilidades, contudo, não se restringem ao atendimento. Pois existem hoje robôs virtuais que atuam como tutores e assistentes.

    Outra forma como esse conceito está sendo aplicado na área de TI é para monitoramento. No contexto agroindustrial, por exemplo, há sistemas que fazem controle de grãos armazenados em silos. Em um setor que implica manutenção, como o das telecomunicações, a IA cataloga alertas que indicam problemas na rede. Temos então um recurso que permite sanar as falhas que afetam o desempenho do serviço oferecido.

    Inteligência Artificial e os impactos para a TI presente e futura

    Muitas perspectivas de como esse conceito está sendo aplicado na área de TI se relacionam com a computação cognitiva. Um recurso que torna a área de tecnologia da informação parte de um sistema para previsão comportamental. Além disto, as máquinas tornam-se capazes de oferecer respostas ágeis a questões pontuais.

    No mais, a Inteligência Artificial reduz o número de tarefas realizadas manualmente no setor de TI. Além de automatização e velocidade, isto resulta em uma redução drástica nos erros operacionais. A segurança da informação também é um dos aspectos mais positivamente impactados por esta união. Basta o sistema identificar tentativas de acesso não autorizadas para iniciar uma ação preventiva contra os invasores.

    Outra resposta ligada à segurança são as varreduras automáticas. Elas ocorrem periodicamente em sistemas, redes e servidores. O procedimento visa encontrar falhas que possam gerar vulnerabilidades. Todos estes fatores levarão ao desenvolvimento de sistemas autogerenciáveis no futuro próximo. Com isso, os aspectos de manutenção e atualização ficarão sob a responsabilidade do próprio software/hardware.

    É claro que isto não eliminará por completo a necessidade dos profissionais de TI. Serão os seus conhecimentos que vão evoluir para tratar da IA neste contexto. Fato é que os Chatbots de hoje são apenas o primeiro passo em iniciativas que alavancarão a competitividade das empresas. E isso porque a transparência da informação e a facilitação de processos tendem a aprimorar-se continuamente.

    Muito do que a Inteligência Artificial faz hoje, e que poderá fazer amanhã, tem suporte direto da computação em nuvem. Será através dela que a informação poderá ser processada e também armazenada. Para backups dos itens de maior relevância da sua empresa esta já é uma solução de grande eficiência. Quer saber como você pode adotar este recurso no seu negócio? Então aproveite para conhecer o Elo Backup.

  • 7 FERRAMENTAS PARA OTIMIZAÇÃO DO TRABALHO DE GERENTES DE TI

    Um setor de tecnologia da informação (TI) desorganizado causa trabalho extra, perda de tempo e desmotivação de todos em uma equipe. Somado a isso, fazer gestão em meio ao caos gera prejuízos para a empresa.

    Para ajudar nisso, os avanços da tecnologia e tantos investimentos na área trouxeram diversas ferramentas de otimização do trabalho para os gerentes de TI. Listamos, a seguir, sete desses instrumentos.

    1. COMPUTAÇÃO NA NUVEM

    De forma a melhorar os processos de gestão do setor de TI, é interessante pensar na contratação de soluções de infraestrutura como serviço (IaaS). IaaS é uma infraestrutura provisionada e gerenciada pela internet.

    A contratação de infraestrutura na nuvem tem como benefícios:

    REDUÇÃO DE CUSTOS

    Não é mais necessária a compra de máquinas robustas para montar servidores e nem de licenças de softwares que precisam de renovação a cada ano. O serviço de infraestrutura provê tudo isso.

    O espaço físico para armazenar esses servidores e todo o esquema de refrigeração também não é mais necessário. Por esse motivo, a economia de energia é algo aparente e real.

    ESCALABILIDADE

    Com uma infraestrutura na nuvem, é possível aumentar ou diminuir os recursos conforme a necessidade. Não há limites para o crescimento da empresa.

    AUMENTO DE PRODUTIVIDADE

    A empresa fornecedora de IaaS disponibiliza equipes especializadas totalmente focadas na infraestrutura e que garantem a continuidade do serviço. Desse modo, desafoga os funcionários internos e aumenta a produtividade da empresa contratante.

    CENTRALIZAÇÃO

    A computação na nuvem traz a centralização dos dados e dos documentos. Realizar a gestão dos arquivos em um único lugar facilita o controle de acesso e o monitoramento, otimizando a gestão.

    2. PROCESSOS COM BIZAGI

    Para manter um ambiente organizado e otimizar a gestão, é preciso definir uma cultura de padronização dentro do setor de TI. O Bizagi é uma ferramenta gratuita para construção de processos e permite a criação de fluxos com diversas atividades e suas relações. Além disso, possibilita o trabalho colaborativo e realiza a exportação dos fluxos para diversos formatos.

    3. FERRAMENTAS DE BUSINESS INTELLIGENCE (BI)

    É importante investir em uma ferramenta de BI dentro de uma empresa, pois ela apresenta os indicadores de cada setor, em forma gráfica, permitindo a visualização em tempo real dos dados e com informações fidedignas.

    O BI agrega valor para a empresa e mostra a importância do setor de TI para a corporação. Com os indicadores de desempenho gerados por ele, é possível identificar os problemas e avaliar as políticas de gestão.

    Com esses resultados, os processos e as rotinas do setor podem ser melhorados conforme a necessidade. Além disso, esses parâmetros facilitam na tomada de decisões para a melhoria da área.

    Existem muitas ferramentas de BI, mas as mais comuns são o Qlik, o Tableau e o Power BI, da Microsoft. Entre elas, a Qlik e o Power BI possuem licenças gratuitas.

    4. TRELLO

    O Trello é uma ferramenta que auxilia na organização dos projetos e tarefas de forma colaborativa. As tarefas são listadas em painéis, de forma organizada, permitindo o compartilhamento entre a equipe. É possível configurar prazos de entrega, anexar arquivos, separar tarefas por categoria e criar mais de um projeto.

    É uma ferramenta gratuita, podendo ser acessada de computadores ou qualquer dispositivo móvel. Possui uma versão mais completa, porém paga. Ela é super intuitiva e de fácil aprendizado. Com as tarefas em ordem, a otimização da gestão é aplicada e o gestor consegue manter o controle de todas as tarefas do setor.

    5. HANGOUT

    O Hangout é uma ferramenta do Google que permite a realização de videoconferência com uma ou mais pessoas. Ganhe tempo realizando reuniões com outro setor da empresa ou até mesmo com clientes e fornecedores, sem a necessidade de deslocamento ou ocupação de sala de reunião. O Hangout permite gravar as chamadas para consultas posteriores.

    6. TEAMVIEWER

    O TeamViewer é uma ferramenta de acesso remoto e o seu principal objetivo é facilitar a ligação entre dois computadores conectados à internet. Ou seja, para a resolução de problemas não é necessário o envio do técnico até o computador, pois o problema pode ser resolvido a distância.

    Além disso, o técnico que está resolvendo o chamado remotamente pode contar com o auxílio de outros para a resolução do problema da melhor forma possível.

    Um chamado em aberto, por exemplo, pode ser resolvido de forma mais ágil, por meio de um simples acesso remoto. Com isso, a fila de chamados tende a diminuir mais rapidamente.

    7. FERRAMENTAS DE SUPORTE A METODOLOGIAS

    No caso de uma equipe de TI focada em desenvolvimento de software, utilizar metodologias ágeis, como o Scrum ou o Kanban, simplificam a gestão.

    As metodologias ágeis diminuem o tempo perdido em documentações muito extensas, trazem o cliente para mais perto do desenvolvimento e, consequentemente, as chances de bugs diminuem consideravelmente, uma vez que os testes são realizados com mais frequência em pequenos desenvolvimentos que são entregues constantemente ao cliente.

    Como ferramenta para dar suporte a metodologia ágil, existe o JIRA. O JIRA é um aplicativo para gestão de projetos que permite controlar mais de um projeto ao mesmo tempo, pode ser dividido por áreas e permite a escolha de metodologias ágeis de gestão, como o Kanban e o Scrum, já mencionados. Ele não é gratuito, mas tem um custo baixo.

    Já para uma equipe de TI focada em suporte, a utilização do ITIL permite a otimização da experiência do cliente, além de oferecer serviços e processos mensuráveis e com possibilidades de melhorias.

    Como ferramenta para dar suporte ao ITIL, existe o OpMon. É um software que monitora o ambiente de TI e ajuda no acompanhamento em tempo real do desempenho das atividades da empresa. Gera relatórios de capacidade, SLA e SLM.

    Um setor de TI com processos bem definidos e outras ferramentas de otimização tende a trazer ganhos para a companhia, simplificando a vida do gestor e levando benefícios a toda a equipe. Uma gestão organizada ganha em produtividade, economia e motivação para todos.

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  • SAIBA COMO APLICAR E DEFINIR OS INDICADORES DE DESEMPENHO NO SEU SETOR DE TI

    Para que a empresa seja competitiva no mercado, é importante que todos os departamentos trabalhem alinhados para aumentar a produtividade e melhorar a performance. Entre as ferramentas que a companhia pode utilizar para direcionar esse processo de aperfeiçoamento estão os indicadores de desempenho — ou KPIs. Você sabe como defini-los para o setor de TI?

    Neste post, nós vamos contar como estabelecer metas para definir seus KPIs, bem como os principais indicadores utilizados pelas equipes de TI. Quer saber quais são eles? Continue a leitura!

    O QUE SÃO INDICADORES DE DESEMPENHO?

    KPIs (Key Performance Indicators) ou indicadores-chave de desempenho são ferramentas importantes que permitem o acompanhamento de nível de sucesso dos processos de uma empresa ou de um determinado departamento.

    Eles permitem analisar a situação de um setor e até mesmo da empresa de forma objetiva, baseada em dados que mostram se os objetivos foram alcançados ou não. Os KPIs ampliam a visão dos gestores, tornam os relatórios consistentes e permitem identificar se a empresa está no caminho certo para atingir suas metas.

    COMO DEFINIR KPIS PARA O SETOR DE TI?

    É muito importante definir os indicadores de desempenho após uma ampla discussão e o estabelecimento de um acordo entre gestores e colaboradores.

    A chefia precisa direcionar a equipe quanto aos pontos que devem ser melhorados, levando em consideração as competências de cada membro, a adequação das tarefas a essas características e cuidar para a formação de um time apto a tocar o projeto. Porém, os colaboradores também precisam ser ouvidos.

    É a avaliação deles que permite a formulação de objetivos e indicadores viáveis, a descrição das condições necessárias para que eles sejam cumpridos e os prazos com os quais a equipe pode se comprometer de forma realista.

    Depois da definição, os indicadores de desempenho devem ser classificados de acordo com sua ordem de prioridade. Eles devem seguir um caminho lógico que conduz à solução dos objetivos mais curtos que, quando somados e sincronizados, levam ao cumprimento da estratégia global do negócio.

    CUIDADOS NA DEFINIÇÃO DE KPIS

    Todo o processo de definição de indicadores de desempenho deve ser cuidadoso. Porém, dois aspectos merecem uma análise mais atenta, devido à sua importância para o cumprimento dos objetivos estratégicos de uma organização:

    1. SELEÇÃO DE OBJETIVOS E CRITÉRIOS IRRELEVANTES

    Ao definir os indicadores de desempenho para o setor, o gestor e a equipe devem se certificar de que eles realmente contribuem para alcançar os objetivos estratégicos da organização.

    Isso é importante porque, se eles não forem definidos dessa maneira, seu setor de TI terá um time que trabalha muito, alcança as metas propostas, mas que não produz resultados efetivos para a companhia.

    Nesse caso, em pouco tempo, sua equipe pode ser vista como um custo adicional à organização, e não como uma potencializadora de performance e resultados.

    2. SELEÇÃO DE OBJETIVOS E CRITÉRIOS SUBJETIVOS

    Cuidado com verbos como melhorar, contribuir, aprimorar… Eles podem representar ideias nobres e interessantes, mas, na prática, sua equipe não saberá como mensurar esses resultados ou mesmo apresentá-los à sua diretoria e outros setores.

    Trabalhe com dados concretos, que possam ser mensurados. O que é “melhorar o atendimento ao cliente”? É preciso traduzir isso em números, como “garantir que a taxa de solução de problemas na primeira chamada aumente de 4 em cada 10, para 7 em cada 10”. A melhoria precisa ser mensurável.

    Uma boa alternativa é praticar alguma metodologia. Vamos sugerir a SMART, mas sua equipe pode escolher outra opção. Segundo esse conceito, o estabelecimento de metas se baseia em um acróstico em que cada letra significa uma característica que ela deve ter:

    S – específica (specific)

    M – mensurável (measurable)

    A – atingível (attainable)

    R – relevante (relevant)

    T – temporizável (time-bound)

    QUE INDICADORES A EQUIPE DE TI DEVE UTILIZAR?

    Essa não é uma resposta simples, pois a escolha dos KPIs mais apropriados depende das atividades e contexto da organização. Por isso, um processo de definição colaborativo é a melhor opção para obter resultados relevantes.

    No entanto, vamos falar de alguns dos principais KPIs e explicar sua importância e, a seguir, listar outros indicadores de performance que podem ser utilizados em seu departamento.

    QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS INDICADORES PARA A ÁREA DE TI?

    TAXA DE RESOLUÇÃO NA PRIMEIRA CHAMADA:

    Indica o índice de casos ou problemas resolvidos logo no primeiro contato do solicitante. Além de promover uma boa experiência para o cliente (interno ou externo), uma taxa elevada significa a redução dos custos operacionais e do retrabalho, satisfação do usuário atendido e o consequente aumento das chances de novos negócios.

    SERVICE LEVEL AGREEMENT (SLA)

    Esse indicador mensura o nível de serviço. Trata-se de uma análise simples, que avalia o volume de ligações atendidas, bem como o tempo necessário para obter uma solução efetiva.

    NÚMERO DE INCIDENTES DE SEGURANÇA

    Atualmente, sabemos o quanto é necessário as empresas tomarem cuidado com seus próprios dados e, principalmente, os de seus clientes. Por isso, esse indicador deve ter uma taxa baixíssima.

    SATISFAÇÃO DO CLIENTE

    Em qualquer ramo de negócios, a satisfação do cliente é fundamental. Isso vale também para os colaboradores atendidos internamente. Essa avaliação mostra se a equipe de TI precisa reformular sua atuação, alterar pontos estratégicos ou realizar mudanças.

    E QUANTO A OUTROS INDICADORES?

    Embora tenhamos explicado de forma um pouco mais extensa cada um dos indicadores acima e sua importância, o fato é que a equipe de TI tem uma quantidade enorme de tarefas.

    Por isso, de acordo com o contexto da própria empresa, é importante que a equipe e seu gestor definam quais são os apontadores mais relevantes para atender bem aquela clientela e/ou seu público interno. A seguir, vão algumas sugestões:

    KPIS PARA AVALIAR A INFRAESTRUTURA:

    • número de falhas em um determinado período (falhas de rede, quedas na internet);
    • uptime de serviços;
    • tempo médio entre falhas;
    • tempo médio entre reparos.

    KPIS PARA AVALIAR O DESENVOLVIMENTO:

    • taxa de versões lançadas dentro do prazo previsto;
    • taxa de problemas (bugs) para cada lançamento;
    • tempo necessário para a correção dos bugs;
    • horas de trabalho dispensadas para a correção de bugs;
    • divisão do período trabalhado (contagem das horas utilizadas em cada etapa de um lançamento: atividades de integração, suporte, análise de eventos, correções e melhorias no software etc.).

    KPIS PARA AVALIAR O HELP DESK:

    • média de chamados atendidos por atendente;
    • média de horas por chamado;
    • taxa (percentual) de chamados concluídos dentro do SLA;
    • número de chamados para a solução de um problema (por parte do solicitante);
    • tempo médio para a solução de um problema;
    • média de custo por chamado;
    • média de ociosidade por atendente.

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