Categoria: Gestão

  • 5 tendências em DevOps para 2022

    O grande objetivo do DevOps é corrigir ineficiências, quebrando as barreiras entre os departamentos para que as pessoas possam trabalhar para um propósito comum. Essa abordagem reúne desenvolvedores, testadores de controle de qualidade, operações (implantação) e profissionais de TI para dar às equipes total visibilidade em cada estágio do processo. 

    Ao integrar todas as fases, os engenheiros podem identificar os problemas antes que se tornem questões maiores que exijam mais tempo e dinheiro. Isso porque trabalhar em direção a um objetivo comum ajuda a evitar erros, como pular o teste de controle de qualidade ou confundir o trabalho de todos.

    Neste artigo, além de relembrarmos a importância do DevOps para a evolução tecnológica da sua empresa, também vamos ver algumas tendências dentro dessa abordagem.

    Acompanhe!

    Os principais benefícios do DevOps

    Com DevOps, o desenvolvimento e as operações trabalham juntos até o fim, cada um vendo o que o outro faz e corrigindo de acordo. Isso ajuda as empresas a entregar novos produtos com mais rapidez e menos bugs. 

    Aqui estão alguns benefícios principais de adotar DevOps:

    • Aumento da colaboração entre o desenvolvimento e as operações 

    O DevOps reúne esses dois grupos, rompendo as barreiras que podem ser formadas quando não estão trabalhando para um objetivo comum. Isso permite tempos de resposta mais rápidos para testes, solução de problemas e novas compilações.

    • Economia de recursos humanos e capital

    Ferramentas de DevOps e automação reduzem significativamente a necessidade de testes manuais, permitindo que as empresas economizem tempo e dinheiro atualizando o software sem tempo de inatividade.

    • Melhor uso dos recursos de infraestrutura

    Com DevOps, os desenvolvedores podem construir o que quiserem, quando precisarem. Isso garante que o que eles constroem é o que a empresa precisa, não o que a infraestrutura atual permite. 

    Ele também garante que, quando houver problemas com o que está em produção, ele pode ser rapidamente atualizado (ou revertido) sem tempo de inatividade.

    • Melhor uso dos recursos de desenvolvimento

    Com tempos de resposta mais rápidos devido às ferramentas DevOps e automação, os desenvolvedores gastam menos tempo lidando com o que está em produção, permitindo que trabalhem no que precisam sem esperar por outros estágios.

    • Melhor uso dos recursos de teste

    Agora que o que está sendo desenvolvido é o que a empresa precisa, o que está sendo construído pode ser testado de forma mais completa usando ferramentas e métodos automatizados, o que significa que os bugs são detectados no início do processo.

    • Melhor uso dos recursos de negócios 

    O DevOps tem o benefício adicional de aproximar o que é desenvolvido do que os clientes desejam, tornando mais fácil para as empresas ajustar o que fazem de acordo. Isso economiza tempo e dinheiro, reduzindo o esforço desperdiçado.

    • Maior capacidade de responder rapidamente às demandas do mercado

    Porque as empresas são capazes de entregar o que precisam rapidamente; eles também podem obter o que os clientes desejam com mais rapidez. Isso ajuda as empresas a se manterem competitivas no mercado e a superar seus concorrentes.

    → Leia também: DevOps: por que essa abordagem importa e quais são suas principais práticas.

    As principais tendências do mundo DevOps para 2022

    1. Adoção contínua da nuvem

    Mesmo antes das mudanças que surgiram como resultado da pandemia, a maioria das empresas já estava tomando medidas para adotar uma infraestrutura mais centrada na nuvem para suportar fluxos de trabalho e aplicativos baseados na nuvem. 

    Um relatório da IDC afirmou que até o final de 2021, 80% das empresas implementariam um mecanismo para migrar para aplicativos e infraestrutura centrados na nuvem duas vezes mais rápido do que antes da pandemia.

    Dada a necessidade urgente de a indústria se adaptar e se ajustar, essa mudança teve que acontecer ainda mais rápido do que o planejado originalmente.

    Porém, simplesmente usar a nuvem não tornará uma empresa altamente evoluída. De acordo com o relatório Puppet 2021 State of DevOps lançado recentemente, a maioria das equipes de DevOps está usando a nuvem, mas a maioria delas a usa mal. Os resultados mostram que:

    • 65% do que são consideradas organizações de evolução média relatam usar a nuvem pública.
    • No entanto, apenas 20% deles estão usando todo o seu potencial.

    Para aqueles que procuram melhorar a adoção da nuvem, considerar diferentes tipos de nuvens pode ser benéfico. 

    Os resultados da pesquisa Accelerate State of DevOps de 2021 descobriram que as equipes que usaram implantações de software híbrido ou em várias nuvens tinham 1,6 vezes mais probabilidade de cumprir suas metas de desempenho organizacional do que aquelas que usaram estratégias de nuvem mais tradicionais.

    2. Automação

    Automação não é nada nova para a comunidade DevOps, mas ser boa em automação não significa que uma organização seja boa em DevOps.

    De acordo com o relatório Puppet 2021 State of DevOps, empresas altamente evoluídas têm muito mais probabilidade de implementar automação extensiva, com 90% dos entrevistados com práticas DevOps altamente evoluídas relatando que suas equipes automatizaram a maioria de suas tarefas repetitivas.

    Para organizações que não são consideradas altamente evoluídas, essas iniciativas continuarão a ter mais urgência em sua adoção. Para que isso aconteça, as equipes não devem trabalhar apenas para automatizar todo o pipeline, mas também devem estar dispostas a integrar Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina.

    Aplicar o Aprendizado de Máquina ao ciclo de vida da entrega permitirá que as organizações entendam onde ocorrem os bloqueios ou problemas de capacidade. Munidos desse conhecimento, os problemas podem ser melhor mitigados quando surgem. 

    A análise preditiva baseada em Inteligência Artificial pode tornar o pipeline de DevOps mais inteligente de duas maneiras principais:

    • antecipando problemas;
    • fornecendo soluções potenciais.

    3. Priorização da segurança

    Com a maioria dos funcionários trabalhando em casa durante a pandemia, e muitos potencialmente no futuro, as organizações estão começando a perceber que ter uma cadeia de suprimentos de software segura não é mais uma opção; é uma necessidade. 

    E essa segurança não pode ser simplesmente adicionada como uma reflexão tardia. Em vez disso, devemos injetar segurança em cada camada como código seguro, garantindo que quaisquer vulnerabilidades sejam rapidamente detectadas e mitigadas.

    Os profissionais de DevOps devem se adaptar e mudar a maneira como estão escrevendo o software, garantindo que ele seja seguro não apenas quando escrito, mas também como é implementado. Algumas maneiras de começar a priorizar a segurança para DevOps incluem:

    • compreender os objetivos de segurança;
    • ter scanners de vulnerabilidade em nuvem adequados;
    • proteger o código com testes padrão.

    4. SRE e DevOps

    De acordo com as descobertas do Relatório de Aceleração do Estado de DevOps de 2021 do Google Cloud, a Engenharia de confiabilidade do site (SRE) e o DevOps continuarão a se tornar mais complementares nos próximos anos, com certas técnicas de SRE, como indicadores de nível de serviço, fornecendo práticas que podem aprimorar os objetivos de a equipe DevOps.

    “As equipes que priorizam a entrega e a excelência operacional relatam o mais alto desempenho organizacional”, declara Dustin Smith, líder de pesquisa da equipe DORA do Google Cloud.

    As evidências da pesquisa indicam que as equipes que se destacam em práticas operacionais modernas têm 1,4 vezes mais probabilidade de relatar uma maior entrega de software e desempenho operacional em comparação com aquelas que são menos maduras com as práticas operacionais. Essas equipes também têm 1,8 vez mais probabilidade de relatar melhores resultados de negócios.

    5. Mapeamento de dependência

    Uma mudança em um aplicativo ou sistema pode se espalhar pelo ecossistema e impactar a experiência do cliente. 

    À medida que a agilidade aumenta e as mudanças são feitas rapidamente, é fundamental conhecer todos os seus ativos — e como eles são usados. Contar com a modelagem de serviço dinâmica para mapear automaticamente todas as dependências de aplicativos e infraestrutura é importante para:

    • avaliar o impacto da mudança;
    • garantir uma ótima experiência ao cliente;
    • suportar a conformidade regulatória (compliance).

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    A ascensão do DevOps em 2022
  • DevOps: relembre as metas dessa abordagem de desenvolvimento

    DevOps é um desses conceitos tecnológicos que abarcam tanto um conjunto de métodos quanto uma cultura. Seus objetivos são automatizar o maior número possível de processos manuais e tornar a infraestrutura de tecnologia o mais flexível possível.

    Um grande número de especialistas chama a atenção para o contínuo crescimento da adoção dessa abordagem. É o caso da consultoria IDC, que afirma que ela deverá movimentar 8 bilhões de dólares globalmente em 2022.

    Agora, você sabe dizer rapidamente quais são as metas básicas a serem alcançadas com o DevOps? Confira a seguir!

    As 4 metas básicas do DevOps

    1. Reduzir as taxas de falha de novos lançamentos

    DevOps é uma abordagem revolucionária para o lançamento de software. A metodologia DevOps, que se concentra na comunicação e colaboração entre as equipes de desenvolvimento e operações, reduziu consideravelmente as taxas de falha de novas versões. 

    Essa abordagem também oferece a oportunidade de ciclos de feedback em tempo real que podem ser usados ​​para melhorar a forma como o trabalho é realizado. 

    Mas, atenção: DevOps requer mudanças significativas na cultura, estrutura da equipe, fluxo do processo, ferramentas e métricas.

    2. Reduzir o tempo de espera

    O tempo total que uma equipe de DevOps leva para ir do planejamento de um novo lançamento de software ao lançamento é chamado de lead time. 

    O DevOps reduz o tempo de espera, garantindo que as pessoas possam trabalhar nas coisas certas, as mudanças sejam testadas o mais rápido possível e os processos sejam otimizados, para que as equipes tenham mais tempo para tarefas de valor agregado. 

    O DevOps também fornece visibilidade às pessoas, para que elas saibam o que precisa ser feito e quando. 

    As equipes reduzem o tempo de espera automatizando tarefas sempre que possível, criando ciclos de feedback para processos e otimizando processos para que possam ser repetidos com mais facilidade.

    3. Equilibrar a demanda com o rendimento

    Equilibrar a demanda e o rendimento é um desafio significativo para muitas equipes de DevOps. 

    O DevOps move mais trabalho para a produção e cria um ciclo de feedback que fornece informações em tempo real sobre como está funcionando. Ele também impacta processos críticos como controle de versão, repositórios de código e testes automatizados para que sejam otimizados. 

    As equipes tendem a encontrar maneiras criativas de equilibrar a demanda e o rendimento, otimizando seus processos. As equipes de DevOps também procuram oportunidades para automatizar tarefas manuais e repetitivas para liberar as pessoas para trabalhar em coisas mais importantes. 

    DevOps tem como objetivo equilibrar a demanda e o rendimento e torna isso mais rápido e melhor do que qualquer outra pessoa.

    4. Acelerar o tempo de comercialização e melhore a frequência das implantações

    O DevOps move mais trabalho para a produção, o que reduz o tempo de espera para que as equipes possam liberar as alterações mais rapidamente. 

    Além disso, o DevOps incentiva as pessoas a inovar e experimentar abordagens DevOps, resultando em lançamentos DevOps que são menos bugs e mais ricos em recursos. 

    DevOps também fornece visibilidade para que as equipes de DevOps possam monitorar tendências e corrigir problemas mais rapidamente, permitindo que liberem software com mais rapidez.

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    A ascensão do DevOps em 2022
  • Cultura DevOps: como desenvolvê-la na sua empresa

    O movimento DevOps trata da construção da colaboração entre desenvolvedores e operações. Ele é mais do que a adoção de ferramentas e métodos: é uma cultura que precisa ser desenvolvida na organização.

    Agora, como fazer isso? Quais são os primeiros passos nessa direção? 

    É o que vamos te mostrar neste artigo. Acompanhe!

    9 passos para desenvolver a cultura DevOps na sua empresa

    Aqui estão nove práticas recomendadas que podem ajudá-lo em sua jornada para adotar DevOps de forma eficaz em sua organização.

    1. Cultive uma cultura aberta

    Tudo começa com a cultura. Você não pode impor mudanças às pessoas. Você precisa liderar pelo exemplo e convencer sua equipe de que o DevOps vale a pena. 

    Certifique-se de que os profissionais se sintam valorizados e ouvidos, para que tenham a mente mais aberta. DevOps requer um alto comprometimento de todos os envolvidos. 

    Não se trata apenas de lançar software mais rápido, mas também de tornar o ambiente de trabalho melhor e mais divertido. Sua equipe precisará ser receptiva, pois você não pode simplesmente dizer que eles precisam trabalhar de forma diferente. 

    Escolha suas batalhas e só vá até onde a equipe se sentir confortável. Se você estiver lidando com uma força de trabalho relutante, considere envolver o RH no início do processo.

    2. Seja prático

    DevOps é sobre buscar problemas proativamente e resolvê-los antes que se tornem um problema. Você não pode ficar de fora quando se trata de DevOps; a única maneira de sua equipe abraçá-lo é fazendo exatamente isso, se envolvendo. 

    Não espere que os problemas sejam relatados; entre em contato com a equipe diretamente e pergunte se tudo está indo bem. 

    Dessa forma, você pode obter sinais de alerta antes que eles se transformem em grandes problemas que afetam sua capacidade de lançar software.

    3. Obtenha suporte da alta administração

    A transformação DevOps não começa de baixo para cima. Você precisa de suporte total da alta administração para deixar sua equipe pronta e disposta a abraçar as mudanças. 

    No início, haverá resistência, então você precisa se manter forte e convencê-los de que esse é o caminho a seguir.

    4. Revise seus processos

    O DevOps visa eliminar desperdícios e automatizar processos para aumentar sua capacidade de fornecer software. 

    Certifique-se de que o trabalho manual em sua organização seja essencial. E elimine as práticas que não agregam valor e concentre-se em tarefas de alta prioridade.

    5. Automatize suas implantações

    Um dos pilares do DevOps é a automação, o que significa que você precisa se livrar dos processos manuais sempre que puder. 

    Isso não só economiza tempo e dinheiro, mas também elimina espaço para erros humanos. Automatize suas implantações tanto quanto possível.

    6. Crie plataformas de autoatendimento

    Dê aos desenvolvedores as ferramentas para trabalhar de forma autônoma. 

    Crie plataformas de autoatendimento que lhes permitam fornecer seus ambientes de teste e produção, configurar dependências e estabelecer um pipeline de integração / entrega contínua por conta própria.

    7. Incentive a colaboração

    DevOps tem tudo a ver com colaboração, não apenas entre as equipes de desenvolvimento e operações, mas também com outras pessoas. 

    Portanto, você precisa que todos façam sua parte para que essa abordagem funcione.

    8. Torne-o visível

    A visibilidade é outro fator importante no DevOps. Colete métricas em tempo real as torne acessíveis a toda a empresa. 

    Dessa forma, todos podem ver como as coisas estão indo e perceber rapidamente se algo não está certo.

    9. Iniciar

    Por último, mas não menos importante, comece. 

    DevOps é uma nova metodologia de trabalho e não é fácil para todos. Você precisa ser proativo, disposto a aceitar mudanças e aberto a críticas se quiser que sua equipe faça a mudança.

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    A ascensão do DevOps em 2022

    Conte com a Flexa Cloud

    Fundada em 2008, a Flexa IT iniciou como uma empresa de desenvolvimento de Software. Em seguida, sempre antenada com o mercado, em 2013 firmou parceria com a Amazon Web Services (AWS).

    Com uma bandeira fincada no futuro, a Flexa IT transformou-se em uma empresa referência nacional em nuvem.

    Em 2017 mudou seu nome para Flexa Cloud, consolidando definitivamente sua vocação em ajudar as empresas em sua jornada para a nuvem.

    Com uma visão ampla, os serviços da Flexa consideram sempre os seguintes pilares:

    • Excelência operacional;
    • Segurança;
    • Confiabilidade;
    • Eficiência de performance;
    • Otimização de custos.

    Hoje, após centenas de cases bem-sucedidos, a Flexa Cloud se posicionou como uma empresa com expertise para conduzir com segurança as organizações em sua jornada para a nuvem.

    Na esteira da busca em dar a melhor experiência aos nossos clientes, a Flexa Cloud faz ao longo do tempo parcerias estratégicas que visam complementar seu portfólio de serviços , a saber:

    • New Relic;
    • Bit Defender;
    • Matillion;
    • Dataguise.

    A experiência acumulada nas várias implementações realizadas desde de 2013, encurta caminhos e traz uma robustez consistente na entrega dos serviços. 

    A etapa de implementação é estruturada com base nas melhores práticas de gerenciamento de projetos e tem no ITIL a base para os serviços na etapa de sustentação.

    Se não bastasse isso, nossos colaboradores são treinados e certificados o que  proporciona a tranquilidade necessária nessa jornada. 

    Aqui na Flexa Cloud, nossa premissa básica é o cliente. Por isso, nossos serviços buscam encantá-lo, fazendo com que ele seja o maior promotor da nossa marca.

    Faça contato, teremos o maior prazer em levar sua empresa às nuvens!

  • DevOps: por que essa abordagem importa e quais são suas principais práticas

    A definição de DevOps pode ser confusa e difícil de entender. No entanto, essa abordagem realmente importa porque é o caminho mais rápido para o mercado. 

    Com o DevOps, é possível aumentar a agilidade do seu time de desenvolvedores e a capacidade de resposta aos feedbacks dos usuários — ou às mudanças nas necessidades do cliente. Também melhorar seu tempo de finalização das aplicações, sem perder a qualidade.

    Em um processo de desenvolvimento “tradicional”, os desenvolvedores trabalham individualmente nas tarefas do início ao fim. Por exemplo, a fase de design de um projeto seria concluída por um único profissional, e ele passaria seu trabalho para outro que assumiria para a próxima fase. 

    O problema é que as tarefas nem sempre fluem perfeitamente de um estágio de produção para outro. Às vezes, elas se sobrepõem ou precisam de revisão à medida que novas informações chegam e leva tempo para cada desenvolvedor se comunicar com os outros. 

    Esse processo resulta em todos trabalhando isoladamente, gerando trabalho extra e perda de tempo. O que torna difícil fazer alterações ou corrigir erros porque não é possível executar nada para obter feedback até muito mais tarde no ciclo de desenvolvimento. 

    A parte menos eficiente desse processo? Teste de garantia de qualidade — o estágio em que garantimos que tudo está funcionando como deveria.

    As principais práticas DevOps

    Em termos bem diretos: as práticas de DevOps visam melhorar a colaboração entre Desenvolvimento e Operações, padronizando como eles funcionam e melhorando a automação. Elas incluem:

    Integração contínua

    A Integração Contínua é uma prática de desenvolvimento de software para a integração frequente de novo código no branch principal. Ela reduz o tempo que leva para novos recursos e correções de bugs serem adicionados a um aplicativo, executando testes automatizados antes de mesclar as alterações no branch principal. 

    Na prática, a integração contínua usa infraestrutura fornecida por desenvolvedores para executar testes. E estes também usarão infraestrutura para construção e armazenamento de artefatos, hospedando um local central onde um instalador automatizado pode armazenar artefatos antes de serem coletados.

    Entrega contínua

    A entrega contínua refere-se à capacidade dos desenvolvedores, por meio da automação, de promover recursos e correções de bugs desde o desenvolvimento até um ambiente de teste ou produção. 

    Ela visa reduzir o tempo entre o momento em que os desenvolvedores fazem uma alteração e quando essa alteração está disponível em um ambiente de produção. 

    Essa prática usa a infraestrutura de desenvolvimento para qualquer integração, preparação e ambientes de implantação necessários. 

    Além disso, cria uma ramificação separada do desenvolvimento que pode ser implantada em um ambiente de produção ou controle de qualidade, se necessário.

    Automação de teste

    O termo automação de teste se refere à capacidade do desenvolvimento, por meio da automação, de testar alterações de código antes de promovê-las para a implantação contínua de DevOps. 

    Trata-se de uma prática que visa reduzir o tempo entre o momento em que os desenvolvedores fazem uma alteração e o momento em que eles sabem se essa alteração quebrou algo no aplicativo. 

    Nela, usa-se a infraestrutura de desenvolvimento para quaisquer ferramentas DevOps necessárias para automação de teste. Além disso, cria-se uma ramificação de teste que pode ser aplicada em ambientes de Dev, QA ou produção, se necessário.

    Infraestrutura como Código

    Infraestrutura como Código (IaC) é um processo que usa scripts para gerenciar virtualização de servidor, nuvem e configuração. 

    As equipes podem usar scripts para automatizar tarefas repetitivas, o que lhes permite dimensionar suas práticas de DevOps. 

    As equipes de DevOps vão otimizar seu processo de fluxo de trabalho de pipeline integrando várias ferramentas na cadeia de ferramentas; eles também podem automatizar processos com pipelines. 

    As práticas de IaC e DevOps funcionam juntas porque DevOps requer que a equipe de desenvolvimento integre seu código à equipe de operações para entregar e manter os sistemas em execução.

    Gerenciamento de configurações

    O gerenciamento de configuração é um componente-chave do DevOps para criar um processo no qual servidores e outras infraestruturas no ambiente da empresa possam ser provisionados de forma rápida e fácil. 

    Por exemplo, ele pode aplicar mudanças de configuração em uma rede inteira quando apenas um servidor precisa da mudança. Ele também permite que os administradores enviem scripts remotamente para sistemas que, de outra forma, exigiriam acesso físico. 

    Nesse processo, os hosts são configurados de forma que sejam fáceis de configurar com código. Isso significa que as alterações são padronizadas, tornando muito mais simples configurar tudo sem perder tempo dos desenvolvedores. 

    Isso é obtido por meio de ferramentas de gerenciamento de configuração que rastreiam todas as alterações feitas. Se ocorrer um erro, eles também podem retornar rapidamente para uma configuração anterior.

    Monitoramento e registro

    O monitoramento e o registro são aspectos essenciais das práticas de DevOps porque seguem a regra geral de “ver o que você espera”. Quando algo dá errado, podemos encontrar esses problemas observando os registros e monitorando as métricas. 

    O objetivo do monitoramento e registro é ser proativo e evitar interrupções e interrupções. Por exemplo, poderíamos monitorar nossos servidores da web quanto à latência e, em seguida, agir antes que algo aconteça como um ataque DDoS. 

    Os benefícios do monitoramento são que podemos detectar problemas antes que eles causem uma interrupção. Logo, em qualquer empresa que deseja manter uma cultura DevOps saudável, é necessário ter um processo claro de monitoramento e registro.

    Sua empresa está preparada para o DevOps? Aprofunde-se mais neste tema; baixe o eBook:

    A ascensão do DevOps em 2022
  • Liderança empresarial: a tecnologia resolve tudo?

    Recentemente, Phil Le-Brun, estrategista e evangelista da AWS, publicou um artigo no qual insta os gestores a repensar seu papel na liderança empresarial. Ele provoca a reflexão sobre como o avanço técnico precisa ser acompanhado de um novo mindset.

    Aqui na Flexa Cloud, nós concordamos muito com a provocação deste executivo e, a partir do proposto por ele, resolvemos refletir aqui também.

    Continue lendo para ver os pontos trazidos por Le-Brun!

    “Lacuna de valor”: é hora de repensar o uso da tecnologia

    Le-Brun começa sua dissertação falando sobre como nem sempre a implementação de novas tecnologias garante incremento de valor para as empresas. 

    “Culpe os outros se for necessário, sejam empresas novas ou eventos globais. Em muitos casos, porém, o problema é a resistência organizacional interna da expansão das atividades de manutenção, burocracia, silos e complexidade organizacional”, diz.

    Para o executivo, o desafio é evitar que a adesão ao aparato técnico instrumental torne a gestão empresarial complexa. Ou seja, a tecnologia deve vir para simplificar as coisas, gerar satisfação aos usuários e ajudá-los a não apenas fazer mais: a fazer melhor!

    Excesso de “caciques”: é preciso reorganizar as gerências

    Outro ponto bastante delicado abordado por Phil Le-Brun é que o arcabouço tecnológico sendo usado sem criticidade tem feito com que as empresas aumentem seu número de gestores. 

    Ele aponta a questão da terceirização, que aumenta em todo o globo. Por ela, cerca de 20% da força de trabalho acaba se transformando em líderes de terceirizados. 

    “Os gerentes podem desempenhar um papel na conexão da estratégia com a execução, lubrificando as rodas da comunicação e treinando as equipes. Em muitas organizações, porém, eles diluem a responsabilidade e a agilidade ao serem excessivamente prescritivos e enfraquecer as equipes, além de reforçar os silos existentes. Mas sejamos claros: isso não é um problema do funcionário, é uma questão da organização”.

    Soluções possíveis para uma liderança empresarial efetiva

    Le-Brun finaliza apontando algumas soluções possíveis a serem adotadas pelas organizações (para os dois pontos críticos levantados):

    • Gestores como “artesãos mestres”: eles devem conduzir seus liderados ao uso da tecnologia como um meio, não como um fim; e vão conseguir isso com maior sucesso se derem o exemplo;
    • Líderes como “proprietários de processos”: para além de “proprietários de produtos”, eles devem tomar posse dos processos, conduzindo melhorias e respondendo por elas;
    • Gerentes como treinadores: 

    “Em vez de microgerenciar, os treinadores aproveitam sua experiência e aprendizado contínuo para ajudar as equipes a desenvolver e resolver problemas. Eles fornecem orientação profissional, feedback e treinamento. Eles se concentram no coaching comportamental mais do que no gerenciamento de tarefas, promovendo um ambiente onde todos contribuem e trazem seu eu integral para o trabalho” — Phil Le-Brun, da AWS.

    • Gestores como “vanguarda” da mudança: superar a inércia que o excesso de ferramentas tecnológicas pode trazer (comodismo) é um desafio dos gestores da atualidade. Eles devem conduzir mudanças realmente substanciais, a começar por tirar a burocracia do caminho da agilidade. 

    Em suma, para Phil Le-Brun, passado o encantamento com as inúmeras possibilidades trazidas pela tecnologia, é hora de a liderança empresarial retomar seu sentido filosófico. Voltar a gerar inspiração e abrir caminhos para operações, processos e inovações mais prazerosos e orientados ao desenvolvimento sustentável dos negócios.

    O que você achou dessa reflexão? Como está sua liderança empresarial? Deixe seu comentário!

  • Envolvimento dos funcionários: o desafio dos gestores em 2022

    O envolvimento dos funcionários é um dos indicadores mais importantes para medir a satisfação no trabalho e, consequentemente, a produtividade. Ele dá a dimensão exata do entusiasmo dos profissionais, e é cada vez mais fundamental para a sustentabilidade dos negócios.

    Para se ter uma ideia, “pertencer” é o desejo que está no topo da pesquisa Global Human Capital Trends, da Deloitte. Neste levantamento, 79% dos entrevistados disseram que promover um sentimento de pertencimento na força de trabalho foi importante para o sucesso de suas organizações, e 93% concordaram que isso impulsiona o desempenho organizacional.

    Em 2022, com os desafios da pandemia ficando para trás, e os profissionais voltando a se reunir nos escritórios, envolver os trabalhadores será bastante desafiador para as lideranças. Ao mesmo tempo, é isso que os especialistas da Deloitte recomendam como uma tarefa urgente.

    Sobre isso vamos te ajudar a refletir ao longo deste artigo. Acompanhe!

    O envolvimento dos funcionários é um valor importante em sua empresa?

    Apesar do engajamento dos funcionários ser teoricamente visto como positivo em toda a empresa, a maioria dos funcionários não está envolvida no trabalho. De acordo com dados globais levantados pelo Gallup, durante 2021 apenas 39% dos profissionais se declararam 100% envolvidos, contra 36% em 2020. 

    Esse baixo comprometimento pode ser causado por vários fatores, incluindo falta de reconhecimento por parte dos gerentes, comunicação deficiente e falta de alinhamento com a missão empresarial. 

    Por que o envolvimento dos funcionários é tão importante?

    Mais do que nunca, o envolvimento dos funcionários é um objetivo estratégico de negócios porque garante a retenção de talentos a longo prazo, níveis mais altos de produtividade e melhor qualidade de trabalho.

    Segundo uma pesquisa da Glassdoor, em média, um aumento de 1 ponto na classificação de empregabilidade da empresa está associado a um aumento de 1,3 ponto na satisfação de suas equipes. 

    Na prática, quando os profissionais estão engajados, eles são mais propensos a investir no trabalho que realizam, o que leva a uma maior qualidade das entregas. Do contrário,  provavelmente farão apenas o mínimo para sobreviver. 

    Isso se aplica a organizações de vários setores. E de acordo com um estudo publicado na Harvard Business Review sobre o envolvimento dos funcionários no setor de saúde, melhorias nessa área garantem tanto segurança dos profissionais quanto dos clientes (pacientes). Aquelas com pontuação mais alta relataram 48% menos incidentes de segurança e 41% menos incidentes com pacientes.

    Em suma, ao investir no engajamento dos funcionários, as empresas sao capazes de aumentar a produtividade, a qualidade do trabalho e a retenção dos melhores talentos. E isso tudo, nós sabemos, resulta em ganhos de faturamento, lucratividade e competitividade mercadológica. 

    Quais pilares trabalhar para melhorar o envolvimento dos funcionários?

    Para finalizar, vejamos agora os pontos mais importantes a serem melhorados pelos gestores que buscam envolver mais seus liderados. Confira, a seguir!

    • Confiança na liderança: as pessoas precisam admirar seus líderes; ver neles o exemplo e a inspiração para a melhoria contínua.  
    • Orgulho de pertencer: mais do que ter um emprego, os profissionais querem ter a certeza de que fazem parte de uma missão; e que são aceitos e reconhecidos como parte da comunidade. 
    • Comunicação focada no diálogo: em plena era da tecnologia digital, não dá mais para as lideranças apenas emitirem comunicados ou fazerem reuniões. É preciso trabalhar a comunicação de mão dupla, com escuta ativa e interessada. 
    • Provimento de condições (socioculturais e técnicas): uma cultura de acolhimento e pertencimento fica ainda mais potencializada com a disponibilização de ferramentas que facilitem o dia a dia laboral. Logo, investir em modernização de equipamentos, ferramentas, métodos e serviços tecnológicos é muito importante nessa missão. 

    → Leia também: Como a Alexa for Business potencializa os resultados da sua equipe!

    Como está o envolvimento dos funcionários na sua empresa? Nós conseguimos te ajudar a refletir sobre este tema? Deixe seu comentário!

  • Boas Festas e Feliz 2021

    O ano de 2020 foi repleto de desafios. Em nossa vida pessoal e também nos negócios, tivemos que fazer diversas adaptações e nos deparamos com problemas para os quais não estávamos preparados.

    Todos atravessamos um ano bastante dolorido e cheio de percalços, mas também repleto de aprendizados. A certeza de que devemos seguir em frente é o que nos une, o que nos coloca ao redor de um mesmo propósito.

    estamos chegando em 2021, e a esperança volta a renascer. Estejamos certos de que dias melhores virão.

    Aqui na Flexa Cloud, estamos convictos de que as empresas brasileiras estarão muito mais fortes e preparadas no próximo ano. E, como sempre, prontos para ajudá-las a se transformar digitalmente, fortalecer suas infraestruturas tecnológicas e entrar para a era dos dados de uma maneira muito mais profissional. 

    Desejamos a todos ótimas festas, recheadas de ALEGRIA, AMOR, SAÚDE e muita PAZ!

    Um abraço, da família Flexa Cloud!

  • DDMX potencializa infraestrutura de TI na AWS com ajuda da Flexa Cloud

    A DDMX é uma empresa especializada em soluções logísticas que utiliza a tecnologia para fornecer serviços de acordo com as necessidades específicas de cada cliente, a partir da análise e interpretação de dados.

    Situada em Itajubá, sul de Minas Gerais, a companhia tem atuação nacional e internacional, atendendo a clientes no Chile e na Argentina.

    As operações da DDMX começaram em 2009 e, desde então, experimentaram um crescimento vertiginoso, o que aumentou a necessidade de investir mais na infraestrutura de TI. Foi aí que a Flexa Cloud passou a fazer parte da história da companhia.

    Sobre isso vamos conversar neste artigo.
    Continue lendo para entender como a Flexa Cloud contribuiu para levar a infra de TI da DDMX para a Amazon Web Services (AWS)!

    Desafio

    Necessidade de melhorar a infra de TI para alçar voos maiores.

    Fábio Preti, diretor de TI da DDMX conta que a companhia começou ofertando ao mercado serviços de monitoramento de veículos e equipamentos. Logo, percebeu-se que os clientes precisavam de serviços ainda mais especializados. “O mercado buscava ferramentas que dessem suporte à decisão, então começamos a implementar soluções de telemetria e a apresentar estruturas de visualização de dados mais avançadas”.

    Foi então que nasceu o Fleet Expert, uma plataforma de auditoria e otimização de frotas, hoje a ferramenta mais avançada da DDMX. “O foco desse sistema é otimizar a operação do cliente em campo, reduzindo custos e aumentando os ganhos operacionais”, conta o executivo.

    Com sua base na Tecnologia da Informação, o crescimento da DDMX passou a demandar mais capacidade de infraestrutura. A conquista de clientes como a companhia distribuidora de energia elétrica ENEL tornou essa necessidade ainda mais flagrante.

    Solução

    Flexa Cloud ajuda a migrar a infra para a AWS.

    Um grande passo dado pela DDMX foi a migração para a Amazon Web Service (AWS). Para isso, a Flexa Cloud foi a parceira ideal, conforme conta Fábio Preti. 

    “O primeiro papel da Flexa foi a nacionalização do billing. Em seguida, para atender clientes do porte da ENEL, precisávamos configurar a infra na AWS seguindo padrões internacionais rígidos; mais uma vez a Flexa nos ajudou desde o planejamento até a execução do projeto”, afirma o executivo.

    Para Preti, a maneira colaborativa como o trabalho é realizado com a Flexa fez toda a diferença nos passos maiores que a DDMX passou a dar. “Conseguimos chegar ao modelo que a ENEL exigia com ajuda da Flexa. Toda a configuração, o suporte, o setup inicial, além do gerenciamento da infra na AWS nos são entregues pela Flexa”.

    Segundo Deivid Bitti, CTO na Flexa, foram utilizadas as técnicas mais modernas disponíveis na AWS, como a solução Fargate que é um mecanismo de computação sem servidor para contêineres utilizado com o Amazon Elastic Container Service (ECS), apropriado para aplicativos de missão crítica. 

    A Flexa ainda implementou instâncias spot dentro desse cenário, o que proporcionou reduções expressivas de custo.

    Resultados

    Flexa Cloud ampara o avanço da DDMX gerenciando a infra de TI na AWS.

    “Após o sucesso do projeto da ENEL, nós pensamos: por que não trazer a Flexa para dentro da infra da própria DDMX? Fizemos isso, com foco total na implementação dos melhores padrões de infraestrutura de TI no mercado”, conta Preti.

    O executivo diz que é com bastante entusiasmo que a DDMX olha para sua jornada e se orgulha de ter uma infraestrutura de TI de primeira grandeza. “O papel da Flexa foi fundamental para isso. Como diretor de TI, super indico a Flexa para as empresas que estão iniciando e querem entrar no mercado com os melhores padrões de infraestrutura da AWS, mas também para aquelas que querem uma migração de sucesso”.

    → Confira, a seguir, o depoimento completo de Fábio Preti, diretor de TI da DDMX: 

    Sua empresa já está preparada para aproveitar as vantagens da infra de TI na AWS? Se você quer obter resultados tão significativos quanto esses da DDMX, fale conosco agora mesmo!

  • O que é Docker HUB?

    O que é Docker HUB?

    Talvez você tenha pesquisado para entender o conceito de Docker HUB. Aqui está uma resposta bem prática.

    No vídeo abaixo, Deivid Bitti, cientista chefe da Flexa Cloud explica o que é Docker HUB e também responde às seguintes perguntas:

    • como criar uma imagem de um container?
    • como a imagem deve mantida? 
    • para quais tipos de aplicações pode ser utilizado?
    • quais empresas utilizam container hoje?

    Confira!

    O que é Docker Hub

    O Docker Hub é um repositório público de imagens de containers, onde diversas empresas e pessoas podem publicar imagens pré-compiladas de soluções. Essas soluções incluem desde WordPress até Magento e outras aplicações diversas.

    Docker Hub O que é

    O que é uma imagem de container

    “Uma vez que eu preciso empacotar em um arquivo todos os  artefatos que compõem minha aplicação, eu preciso de um arquivo que escreve essa imagem e esse arquivo chama-se Dockerfile. Com o Dockerfile, você escreve o que vai acontecer na hora de criar sua imagem.

    Uma vez que eu criei minha imagem, ele vai gerar um arquivo que pode ser compartilhado, publicado e armazenado tanto localmente quanto em repositórios públicos e privados.

    E para que você possa manter essas imagens, a própria Amazon Web Services (AWS) disponibiliza um serviço chamado Amazon ECR, onde é possível publicar imagens privadas — com segurança e total performance. 

    Um outro atributo muito importante do Amazon ECR é: uma vez que sobe a imagem, você tem a opção de fazer um scan de todas as vulnerabilidades que possam existir bibliotecas que a estão compondo.   

    Uma vez que eu subi essa imagem num repositório, posso atualizá-la sempre que precisar; e também estancear uma versão nova da aplicação, a imagem estará previamente atualizada”.

    Em quais aplicações pode-se utilizar Docker

    “Basicamente, 100% de qualquer aplicação que rode em Linux hoje suporta Docker. A própria Microsoft está migrando muitos de seus sistemas para Linux para usufruir dessa vantagem que é poder transformar sua aplicação em Dockerfile.

    Existem algumas situações onde é possível também rodar aplicações Windows, principalmente aquelas que são de back-end — em container Windows 2016 em diante. Mas nem se compara com as vantagens da aplicação rodando no Linux”.

    Quais empresas utilizam o Docker

    “Praticamente 100% das grandes empresas rodam suas séries de produção utilizando containers hoje. Aqui na Flexa Cloud temos dezenas de clientes com centenas de serviços rodando em container, utilizando os recursos de conteinerização da Amazon Web Services — aplicações altamente escaláveis, com segurança, performance e, principalmente, portabilidade.

    Uma vez que eu conteinerizei minha aplicação, eu não tenho que me preocupar com servidor onde ela vai rodar; não tem todo aquele processo pesado de gerência de configuração que é: os requisitos que minha aplicação precisa terem de ser instalados previamente. 

    A única coisa necessária no servidor é o Docker rodando e toda a sua dependência vai estar empacotada”. 

    → Que tal, você consegui entender o que é Docker Hub? Inscreva-se em nosso canal no YouTube para acompanhar os vídeos que publicamos!

    Flexa

  • Banco SEMEAR melhora Inteligência de Dados com ajuda da Flexa Cloud

    Com novo EDW, a instituição financeira conseguiu inclusive vencer os desafios da pandemia do COVID-19 e segue inovando.

    Inspirar o uso consciente de soluções financeiras sempre foi a missão do SEMEAR, um banco múltiplo e com atuação em todo o território nacional. Alcançando a marca de 2 milhões de clientes, a instituição, fundada em 2006, vem dedicando esforços na melhoria contínua da gestão operacional, impulsionada pela evolução do seu arcabouço tecnológico e automação dos processos.

    De acordo com o CEO, Roberto Azevedo, a inovação tem sido empregada como uma busca constante pela eficiência, em todos os níveis da empresa. “Os projetos de tecnologia administrados internamente estão divididos em diversas frentes e envolvem todo o parque tecnológico do SEMEAR que vem passando por uma grande transformação para suportar e garantir controles e escalabilidade para os negócios e produtos em um ambiente digital”, afirma.

    Eleita como a segunda Melhor Empresa na categoria Inovação no setor bancário pelo Anuário 360ª Época, o objetivo da instituição é atender as demandas dos seus clientes, oferecendo serviços de qualidade, com agilidade e praticidade.

    Um dos grandes destaques do Banco SEMEAR está em sua atuação no Varejo, segmento para o qual disponibiliza operações de CDCE (crédito direto ao consumidor estruturado) convertendo-se em um importante parceiro para grandes varejistas. 

    Neste artigo, você vai ver como a instituição potencializou seus resultados ao investir em melhorias em sua estratégia de Inteligência de Dados. 

    Acompanhe!

    Desafio: consolidar diversos bancos de dados em um único ambiente  

    “Em 2019 precisávamos melhorar o nosso sistema de BI, uma solução caseira construída ao longo de 3 anos que vinha apresentando problemas com a demora na geração dos resultados. O processamento inicial consumia alguns minutos, mas com o passar do tempo já precisava de mais de uma hora para concluir o processamento”, conta Júlio Caldas, responsável pela área de Inteligência de Dados do Banco Semear. 

    O executivo conta que precisava também criar uma camada de dashboards e relatórios de tendências, KPIs que direcionassem decisões do negócio. Para tal, era importante consolidar diversos bancos de dados em um único ambiente.

    Responsável pela manutenção e evolução das aplicações da área de Dados que ajudam a tomada de decisões dos diversos níveis da instituição, seja operacional, gerencial ou estratégico, Júlio Caldas foi em busca de serviços de cloud computing que ajudassem a superar esse desafio. 

    “Precisávamos rever nossa situação tecnológica para atender as necessidades de todas as áreas de forma rápida, confiável e escalável. O banco nesta época já realizava vários movimentos em direção à nuvem e esse foi o caminho que seguimos”, afirma. 

    Solução: construção do novo EDW (Enterprise Data Warehouse)

    Então iniciou-se um projeto no qual várias soluções em nuvem foram avaliadas. A aplicação escolhida devia suportar bases de dados capazes de armazenar grandes volumes de informações e fornecer respostas rápidas. 

    “Este processo de seleção da tecnologia foi interno e após a escolha precisávamos de um fornecedor com experiência para termos maior garantia de sucesso”, explica Júlio Caldas.

    A Flexa Cloud entrou em campo 

    Após avaliar alguns fornecedores, o Banco Semear fechou contrato com a Flexa Cloud e iniciou o projeto de construção do novo EDW (Enterprise Data Warehouse). 

    O trabalho demandava uma ferramenta de orquestração de tarefas (ETL), transferência segura dos dados entre os sistemas (on-premise) e a nuvem, processamento de visões dimensionais e finalmente a apresentação dos resultados para os usuários de forma simples e fácil através de dashboards (painéis de visualização) seja via browser ou celular (smartphone).

    Resultados: apenas três meses depois, o Banco Semear  

    Júlio Caldas conta que a estratégia do projeto foi de obter resultados incrementais. “Seguindo a metodologia Ágil definimos um pequeno escopo e um prazo curto de execução. Em pouco mais de trê meses já estávamos apresentando os primeiros resultados para algumas áreas de negócio do banco e através de feedback recorrentes fomos aprimorando as informações e construindo o EDW”. 

    A Inteligência de Dados do Banco Semear reduziu os impactos da pandemia

    Com a pandemia do COVID-19, o projeto do EDW tornou-se ainda mais relevante para o Banco Semear. 

    Nas palavras de Júlio Caldas, “muitas informações que foram necessárias neste momento único que passou a humanidade não estavam disponíveis no tempo exigido. Graças ao acesso estruturado aos dados e à capacidade de computação das tecnologias envolvidas pudemos fornecer informações confiáveis e rápidas que ajudaram nas decisões estratégicas do banco”. 

    Hoje, comemora o executivo, o projeto foi internalizado pelo banco através da absorção de parte dos conhecimentos da equipe da Flexa Cloud. 

    “Seguimos construindo o EDW que a cada dia se torna mais relevante e fundamental para a dinâmica da operação do banco. Atualmente estamos expandindo as fronteiras para que os próprios clientes corporativos tenham acesso às informações e possam se beneficiar delas”.

    De acordo com Júlio Caldas, a participação da Flexa Cloud foi fundamental no sucesso desse projeto. 

    “A equipe da Flexa atuou no projeto de forma profissional e dedicada. Em função disso, sinto-me confortável em poder recomendar os serviços a outras empresas; tenho certeza de que receberão a mesma atenção que o Banco Semear recebeu”.

    → Confira, a seguir, o depoimento de Júlio Caldas, responsável pela Inteligência de Dados do Banco Semear:

    Que tal, o que você achou do case de sucesso do Banco Semear?

    Quer saber como os serviços da Flexa Cloud podem elevar a inteligência de dados em sua empresa?

    Faça contato conosco agora mesmo!

  • Ouça: Gustavo Martinelli, advogado especialista em Direito Digital, fala sobre a LGPD

    A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) estabelece regras para a coleta, manipulação, armazenamento e compartilhamento de dados pessoais gerenciados pelas organizações brasileiras e que atuam no território nacional.

    A previsão era que essa nova legislação entrasse em vigor em agosto de 2020, mas, por conta da pandemia do coronavírus (Covid-2019), foi adiada para 2021.

    Nós conversamos com o Dr. Gustavo Gobi Martinelli, advogado especialista em Direito Digital e professor universitário que nos contou sobre a importância da LGPD. Ele também falou sobre os impactos da lei para as empresas e o que os gestores precisam fazer para se adaptar a essa nova realidade jurídica.

    Confira em áudio, a seguir, os principais pontos levantados pelo especialista: 

    O que é a LGPD e por que é importante prestar atenção a ela

    Nestes primeiros minutos da entrevista, o Dr. Gustavo Gobi Martinelli explica o que é a LGPD, por que ela surgiu e em que contexto está inserida.

    Como a LGPD se relaciona com a GDPR

    Entenda agora como a LGPD está relacionada com o Regulamento Geral de Proteção de Dados Pessoais (GDPR), da União Europeia:

    Como as empresas serão impactadas pela LGPD

    Também é fundamental entender quais são os impactos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais nas empresas. E o especialista nos dá um overview sobre isso. Confira:

    As empresas brasileiras estão preparadas para a LGPD?

    O especialista também aponta que há muito a se fazer para que as empresas se adequem à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. Ele explica ainda quem é o profissional responsável pelo tratamento da LGDP nas empresas. Ouça:

    → Clientes Flexa têm mais facilidade para se adequar à LGPD

    Os especialistas em conformidade, proteção de dados e segurança da AWS têm trabalhado com clientes em todo o mundo para responder dúvidas e ajudá-los a se preparar para a execução de cargas de trabalho na nuvem após a LGPD entrar em vigor. 

    Aqui na Flexa, nós temos trabalhado nessa direção; aproveitando a flexibilidade e a confiabilidade da AWS, bem como todo o arsenal de soluções da AWS, e também fornecendo assessoria aos nossos clientes. 

    Se precisar de ajuda, você já sabe: faça contato conosco!

    Sua empresa está preparada para a LGPD? Baixe agora nosso Guia completo sobre a Lei

  • Amazon Aurora: o que é e que benefícios oferece esse mecanismo

    Amazon Aurora: o que é e que benefícios oferece esse mecanismo

    O Amazon Aurora é um mecanismo de banco de dados relacional do Amazon Web Services. Ele é compatível com o MySQL, o que significa que códigos, aplicativos e drivers usados ​​em bancos de dados que dependem do MySQL podem ser usados ​​no Aurora com alterações mínimas ou inexistentes. O MySQL é um sistema de gerenciamento de banco de dados de código aberto baseado no Structured Query Language ( SQL ).

    Amazon RDS e Amazon Aurora

    O Amazon Relational Database Service  (RDS) gerencia os bancos de dados Aurora processando provisionamento, aplicação de patches, backup, recuperação e outras tarefas. Um desenvolvedor pode migrar para e de bancos de dados MySQL usando os utilitários mysqldump (export) e mysql import (import) ou usando o recurso de migração de Snapshot do DB do RDS. A migração de dados normalmente leva uma hora.

    Armazenamento

    O Aurora armazena um mínimo de 10 GB e escala automaticamente até um máximo de 64 TB. O serviço divide o volume de um banco de dados em blocos de 10 GB, espalhados por diferentes discos. Cada pedaço é replicado de seis maneiras em três zonas de disponibilidade da AWS  (AZs). 

    Recuperação

    Se os dados em um AZ falharem, o Aurora tentará recuperar dados de outro AZ. O Aurora também é auto-reparável, o que significa que realiza verificações automáticas de erros de blocos e discos de dados.

    Os desenvolvedores podem aumentar os recursos alocados a uma instância de banco de dados e melhorar a disponibilidade por meio do Amazon Aurora Réplicas, que compartilham o mesmo armazenamento que a  instância do Elastic Compute Cloud (EC2). 

    Uma réplica do Amazon Aurora pode ser promovida para uma instância primária sem perda de dados, o que ajuda na tolerância a falhas se a instância principal falhar. Se um desenvolvedor fez uma réplica do Aurora, o serviço falha automaticamente dentro de um minuto; leva cerca de 15 minutos para executar o failover sem uma réplica.

    Criptografia

    Por segurança, o Amazon Aurora criptografa dados em trânsito pelo Serviço de Gerenciamento de Chaves da AWS. Backups automáticos, instantâneos , dados inativos no armazenamento subjacente e réplicas no mesmo cluster também são criptografados. Além disso, as instâncias de banco de dados Aurora são criadas em um Amazon VPC, permitindo que os usuários isolem um banco de dados em sua rede para obter mais segurança.

    Serviço pay per use

    O Amazon é um serviço pago por uso no qual um usuário paga por instância; os clientes podem optar por preços sob demanda ou reserva . A AWS também cobra dos clientes por qualquer armazenamento que o Aurora use em incrementos de GB por mês e de acordo com a taxa de E / S (por milhão de solicitações).

    Aurora Serverless

    O Aurora Serverless é uma versão de dimensionamento automático e sob demanda do Amazon Aurora, o banco de dados relacional de alto desempenho criado para a nuvem. 

    Os administradores não precisam gerenciar instâncias de banco de dados com o Aurora Serverless, pois o banco de dados aumentará ou diminuirá com base nos requisitos e iniciará e desligará automaticamente quando necessário. 

    Esse modelo de banco de dados com sobrecarga mínima atrai tanto as startups quanto as grandes empresas. Uma equipe de TI pode implantar o Aurora Serverless para uma variedade de casos de uso, principalmente porque ele aumenta e diminui de acordo com os requisitos do aplicativo. 

    Por fim, é interessante saber que o banco de dados é adequado para um aplicativo com uma carga de trabalho variável ou imprevisível, sites que ocasionalmente veem um aumento no tráfego ou bancos de dados desigualmente distribuídos com saltos aleatórios nas consultas.

    Resumo dos benefícios do Amazon Aurora

    Os três principais benefícios do uso do Aurora estão relacionados à simplicidade, custo e segurança. Como mencionado, o Aurora é executado no Amazon RDS, portanto é a mesma interface da web que você já pode estar usando. 

    O trabalho pesado e a complexidade quando se trata de um banco de dados de nível corporativo na nuvem geralmente estão relacionados ao provisionamento, manutenção, dimensionamento, aplicação de patches, backups e atualizações necessários, mas o RDS lida com tudo isso. Para sua equipe, a configuração inicial é semelhante a um banco de dados de código aberto no RDS.

    Instâncias auto-reparáveis

    Além disso, as instâncias de banco de dados são auto-reparáveis, escalonáveis ​​e tolerantes a falhas, graças à conexão entre o Aurora e o Amazon S3 (Simple Storage Service), a plataforma de armazenamento de objetos que funciona em conjunto com as instâncias de bancos de dados relacionais empresariais.

    Baixo custo

    O custo desempenha um papel importante aqui, porque normalmente a expansão de seu projeto de Big Data exigiria um investimento enorme na infraestrutura. Com o Amazon Aurora, é possível adicionar até 15 réplicas de leitura por instância, simplesmente escolhendo essa opção. Não há gerenciamento, planejamento ou desenvolvimento de infraestrutura envolvido para atingir esse alto desempenho. 

    À medida que você aumenta, o Amazon S3 também aumenta para atender às necessidades de armazenamento, até 64 TB por instância.

    A redução é igualmente importante — as empresas não perdem o investimento que fizeram para lidar com os maiores projetos enquanto ele fica ocioso aguardando a próxima implantação maciça.

    Segurança

    A segurança do endpoint é um componente crítico de qualquer projeto de Big Data, especialmente na era das violações de dados e das informações expostas do usuário que são frequentemente vendidas na Dark Web. Se uma empresa como a Ford está experimentando projetos de Big Data com materiais ou componentes dentro de um veículo novo e sem aviso prévio, e os dados hackeados e expostos, isso pode ser um grande revés.

    O Aurora usa tecnologias como isolamento de rede, criptografia em repouso usando criptografia de chave e criptografia durante a transmissão de dados usando SSL. Também é importante observar que, como o Amazon Aurora usa o S3 para armazenamento, esse serviço também é altamente seguro — os dados subjacentes usados ​​no projeto Big Data são arquivados automaticamente no mesmo cluster. Há pouca oportunidade para vazamentos de dados quando o próprio banco de dados e o armazenamento estão tão intimamente vinculados.

    Nós conseguimos lhe mostrar o que é e quais são as vantagens do Amazon Aurora? Faça contato conosco para conversar com um de nossos especialistas e ver como esse mecanismo de banco de dados relacional pode ajudar sua empresa!