Categoria: Cloud

  • BitDefender: por que escolhê-la em sua estratégia de cibersegurança

    As estratégias de cibersegurança das empresas precisam evoluir no mesmo ritmo com que suas operações se adaptam à transformação digital. Isso porque o número de incidentes e fraudes não para de crescer, em todo o mundo.

    Para se ter uma ideia, malwares que roubam dados afetaram mais de 5% das organizações no Brasil somente em agosto de 2021, segundo estudo da Check Point Research. Em nível global, as perdas causadas por ransomwares chegaram à casa dos 20 bilhões de dólares no último ano. 

    Logo, é fundamental contar com soluções e serviços de proteção de dados. E uma das empresas que mais se destacam neste tipo de solução é a BitDefender — parceira da Flexa Cloud no Brasil —, sobre a qual vamos falar ao longo deste artigo! 

    O que é BitDefender?

    BitDefender é uma empresa romena de software antivírus e de segurança cibernética fundada em 2001. Desenvolve e vende soluções de antivírus, bem como outros produtos e serviços de segurança cibernética.

    Atualmente, a BitDefender possui aproximadamente 500 milhões de usuários em todo o mundo. Em agosto de 2017, o antivírus Bitdefender foi classificado em nono globalmente entre outros aplicativos anti-malware baseados no Windows.

    O Bitdefender GravityZone for Enterprise Security é um kit de auto configuração que pode ser implantado do datacenter para a nuvem. Este software pode ser usado para proteger uma variedade de endpoints, incluindo PCs físicos, servidores virtuais e opções baseadas em nuvem. 

    O software antivírus Bitdefender usa uma rede de dados de malware para se manter atualizado. Para pequenas e médias empresas, o antivírus Bitdefender oferece a solução Bitdefender GravityZone Business Security, que fornece recursos que incluem segurança de endpoint, opções de gerenciamento, anti-exploit, inspetor de processo e outras opções. 

    Por que escolher o Bitdefender Antivirus?

    Existem muitas soluções de TI populares que podem fornecer proteção antivírus às empresas. No entanto, uma rápida pesquisa online revela a razão pela qual tantas empresas optaram por trabalhar com o antivírus Bitdefender. 

    A empresa fornece pontuações consistentemente altas de detecção de antivírus e, além do monitoramento de antivírus, também oferece outros serviços. 

    Controle de dispositivos, filtragem da web, proteção de troca de e-mail, detecção de intrusão e suporte gratuito 24 horas são apenas algumas das vantagens. Suporte de máquina virtual, balanceamento de carga e compatibilidade com serviços estratégicos,

    Como a Flexa Cloud pode ajudar?

    A Flexa Cloud representa a BitDefender no Brasil, fornecendo soluções da empresa e prestando suporte aos clientes. 

    Nosso time de profissionais altamente qualificados está preparado para mergulhar nos desafios de proteção de dados da sua empresa, implementar a solução BitDefender ideal e prestar suporte adequado.

    Como sua empresa tem lidado com os desafios de cibersegurança? Quer conhecer as soluções BitDefender? Fale conosco agora mesmo!

  • Container na Prática: Veja gravação do webinar apresentado por Deivid Bitti

    Na última quarta-feira, 30 de setembro, o cientista chefe e fundador da Flexa Cloud, Deivid Bitti, apresentou o webinar ‘Container na Prática’. 

    O evento, realizado ao vivo no YouTube teve como público profissionais de TI iniciantes no tema da conteinerização. Os participantes assistiram por pouco mais de uma hora a uma exposição prática do conceito.

    Os tópicos apresentados foram:

    • Introdução ao Docker;
    • Visão geral sobre arquitetura Docker;
    • Como criar imagens em Docker; 
    • Como criar uma aplicação que roda em qualquer lugar.

    “O objetivo não é que você saia daqui sabendo a fundo sobre cluster kubernet… A ideia é demonstrar, de forma rápida e mais didática possível, como funciona o conceito de container, como ele se difere de máquina virtual, e porque as pessoas que trabalham com tecnologia precisam conhecê-lo — especialmente quem desenvolve aplicações”, disse Deivid Bitti logo na introdução.

    Conhecimentos prévios necessários para iniciar na conteinerização

    Deivid defendeu que alguns conhecimentos básicos precisam ser dominados para se começar a trabalhar com container. São eles:

    • Linux (instalação de pacotes, configuração etc.);
    • redes (roteamento, liberação de portas etc.);
    • configuração de aplicações (entender como as aplicações conectam em bancos de dados, caches e demais serviços do ecossistema).

    Em seguida, o executivo explicou o conceito de container e também de microsserviços. “Trata-se de você pegar uma aplicação monolítica, gigantesca, pesada, e quebrar em vários pedaços independentes entre si. Você consegue fazer com que cada um de seus microsserviços tenham independência e, inclusive, com tecnologias independentes”.

    Logo depois, o executivo realizou demonstrações práticas, que os participantes puderam acompanhar na tela. Ao final, ele abriu para perguntas.

    Confira, a seguir, a gravação completa do webinar Container na Prática:

    → Leia também: 

    O que você achou do webinar Container na Prática? Inscreva-se em nosso canal no YouTube para acompanhar nossos vídeos e ser informado sobre os próximos webinars!

  • O que é Container e quais os benefícios dessa tecnologia?

    O que é container? Qual a principal diferença entre container e máquina virtual? Quais são as vantagens de se usar essa tecnologia?

    Essas são as perguntas que Deivid Bitti, cientista chefe da Flexa Cloud, respondeu no vídeo que você vai ver a seguir.

    Confira!

    O que é Container

    “O que é container e como nós podemos utilizar essa tecnologia para modernizar nossas aplicações?

    Container é, basicamente, você pegar tudo o que sua aplicação precisa para ‘viver’ e existir e jogar em um único arquivo. Dessa forma, você garante que a aplicação vai rodar, não importa a versão da tecnologia que você está usando.

    Se a aplicação está conteinerizada, qualquer ambiente que suporte container Docker, por exemplo, vai conseguir rodá-la”.

    Diferenças entre Container e Máquina Virtual

    “A principal diferença entre o container e uma máquina virtual é que na máquina virtual, você pega um computador e ‘fatia” ele em diversos ‘pedaços’ pré-estabelecidos. 

    Então, você tem um servidor, por exemplo, com quatro CPUs e 16 gigas de memória RAM. Você consegue criar quatro servidores ali dentro com uma única CPU e 4 gigas de RAM. 

    Algumas tecnologias de virtualização permitem que você, inclusive, faça overused — fatie a máquina em ‘pedaços’ maiores do que a soma da máquina total. É mais ou menos isso: você está dividindo a máquina.

    Já no container, você utiliza a própria CPU e o kernel que já está rodando em sua máquina. Quando você pega, por exemplo, uma aplicação em PHP e transforma em um container, é como se estivesse transformando a aplicação inteira (todo o ambiente) em um executável, que o sistema operacional host consegue rodar como se fosse um programa. Assim, o tempo de carregamento das aplicações cai drasticamente, na comparação com uma máquina virtual.

    E como a sua aplicação está rodando já na dinâmica do sistema operacional, o gerenciamento de memória é realizado como se fosse uma aplicação nativa”.

    → Que tal, você entendeu o que é Container? Inscreva-se em nosso canal no YouTube para receber nossos vídeos assim que publicarmos!

  • DDMX potencializa infraestrutura de TI na AWS com ajuda da Flexa Cloud

    A DDMX é uma empresa especializada em soluções logísticas que utiliza a tecnologia para fornecer serviços de acordo com as necessidades específicas de cada cliente, a partir da análise e interpretação de dados.

    Situada em Itajubá, sul de Minas Gerais, a companhia tem atuação nacional e internacional, atendendo a clientes no Chile e na Argentina.

    As operações da DDMX começaram em 2009 e, desde então, experimentaram um crescimento vertiginoso, o que aumentou a necessidade de investir mais na infraestrutura de TI. Foi aí que a Flexa Cloud passou a fazer parte da história da companhia.

    Sobre isso vamos conversar neste artigo.
    Continue lendo para entender como a Flexa Cloud contribuiu para levar a infra de TI da DDMX para a Amazon Web Services (AWS)!

    Desafio

    Necessidade de melhorar a infra de TI para alçar voos maiores.

    Fábio Preti, diretor de TI da DDMX conta que a companhia começou ofertando ao mercado serviços de monitoramento de veículos e equipamentos. Logo, percebeu-se que os clientes precisavam de serviços ainda mais especializados. “O mercado buscava ferramentas que dessem suporte à decisão, então começamos a implementar soluções de telemetria e a apresentar estruturas de visualização de dados mais avançadas”.

    Foi então que nasceu o Fleet Expert, uma plataforma de auditoria e otimização de frotas, hoje a ferramenta mais avançada da DDMX. “O foco desse sistema é otimizar a operação do cliente em campo, reduzindo custos e aumentando os ganhos operacionais”, conta o executivo.

    Com sua base na Tecnologia da Informação, o crescimento da DDMX passou a demandar mais capacidade de infraestrutura. A conquista de clientes como a companhia distribuidora de energia elétrica ENEL tornou essa necessidade ainda mais flagrante.

    Solução

    Flexa Cloud ajuda a migrar a infra para a AWS.

    Um grande passo dado pela DDMX foi a migração para a Amazon Web Service (AWS). Para isso, a Flexa Cloud foi a parceira ideal, conforme conta Fábio Preti. 

    “O primeiro papel da Flexa foi a nacionalização do billing. Em seguida, para atender clientes do porte da ENEL, precisávamos configurar a infra na AWS seguindo padrões internacionais rígidos; mais uma vez a Flexa nos ajudou desde o planejamento até a execução do projeto”, afirma o executivo.

    Para Preti, a maneira colaborativa como o trabalho é realizado com a Flexa fez toda a diferença nos passos maiores que a DDMX passou a dar. “Conseguimos chegar ao modelo que a ENEL exigia com ajuda da Flexa. Toda a configuração, o suporte, o setup inicial, além do gerenciamento da infra na AWS nos são entregues pela Flexa”.

    Segundo Deivid Bitti, CTO na Flexa, foram utilizadas as técnicas mais modernas disponíveis na AWS, como a solução Fargate que é um mecanismo de computação sem servidor para contêineres utilizado com o Amazon Elastic Container Service (ECS), apropriado para aplicativos de missão crítica. 

    A Flexa ainda implementou instâncias spot dentro desse cenário, o que proporcionou reduções expressivas de custo.

    Resultados

    Flexa Cloud ampara o avanço da DDMX gerenciando a infra de TI na AWS.

    “Após o sucesso do projeto da ENEL, nós pensamos: por que não trazer a Flexa para dentro da infra da própria DDMX? Fizemos isso, com foco total na implementação dos melhores padrões de infraestrutura de TI no mercado”, conta Preti.

    O executivo diz que é com bastante entusiasmo que a DDMX olha para sua jornada e se orgulha de ter uma infraestrutura de TI de primeira grandeza. “O papel da Flexa foi fundamental para isso. Como diretor de TI, super indico a Flexa para as empresas que estão iniciando e querem entrar no mercado com os melhores padrões de infraestrutura da AWS, mas também para aquelas que querem uma migração de sucesso”.

    → Confira, a seguir, o depoimento completo de Fábio Preti, diretor de TI da DDMX: 

    Sua empresa já está preparada para aproveitar as vantagens da infra de TI na AWS? Se você quer obter resultados tão significativos quanto esses da DDMX, fale conosco agora mesmo!

  • O que é Docker HUB?

    O que é Docker HUB?

    Talvez você tenha pesquisado para entender o conceito de Docker HUB. Aqui está uma resposta bem prática.

    No vídeo abaixo, Deivid Bitti, cientista chefe da Flexa Cloud explica o que é Docker HUB e também responde às seguintes perguntas:

    • como criar uma imagem de um container?
    • como a imagem deve mantida? 
    • para quais tipos de aplicações pode ser utilizado?
    • quais empresas utilizam container hoje?

    Confira!

    O que é Docker Hub

    O Docker Hub é um repositório público de imagens de containers, onde diversas empresas e pessoas podem publicar imagens pré-compiladas de soluções. Essas soluções incluem desde WordPress até Magento e outras aplicações diversas.

    Docker Hub O que é

    O que é uma imagem de container

    “Uma vez que eu preciso empacotar em um arquivo todos os  artefatos que compõem minha aplicação, eu preciso de um arquivo que escreve essa imagem e esse arquivo chama-se Dockerfile. Com o Dockerfile, você escreve o que vai acontecer na hora de criar sua imagem.

    Uma vez que eu criei minha imagem, ele vai gerar um arquivo que pode ser compartilhado, publicado e armazenado tanto localmente quanto em repositórios públicos e privados.

    E para que você possa manter essas imagens, a própria Amazon Web Services (AWS) disponibiliza um serviço chamado Amazon ECR, onde é possível publicar imagens privadas — com segurança e total performance. 

    Um outro atributo muito importante do Amazon ECR é: uma vez que sobe a imagem, você tem a opção de fazer um scan de todas as vulnerabilidades que possam existir bibliotecas que a estão compondo.   

    Uma vez que eu subi essa imagem num repositório, posso atualizá-la sempre que precisar; e também estancear uma versão nova da aplicação, a imagem estará previamente atualizada”.

    Em quais aplicações pode-se utilizar Docker

    “Basicamente, 100% de qualquer aplicação que rode em Linux hoje suporta Docker. A própria Microsoft está migrando muitos de seus sistemas para Linux para usufruir dessa vantagem que é poder transformar sua aplicação em Dockerfile.

    Existem algumas situações onde é possível também rodar aplicações Windows, principalmente aquelas que são de back-end — em container Windows 2016 em diante. Mas nem se compara com as vantagens da aplicação rodando no Linux”.

    Quais empresas utilizam o Docker

    “Praticamente 100% das grandes empresas rodam suas séries de produção utilizando containers hoje. Aqui na Flexa Cloud temos dezenas de clientes com centenas de serviços rodando em container, utilizando os recursos de conteinerização da Amazon Web Services — aplicações altamente escaláveis, com segurança, performance e, principalmente, portabilidade.

    Uma vez que eu conteinerizei minha aplicação, eu não tenho que me preocupar com servidor onde ela vai rodar; não tem todo aquele processo pesado de gerência de configuração que é: os requisitos que minha aplicação precisa terem de ser instalados previamente. 

    A única coisa necessária no servidor é o Docker rodando e toda a sua dependência vai estar empacotada”. 

    → Que tal, você consegui entender o que é Docker Hub? Inscreva-se em nosso canal no YouTube para acompanhar os vídeos que publicamos!

    Flexa

  • Como criar um ambiente escalável com container na AWS?

    É possível criar um ambiente escalável com container na AWS? Essa é uma dúvida comum para quem ainda tem dúvidas sobre Container.

    Deivid Bitti, cientista chefe da Flexa Cloud explica essa abordagem padrão para empacotar código, configurações e dependências de aplicativo em um único objeto.

    No vídeo a seguir, você também tem uma explicação de como se dá essa escalabilidade na Amazon Web Service por meio da conteinerização. 

    Confira!

    Containers são escaláveis?

    “Não existe outra forma de escalar sua aplicação tão rapidamente que não seja através de containers. Pela redução do tempo de boot, que você não vai ter, pois as máquinas estarão previamente ligadas.

    E uma outra coisa muito importante: à medida que eu empacotei toda minha aplicação, e tenho diversos ambientes — desenvolvimento, homologação e produção, por exemplo —, consigo de forma muito rápida empacotar de forma que as variáveis de ambiente daquele container descrevam as configurações que eu preciso ter. 

    Então posso ter ambientes de desenvolvimento, homologação e produção exatamente idênticos, garantindo que vou ter capacidade de reproduzir qualquer versão. As únicas coisas que muda são, por exemplo, usuário e senha do bancos.

    É a melhor forma hoje de se fazer uma trilha de desenvolvimento da sua aplicação. Isso porque uma vez que a aplicação está dockerizada, garantimos que não faltou nada. Tudo o que a aplicação precisa para funcionar está intrinsecamente ligada a ela. 

    Uma outra coisa bacana é que o próprio dockerfile é versionado junto com a aplicação. Assim, o próprio desenvolvedor controla o ambiente que a aplicação precisa para poder rodar.

    Isso é importante, pois uma vez que é preciso rodar em em produção, não é necessário ter todo um time de operação para instalar — e aqueles manuais gigantes de instalação”. 

    Como a Flexa Cloud pode ajudar?

    “A Flexa é o grande parceiro da Amazon. Nós temos expertise experiência para rodar aplicações de altíssima demanda em ambiente conteinerizado da Amazon.

    A Amazon possui diversos serviços. O principal deles, que nós utilizamos muito, é o AWS Fargate, que dispensa servidores para rodar containers. A gente simplesmente põe o container e roda em uma task. A vantagem disso é: se sua aplicação precisar rodar para milhares de containers, a própria Amazon já tem um pool de servidores disponível. Não é necessário gerenciar servidor, não há preocupação com tempo de boot.

    Uma outra vantagem do AWS Fargate Spot, com o qual é possível reduzir até 90% o custo de uma task desde que se garanta a resiliência dela. 

    Outra vantagem da Amazon é que ela tem diversos serviços  integrados. Por exemplo, o AWS Elastic File System (EFS), que é como se fosse um drive de rede onde é possível rodar, em todos os containers, no ambiente Fargate. 

    A Amazon, em matéria de container, é hoje a melhor arquitetura para rodar qualquer aplicação que precise escalar rápido, com altíssima demanda. E você vai pagar pelo segundo da task que precisou.

    Nós temos clientes hoje que em horários normais precisam, por exemplo, de duas tasks; mas durante um horário de pico, precisam de 30/40 tasks. Eles pagam apenas CPU e memória dos segundos das tasks utilizadas no período de pico.

    Isso causa uma queda drástica no custos, algo muito superior a qualquer outra solução do mercado”.

    → Nós conseguimos lhe mostrar como é possível criar um ambiente escalável com container na AWS? Inscreva-se em nosso canal do YouTube para não perder nenhum dos nossos vídeos!

  • Banco SEMEAR melhora Inteligência de Dados com ajuda da Flexa Cloud

    Com novo EDW, a instituição financeira conseguiu inclusive vencer os desafios da pandemia do COVID-19 e segue inovando.

    Inspirar o uso consciente de soluções financeiras sempre foi a missão do SEMEAR, um banco múltiplo e com atuação em todo o território nacional. Alcançando a marca de 2 milhões de clientes, a instituição, fundada em 2006, vem dedicando esforços na melhoria contínua da gestão operacional, impulsionada pela evolução do seu arcabouço tecnológico e automação dos processos.

    De acordo com o CEO, Roberto Azevedo, a inovação tem sido empregada como uma busca constante pela eficiência, em todos os níveis da empresa. “Os projetos de tecnologia administrados internamente estão divididos em diversas frentes e envolvem todo o parque tecnológico do SEMEAR que vem passando por uma grande transformação para suportar e garantir controles e escalabilidade para os negócios e produtos em um ambiente digital”, afirma.

    Eleita como a segunda Melhor Empresa na categoria Inovação no setor bancário pelo Anuário 360ª Época, o objetivo da instituição é atender as demandas dos seus clientes, oferecendo serviços de qualidade, com agilidade e praticidade.

    Um dos grandes destaques do Banco SEMEAR está em sua atuação no Varejo, segmento para o qual disponibiliza operações de CDCE (crédito direto ao consumidor estruturado) convertendo-se em um importante parceiro para grandes varejistas. 

    Neste artigo, você vai ver como a instituição potencializou seus resultados ao investir em melhorias em sua estratégia de Inteligência de Dados. 

    Acompanhe!

    Desafio: consolidar diversos bancos de dados em um único ambiente  

    “Em 2019 precisávamos melhorar o nosso sistema de BI, uma solução caseira construída ao longo de 3 anos que vinha apresentando problemas com a demora na geração dos resultados. O processamento inicial consumia alguns minutos, mas com o passar do tempo já precisava de mais de uma hora para concluir o processamento”, conta Júlio Caldas, responsável pela área de Inteligência de Dados do Banco Semear. 

    O executivo conta que precisava também criar uma camada de dashboards e relatórios de tendências, KPIs que direcionassem decisões do negócio. Para tal, era importante consolidar diversos bancos de dados em um único ambiente.

    Responsável pela manutenção e evolução das aplicações da área de Dados que ajudam a tomada de decisões dos diversos níveis da instituição, seja operacional, gerencial ou estratégico, Júlio Caldas foi em busca de serviços de cloud computing que ajudassem a superar esse desafio. 

    “Precisávamos rever nossa situação tecnológica para atender as necessidades de todas as áreas de forma rápida, confiável e escalável. O banco nesta época já realizava vários movimentos em direção à nuvem e esse foi o caminho que seguimos”, afirma. 

    Solução: construção do novo EDW (Enterprise Data Warehouse)

    Então iniciou-se um projeto no qual várias soluções em nuvem foram avaliadas. A aplicação escolhida devia suportar bases de dados capazes de armazenar grandes volumes de informações e fornecer respostas rápidas. 

    “Este processo de seleção da tecnologia foi interno e após a escolha precisávamos de um fornecedor com experiência para termos maior garantia de sucesso”, explica Júlio Caldas.

    A Flexa Cloud entrou em campo 

    Após avaliar alguns fornecedores, o Banco Semear fechou contrato com a Flexa Cloud e iniciou o projeto de construção do novo EDW (Enterprise Data Warehouse). 

    O trabalho demandava uma ferramenta de orquestração de tarefas (ETL), transferência segura dos dados entre os sistemas (on-premise) e a nuvem, processamento de visões dimensionais e finalmente a apresentação dos resultados para os usuários de forma simples e fácil através de dashboards (painéis de visualização) seja via browser ou celular (smartphone).

    Resultados: apenas três meses depois, o Banco Semear  

    Júlio Caldas conta que a estratégia do projeto foi de obter resultados incrementais. “Seguindo a metodologia Ágil definimos um pequeno escopo e um prazo curto de execução. Em pouco mais de trê meses já estávamos apresentando os primeiros resultados para algumas áreas de negócio do banco e através de feedback recorrentes fomos aprimorando as informações e construindo o EDW”. 

    A Inteligência de Dados do Banco Semear reduziu os impactos da pandemia

    Com a pandemia do COVID-19, o projeto do EDW tornou-se ainda mais relevante para o Banco Semear. 

    Nas palavras de Júlio Caldas, “muitas informações que foram necessárias neste momento único que passou a humanidade não estavam disponíveis no tempo exigido. Graças ao acesso estruturado aos dados e à capacidade de computação das tecnologias envolvidas pudemos fornecer informações confiáveis e rápidas que ajudaram nas decisões estratégicas do banco”. 

    Hoje, comemora o executivo, o projeto foi internalizado pelo banco através da absorção de parte dos conhecimentos da equipe da Flexa Cloud. 

    “Seguimos construindo o EDW que a cada dia se torna mais relevante e fundamental para a dinâmica da operação do banco. Atualmente estamos expandindo as fronteiras para que os próprios clientes corporativos tenham acesso às informações e possam se beneficiar delas”.

    De acordo com Júlio Caldas, a participação da Flexa Cloud foi fundamental no sucesso desse projeto. 

    “A equipe da Flexa atuou no projeto de forma profissional e dedicada. Em função disso, sinto-me confortável em poder recomendar os serviços a outras empresas; tenho certeza de que receberão a mesma atenção que o Banco Semear recebeu”.

    → Confira, a seguir, o depoimento de Júlio Caldas, responsável pela Inteligência de Dados do Banco Semear:

    Que tal, o que você achou do case de sucesso do Banco Semear?

    Quer saber como os serviços da Flexa Cloud podem elevar a inteligência de dados em sua empresa?

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  • Ouça: Gustavo Martinelli, advogado especialista em Direito Digital, fala sobre a LGPD

    A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) estabelece regras para a coleta, manipulação, armazenamento e compartilhamento de dados pessoais gerenciados pelas organizações brasileiras e que atuam no território nacional.

    A previsão era que essa nova legislação entrasse em vigor em agosto de 2020, mas, por conta da pandemia do coronavírus (Covid-2019), foi adiada para 2021.

    Nós conversamos com o Dr. Gustavo Gobi Martinelli, advogado especialista em Direito Digital e professor universitário que nos contou sobre a importância da LGPD. Ele também falou sobre os impactos da lei para as empresas e o que os gestores precisam fazer para se adaptar a essa nova realidade jurídica.

    Confira em áudio, a seguir, os principais pontos levantados pelo especialista: 

    O que é a LGPD e por que é importante prestar atenção a ela

    Nestes primeiros minutos da entrevista, o Dr. Gustavo Gobi Martinelli explica o que é a LGPD, por que ela surgiu e em que contexto está inserida.

    Como a LGPD se relaciona com a GDPR

    Entenda agora como a LGPD está relacionada com o Regulamento Geral de Proteção de Dados Pessoais (GDPR), da União Europeia:

    Como as empresas serão impactadas pela LGPD

    Também é fundamental entender quais são os impactos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais nas empresas. E o especialista nos dá um overview sobre isso. Confira:

    As empresas brasileiras estão preparadas para a LGPD?

    O especialista também aponta que há muito a se fazer para que as empresas se adequem à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. Ele explica ainda quem é o profissional responsável pelo tratamento da LGDP nas empresas. Ouça:

    → Clientes Flexa têm mais facilidade para se adequar à LGPD

    Os especialistas em conformidade, proteção de dados e segurança da AWS têm trabalhado com clientes em todo o mundo para responder dúvidas e ajudá-los a se preparar para a execução de cargas de trabalho na nuvem após a LGPD entrar em vigor. 

    Aqui na Flexa, nós temos trabalhado nessa direção; aproveitando a flexibilidade e a confiabilidade da AWS, bem como todo o arsenal de soluções da AWS, e também fornecendo assessoria aos nossos clientes. 

    Se precisar de ajuda, você já sabe: faça contato conosco!

    Sua empresa está preparada para a LGPD? Baixe agora nosso Guia completo sobre a Lei

  • Amazon Aurora: o que é e que benefícios oferece esse mecanismo

    Amazon Aurora: o que é e que benefícios oferece esse mecanismo

    O Amazon Aurora é um mecanismo de banco de dados relacional do Amazon Web Services. Ele é compatível com o MySQL, o que significa que códigos, aplicativos e drivers usados ​​em bancos de dados que dependem do MySQL podem ser usados ​​no Aurora com alterações mínimas ou inexistentes. O MySQL é um sistema de gerenciamento de banco de dados de código aberto baseado no Structured Query Language ( SQL ).

    Amazon RDS e Amazon Aurora

    O Amazon Relational Database Service  (RDS) gerencia os bancos de dados Aurora processando provisionamento, aplicação de patches, backup, recuperação e outras tarefas. Um desenvolvedor pode migrar para e de bancos de dados MySQL usando os utilitários mysqldump (export) e mysql import (import) ou usando o recurso de migração de Snapshot do DB do RDS. A migração de dados normalmente leva uma hora.

    Armazenamento

    O Aurora armazena um mínimo de 10 GB e escala automaticamente até um máximo de 64 TB. O serviço divide o volume de um banco de dados em blocos de 10 GB, espalhados por diferentes discos. Cada pedaço é replicado de seis maneiras em três zonas de disponibilidade da AWS  (AZs). 

    Recuperação

    Se os dados em um AZ falharem, o Aurora tentará recuperar dados de outro AZ. O Aurora também é auto-reparável, o que significa que realiza verificações automáticas de erros de blocos e discos de dados.

    Os desenvolvedores podem aumentar os recursos alocados a uma instância de banco de dados e melhorar a disponibilidade por meio do Amazon Aurora Réplicas, que compartilham o mesmo armazenamento que a  instância do Elastic Compute Cloud (EC2). 

    Uma réplica do Amazon Aurora pode ser promovida para uma instância primária sem perda de dados, o que ajuda na tolerância a falhas se a instância principal falhar. Se um desenvolvedor fez uma réplica do Aurora, o serviço falha automaticamente dentro de um minuto; leva cerca de 15 minutos para executar o failover sem uma réplica.

    Criptografia

    Por segurança, o Amazon Aurora criptografa dados em trânsito pelo Serviço de Gerenciamento de Chaves da AWS. Backups automáticos, instantâneos , dados inativos no armazenamento subjacente e réplicas no mesmo cluster também são criptografados. Além disso, as instâncias de banco de dados Aurora são criadas em um Amazon VPC, permitindo que os usuários isolem um banco de dados em sua rede para obter mais segurança.

    Serviço pay per use

    O Amazon é um serviço pago por uso no qual um usuário paga por instância; os clientes podem optar por preços sob demanda ou reserva . A AWS também cobra dos clientes por qualquer armazenamento que o Aurora use em incrementos de GB por mês e de acordo com a taxa de E / S (por milhão de solicitações).

    Aurora Serverless

    O Aurora Serverless é uma versão de dimensionamento automático e sob demanda do Amazon Aurora, o banco de dados relacional de alto desempenho criado para a nuvem. 

    Os administradores não precisam gerenciar instâncias de banco de dados com o Aurora Serverless, pois o banco de dados aumentará ou diminuirá com base nos requisitos e iniciará e desligará automaticamente quando necessário. 

    Esse modelo de banco de dados com sobrecarga mínima atrai tanto as startups quanto as grandes empresas. Uma equipe de TI pode implantar o Aurora Serverless para uma variedade de casos de uso, principalmente porque ele aumenta e diminui de acordo com os requisitos do aplicativo. 

    Por fim, é interessante saber que o banco de dados é adequado para um aplicativo com uma carga de trabalho variável ou imprevisível, sites que ocasionalmente veem um aumento no tráfego ou bancos de dados desigualmente distribuídos com saltos aleatórios nas consultas.

    Resumo dos benefícios do Amazon Aurora

    Os três principais benefícios do uso do Aurora estão relacionados à simplicidade, custo e segurança. Como mencionado, o Aurora é executado no Amazon RDS, portanto é a mesma interface da web que você já pode estar usando. 

    O trabalho pesado e a complexidade quando se trata de um banco de dados de nível corporativo na nuvem geralmente estão relacionados ao provisionamento, manutenção, dimensionamento, aplicação de patches, backups e atualizações necessários, mas o RDS lida com tudo isso. Para sua equipe, a configuração inicial é semelhante a um banco de dados de código aberto no RDS.

    Instâncias auto-reparáveis

    Além disso, as instâncias de banco de dados são auto-reparáveis, escalonáveis ​​e tolerantes a falhas, graças à conexão entre o Aurora e o Amazon S3 (Simple Storage Service), a plataforma de armazenamento de objetos que funciona em conjunto com as instâncias de bancos de dados relacionais empresariais.

    Baixo custo

    O custo desempenha um papel importante aqui, porque normalmente a expansão de seu projeto de Big Data exigiria um investimento enorme na infraestrutura. Com o Amazon Aurora, é possível adicionar até 15 réplicas de leitura por instância, simplesmente escolhendo essa opção. Não há gerenciamento, planejamento ou desenvolvimento de infraestrutura envolvido para atingir esse alto desempenho. 

    À medida que você aumenta, o Amazon S3 também aumenta para atender às necessidades de armazenamento, até 64 TB por instância.

    A redução é igualmente importante — as empresas não perdem o investimento que fizeram para lidar com os maiores projetos enquanto ele fica ocioso aguardando a próxima implantação maciça.

    Segurança

    A segurança do endpoint é um componente crítico de qualquer projeto de Big Data, especialmente na era das violações de dados e das informações expostas do usuário que são frequentemente vendidas na Dark Web. Se uma empresa como a Ford está experimentando projetos de Big Data com materiais ou componentes dentro de um veículo novo e sem aviso prévio, e os dados hackeados e expostos, isso pode ser um grande revés.

    O Aurora usa tecnologias como isolamento de rede, criptografia em repouso usando criptografia de chave e criptografia durante a transmissão de dados usando SSL. Também é importante observar que, como o Amazon Aurora usa o S3 para armazenamento, esse serviço também é altamente seguro — os dados subjacentes usados ​​no projeto Big Data são arquivados automaticamente no mesmo cluster. Há pouca oportunidade para vazamentos de dados quando o próprio banco de dados e o armazenamento estão tão intimamente vinculados.

    Nós conseguimos lhe mostrar o que é e quais são as vantagens do Amazon Aurora? Faça contato conosco para conversar com um de nossos especialistas e ver como esse mecanismo de banco de dados relacional pode ajudar sua empresa!

  • Amazon RDS: o que é e como funciona o Relational Database Service da AWS

    Amazon RDS: o que é e como funciona o Relational Database Service da AWS

    Amazon Relational Database Service (Amazon RDS) é um serviço de banco de dados SQL gerenciado fornecido pelo Amazon Web Services ( AWS ). O Amazon RDS suporta uma variedade de mecanismos de banco de dados para armazenar e organizar dados e ajuda nas tarefas de gerenciamento de banco de dados, como migração,  backup, recuperação e  aplicação de patches. 

    Neste artigo, além de entender o conceito de Relational Database Service, você vai ver como funciona o Amazon RDS, líder neste mercado.
    Confira! , antes de seguir, que tal, nós conseguimos lhe apresentar o Amazon RDS? Faça contato conosco para ter uma explicação detalhada de um de nossos especialistas, faremos uma análise sem custo do seu ambiente atual e criaremos um plano que te levará ao sucesso na sua gestão de bancos de dados, boa leitura!

    Para que serve o Amazon RDS

    Um administrador de nuvem usa o Amazon RDS para configurar, gerenciar e dimensionar uma instância de banco de dados relacional  na nuvem. 

    O serviço também faz backup automaticamente das instâncias do banco de dados RDS, captura uma captura instantânea diária de dados e retém os logs de transações para permitir a recuperação point-in-time. Esse recurso permite gerar uma cópia do banco, no estado que ele estava,  um segundo antes de uma determinada falha, facilitando de maneira, quase que imediata, a solução do problema..

    O RDS também corrige automaticamente o software do mecanismo de banco de dados.

    Para aprimorar a disponibilidade e a confiabilidade das cargas de trabalho de produção, o Amazon RDS permite a  replicação. 

    O administrador também pode ativar o failover automático em várias zonas de disponibilidade com replicação de dados síncrona.

    E, normalmente, os usuários da AWS controlam o Amazon RDS por meio do AWS Management Console, APIs do Amazon RDS ou da AWS Command Line Interface.

    Instâncias do banco de dados Amazon RDS

    Normalmente, o administrador de banco de dados pode criar, configurar, gerenciar e excluir uma instância do Amazon RDS, que é um ambiente de banco de dados em nuvem, juntamente com os recursos de computação e armazenamento que usa. Dependendo do mecanismo de banco de dados escolhido pelo administrador, ele ou ela pode ativar vários bancos de dados ou esquemas .

    O Amazon RDS limita cada cliente a um total de 40 instâncias de banco de dados por conta. A AWS impõe limitações adicionais para instâncias do Oracle e SQL Server — um usuário pode ter apenas até 10 de cada.

    Mecanismos de banco de dados Amazon RDS

    Um usuário da AWS pode ativar seis tipos de mecanismos de banco de dados no Amazon RDS:

    • RDS para MySQL — compatível com o sistema de gerenciamento de banco de dados relacional de código aberto do MySQL ;
    • RDS para PostgreSQL —- compatível com o sistema de gerenciamento de banco de dados objeto-relacional de código aberto do PostgreSQL ;
    • RDS para MariaDB — compatível com MariaDB , uma ramificação do MySQL desenvolvida pela comunidade;
    • RDS para SQL Server — compatível com o Microsoft SQL Server , um sistema de gerenciamento de banco de dados relacional;
    • RDS para Oracle Database — compatível com várias edições do Oracle Database , incluindo várias versões traga sua própria licença e versões incluídas na licença; e
    • Amazon Aurora — compatível com MySQL e PostgreSQL, um mecanismo de banco de dados relacional proprietário da AWS.

    O Amazon RDS adiciona suporte para versões principais e secundárias dos mecanismos de banco de dados ao longo do tempo, e um administrador pode especificar uma versão do mecanismo quando ele cria uma instância de banco de dados. 

    Na maioria dos casos, o Amazon RDS pode oferecer suporte a códigos, aplicativos e ferramentas de desenvolvedor que já estão em uso com bancos de dados existentes.

    A AWS fornece outros serviços de banco de dados, como os bancos de dados DynamoDB for NoSQL, Amazon Neptune for graph e o AWS Database Migration Service para facilitar as transferências e transformações do banco de dados.

    Resumo dos recursos e benefícios do Amazon RDS

    O RDS foi projetado para reduzir custos operacionais e superar alguns desafios comuns que as empresas enfrentam ao executar bancos de dados por meio de ferramentas como MySQL. Seus principais benefícios incluem:

    • Escalonamento preciso e independente: uma solução baseada em hardware pode causar ineficiências no gerenciamento do banco de dados, porque os recursos (CPU, memória, armazenamento etc.) são agrupados. O RDS permite que os desenvolvedores alterem facilmente esses fatores independentemente, para que possam ajustá-los às necessidades de seus bancos de dados.
    • Facilidade de implementação: como o RDS se integra a aplicativos de banco de dados comuns, os desenvolvedores podem continuar trabalhando nos programas com os quais eles já estão familiarizados.
    • Automação de processos: backups de bancos de dados, aplicação de patches de software, detecção de falhas e recuperação fazem parte do gerenciamento contínuo do banco de dados que pode levar a custos significativos. O Amazon RDS os automatiza para reduzir os encargos administrativos.
    • Segurança: O Amazon RDS restringe o acesso às instâncias do banco de dados, onde são necessários privilégios avançados, e evita o acesso ao shell. Sua integração com a AWS torna possível gerenciar bancos de dados na Virtual Private Cloud (VPC) e expandir os recursos de segurança com o AWS Identity and Access Management (IAM).
    • Confiabilidade e disponibilidade: o Amazon RDS inclui replicação que permite alta disponibilidade em bancos de dados de alta prioridade e failover automático se um banco de dados primário ficar indisponível.
    • Custo: as opções de preço da Amazon para o RDS incluem taxas por demanda e por hora, adaptadas às demandas reais de recursos dos aplicativos de banco de dados
    • Implementação mais rápida: o RDS supera a necessidade de provisionamento e investimento em recursos de hardware, acelerando o tempo desde a concepção até a implantação.

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  • WAF: o que é e como funciona o firewall de aplicativo da web da AWS

    Um firewall de aplicativo da web (web application firewall — WAF) é um  firewall  que monitora, filtra e bloqueia pacotes de dados à medida que eles viajam de e para um site ou aplicativo da web. Um WAF pode ser baseado em rede, host ou nuvem e geralmente é implantado por meio de um proxy reverso e colocado na frente de um ou mais sites ou aplicativos.

    Neste artigo, além de se aprofundar no conceito de WAF, você vai entender como funciona o serviço da AWS dentro dele.

    Confira!

    O que é WAF

    Os firewalls de aplicativos da Web são um controle de segurança comum usado pelas empresas para proteger os sistemas da Web contra  explorações de dia zero , infecções por malware, representação e outras ameaças e vulnerabilidades conhecidas e desconhecidas. 

    Por meio de inspeções personalizadas, um WAF é capaz de detectar e impedir imediatamente várias das falhas de segurança de aplicativos Web mais perigosas, que firewalls de rede tradicionais e outros sistemas de detecção de intrusões ( IDSes ) e   sistemas de prevenção de intrusões (IPSes) podem não ser capazes de fazer. 

    WAFs são especialmente úteis para empresas que fornecem produtos ou serviços pela Internet, como compras por comércio eletrônico, serviços bancários on-line e outras interações entre clientes ou parceiros de negócios.

    Como funciona o WAF

    Na prática, um WAF analisa solicitações HTTP (Hypertext Transfer Protocol) e aplica um conjunto de regras que definem quais partes dessa conversa são benignas e quais são maliciosas. 

    As principais partes das conversas HTTP analisadas por um WAF são solicitações GET e POST. Solicitações GET são usadas para recuperar dados do servidor, e solicitações POST são usadas para enviar dados a um servidor para alterar seu estado.

    Um WAF pode adotar duas abordagens para analisar e filtrar o conteúdo contido nessas solicitações HTTP:

    1. Lista de permissões: uma abordagem de lista de permissões significa que o WAF negará todas as solicitações por padrão e permitirá apenas solicitações confiáveis. Ele fornece uma lista de quais endereços IP são conhecidos por serem seguros. A lista de permissões é menos intensiva em recursos que a lista negra. A desvantagem de uma abordagem da lista de permissões é que ela pode bloquear intencionalmente tráfego benigno. Embora ele projete uma rede ampla e possa ser eficiente, também pode ser impreciso.
    2. Lista negra: uma abordagem de lista negra tem como padrão permitir a passagem de pacotes e usa assinaturas predefinidas para bloquear o tráfego malicioso da Web e proteger as vulnerabilidades de sites ou aplicativos da Web. É uma lista de regras que indicam pacotes maliciosos. A lista negra é mais apropriada para sites públicos e aplicativos da Web, pois eles recebem muito tráfego de endereços IP desconhecidos que não são maliciosos ou benignos. A desvantagem de uma abordagem de lista negra é que ela consome mais recursos; requer mais informações para filtrar pacotes com base em características específicas, em vez de usar como padrão os endereços IP confiáveis.

    O WAF também pode ser uma combinação híbrida das duas abordagens de filtro listadas anteriormente. Este modelo de segurança híbrido usa elementos da lista negra e da lista branca.

    O AWS WAF 

    O AWS WAF, da Amazon Web Services, fornece controle sobre como o tráfego atinge seus aplicativos, permitindo criar regras de segurança que bloqueiam padrões de ataque comuns, como injeção de SQL ou scripts entre sites, e regras que filtram padrões de tráfego específicos definidos por você. 

    Você pode começar rapidamente usando as Regras gerenciadas do AWS WAF, um conjunto pré-configurado de regras gerenciadas pela AWS ou pelo AWS Marketplace Sellers. 

    As Regras gerenciadas do WAF abordam questões como os 10 principais riscos de segurança da OWASP. Essas regras são atualizadas regularmente conforme surgem novos problemas. 

    O AWS WAF inclui uma API multifuncional que você pode usar para automatizar a criação, a implantação e a manutenção de regras de segurança.

    Com o AWS WAF, você paga somente pelo que for usado. A definição de preço baseia-se em quantas regras você implanta e em quantas solicitações o seu aplicativo recebe. Não há compromissos antecipados.

    Você pode implantar o AWS WAF no Amazon CloudFront como parte de uma solução de CDN, no Application Load Balancer que fica na frente dos servidores web ou de origem executados no EC2 ou no Amazon API Gateway para suas APIs.

    Aqui estão os principais benefícios que você pode obter com o AWS WAF:

    • Proteção ágil contra ataques da web;
    • Economia de tempo com regras gerenciadas;
    • Melhor visibilidade de tráfego da web;
    • Facilidade de implantação e manutenção;
    • Proteção econômica de aplicativos da web;
    • Segurança integrada com o modo como você desenvolve aplicativos.

    O WAF no contexto da LGPD

    Para finalizar, é importante destacar que um firewall de aplicativo da web é um serviço fundamental neste momento em que as empresas brasileiras devem se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

    Como sabemos, a LGPD é a legislação que trata da forma como os dados pessoais dos cidadãos brasileiros são armazenados e processados. Ela traz uma série de regras as quais as organizações precisam se adequar para proteger a privacidade aos seus clientes, e também garantir que os proprietários de seus dados pessoais sejam os únicos detentores de seus direitos.

    Neste sentido, mesmo que a empresa faça tudo corretamente, mas não possua mecanismos para proteger suas aplicações, pode ser vítima de fraudes — e também nestes casos, são responsáveis pela maneira com que os dados pessoais dos cidadãos são tratadas. 

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  • AWS reconhece excelência da Flexa Cloud em serviços do Amazon EC2 para Microsoft Windows Server

    A Flexa Cloud foi mais uma vez reconhecida pela Amazon Web Service. Dessa vez com a designação “AWS Service Delivery”, que reúne os parceiros com experiência e profundo conhecimento de serviços específicos da AWS.

    No detalhe, a Flexa entrou para o seleto grupo de parceiros AWS reconhecidos por suas entregas do Amazon EC2 para Microsoft Windows Server. Isso significa que a AWS reconhece a empresa como preparada para planejar, implementar e gerenciar a migração para a nuvem e a modernização de soluções baseadas no Windows.

    Para tal, a Flexa passou por uma validação técnica rigorosa provando que segue as melhores práticas para os serviços da AWS. A companhia também provou ter sucesso no fornecimento das soluções AWS no Brasil.

    Os serviços da AWS com designações no AWS Service Delivery Program são escolhidos com base em vários fatores, incluindo uma alta demanda dos clientes por parceiros APN validados e experientes para ajudá-los a obter sucesso com esse serviço. 

    Segundo a AWS, a avaliação considera diversos pontos. “Desde ajudar os clientes a executar código sem servidor com o AWS Lambda até a implantação de soluções gerenciadas, seguras, confiáveis e de alto desempenho no Amazon EC2 Windows”.

    Para o sócio-diretor Antonio Oliveira, esse reconhecimento chega em boa hora, coroa os esforços do time da Flexa. “Temos buscado aprimorar cotidianamente a oferta de serviços ao mercado nacional. Processos, ferramentas e a motivação e capacitação da equipe de trabalho, encontram-se na base dessa estratégia”. 

    O executivo conta que a motivação da equipe também está ligada aos diversos projetos desafiadores que já foram implantados, com grande satisfação dos clientes, e as certificações individuais tiradas pelos profissionais. 

    “Nesse sentido, buscar a especialização das torres de serviços que entregamos da AWS, passa a ser chave para promover a satisfação dos nossos clientes. Os selos de SDP da AWS, certificam a capacitação qualificada, demonstrando uma entrega diferenciada daquelas empresas que não tem certificação. Ficamos muito felizes em obter mais esse reconhecimento da AWS, isso demonstra que estamos no caminho certo na busca de oferecer ao mercado um serviço de excelência”, complementa Oliveira.

    Sobre a Flexa

    Com uma equipe técnica de alta qualidade, parceiros reconhecidos nacional e internacionalmente, a Flexa tem como uma das principais marcas de sua história a busca pela excelência nos serviços prestados. 

    Há 11 anos no mercado, a Flexa é referência em Cloud (Migração para nuvem). Todo esse êxito é compreensível quando se olha sua trajetória, marcada por parcerias de grande sucesso. 

    A primeira delas, com a New Relic, empresa dos Estados Unidos que atua na área de monitoramento de performance de aplicativos, teve início em 2012.

    De lá pra cá, as parcerias expandiram cada vez mais e, com elas, o portfólio de produtos da Flexa. 

    Logo depois da New Relic, a AWS Amazon, líder mundial em computação em nuvem, entrou no time de parceiros da empresa. Isso aconteceu em 2013. Um ano depois chegou a vez da Zadara, empresa estadunidense que oferece soluções de armazenamento. Assim como as outras duas parceiras.

    Em 2017 outra empresa norte americana firma parceria com a Flexa: a Zerto, que oferece soluções em Disaster Recovery. Em 2018 a israelense Spotinst chega para auxiliar os clientes da Flexa a reduzir custos de gastos nas nuvens. 

    Por fim, em 2019, a Sumo Logic, solução de SIEM, incorporou as fileiras da Flexa, ampliando sua oferta ao mercado. 

    A Flexa Cloud nasceu da visão empreendedora de três profissionais de TI

    A Flexa Cloud nasceu da visão empreendedora de dois profissionais da área de tecnologia da informação: Sandro José Carvalho Alves e Deivid Bitti Padilha. Com o passar do tempo, outro profissional da área, Antônio Carlos Dias de Oliveira, foi incorporado ao projeto.

    Sandro Alves

    Formado em Ciência da Computação pela Faesa, Sandro José Carvalho Alves tem mais de 30 anos de experiência na área de tecnologia da informação. 

    Sua vida profissional foi totalmente dedicada a atividades desse ramo, tendo experiência como gestor de tecnologia e demais funções em outras empresas antes de fundar a Flexa.

    Antonio Oliveira

    Antônio Carlos Dias de Oliveira é formado em Administração com Ênfase em Análise de Sistemas pela Faculdade de Ciências Humanas de Vitória. Também é especialista em Redes de Computadores pela Universidade Federal do Espírito Santo. 

    Há mais de 30 anos atua na área de tecnologia da informação, atuando em cargos de gestão em empresas de médio e grande porte, com passagem, também, pelo setor governamental.

    Deivid Padilha

    Além da formação técnica em Eletrônica e Processamento de Dados, Deivid Bitti Padilha cursou Ciência da Computação na Faesa, MBA em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas e cursos livres como os de Big Data e Inteligência Artificial; feitos na Universidade Stanford, nos Estados Unidos. 

    Trabalhou na área de tecnologia da informação de grandes empresas, exercendo funções como as de supervisor de equipe de desenvolvimento, arquiteto de soluções e gestor global de crise e monitoramento. 

    Foi premiado pela Sociedade Brasileira de Computação por ter feito o melhor Trabalho de Conclusão de Curso no Brasil na área de tecnologia da informação.

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