Autor: deivid.bitti

  • DevOps: relembre as metas dessa abordagem de desenvolvimento

    DevOps é um desses conceitos tecnológicos que abarcam tanto um conjunto de métodos quanto uma cultura. Seus objetivos são automatizar o maior número possível de processos manuais e tornar a infraestrutura de tecnologia o mais flexível possível.

    Um grande número de especialistas chama a atenção para o contínuo crescimento da adoção dessa abordagem. É o caso da consultoria IDC, que afirma que ela deverá movimentar 8 bilhões de dólares globalmente em 2022.

    Agora, você sabe dizer rapidamente quais são as metas básicas a serem alcançadas com o DevOps? Confira a seguir!

    As 4 metas básicas do DevOps

    1. Reduzir as taxas de falha de novos lançamentos

    DevOps é uma abordagem revolucionária para o lançamento de software. A metodologia DevOps, que se concentra na comunicação e colaboração entre as equipes de desenvolvimento e operações, reduziu consideravelmente as taxas de falha de novas versões. 

    Essa abordagem também oferece a oportunidade de ciclos de feedback em tempo real que podem ser usados ​​para melhorar a forma como o trabalho é realizado. 

    Mas, atenção: DevOps requer mudanças significativas na cultura, estrutura da equipe, fluxo do processo, ferramentas e métricas.

    2. Reduzir o tempo de espera

    O tempo total que uma equipe de DevOps leva para ir do planejamento de um novo lançamento de software ao lançamento é chamado de lead time. 

    O DevOps reduz o tempo de espera, garantindo que as pessoas possam trabalhar nas coisas certas, as mudanças sejam testadas o mais rápido possível e os processos sejam otimizados, para que as equipes tenham mais tempo para tarefas de valor agregado. 

    O DevOps também fornece visibilidade às pessoas, para que elas saibam o que precisa ser feito e quando. 

    As equipes reduzem o tempo de espera automatizando tarefas sempre que possível, criando ciclos de feedback para processos e otimizando processos para que possam ser repetidos com mais facilidade.

    3. Equilibrar a demanda com o rendimento

    Equilibrar a demanda e o rendimento é um desafio significativo para muitas equipes de DevOps. 

    O DevOps move mais trabalho para a produção e cria um ciclo de feedback que fornece informações em tempo real sobre como está funcionando. Ele também impacta processos críticos como controle de versão, repositórios de código e testes automatizados para que sejam otimizados. 

    As equipes tendem a encontrar maneiras criativas de equilibrar a demanda e o rendimento, otimizando seus processos. As equipes de DevOps também procuram oportunidades para automatizar tarefas manuais e repetitivas para liberar as pessoas para trabalhar em coisas mais importantes. 

    DevOps tem como objetivo equilibrar a demanda e o rendimento e torna isso mais rápido e melhor do que qualquer outra pessoa.

    4. Acelerar o tempo de comercialização e melhore a frequência das implantações

    O DevOps move mais trabalho para a produção, o que reduz o tempo de espera para que as equipes possam liberar as alterações mais rapidamente. 

    Além disso, o DevOps incentiva as pessoas a inovar e experimentar abordagens DevOps, resultando em lançamentos DevOps que são menos bugs e mais ricos em recursos. 

    DevOps também fornece visibilidade para que as equipes de DevOps possam monitorar tendências e corrigir problemas mais rapidamente, permitindo que liberem software com mais rapidez.

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    A ascensão do DevOps em 2022
  • Como funciona o banco de dados Redshift?

    Como funciona o banco de dados Redshift?

    O banco de dados Redshift é uma solução de armazenamento de Big Data baseada em nuvem oferecida pela Amazon Web Services (AWS). A plataforma permite às empresas armazenar petabytes de dados em “clusters” de fácil acesso que podem ser consultados em paralelo. E cada um desses “nós” pode ser acessado independentemente por usuários e aplicativos. 

    O Redshift foi projetado para ser usado com uma variedade de fontes de dados e ferramentas de análise e é compatível com vários clientes existentes baseados em SQL.

    Quanto à arquitetura da plataforma, ela facilita a criação de uma conexão Redshift com uma variedade de ferramentas de Business Intelligence (BI). 

    Além disso, todo data warehouse do Redshift é totalmente gerenciado, portanto, tarefas administrativas como configuração, backups de manutenção e segurança são totalmente automatizadas.

    Sobre isso vamos conversar ao longo deste artigo. Continue lendo para entender!

    Por que surgiu o Redshift?

    O Redshift foi projetado para Big Data e pode ser dimensionado facilmente graças ao seu design de nó modular. Com sua estrutura multicamadas, ele permite que várias consultas sejam processadas simultaneamente, reduzindo os tempos de espera.

    Além disso, os clusters do Redshift podem ser divididos em fatias, o que ajuda a fornecer insights mais granulares sobre conjuntos de dados.

    Os bancos de dados Redshift também aproveitam ao máximo a infraestrutura de servidores em nuvem da Amazon, incluindo acesso ao AWS S3 para fazer backup de seus dados.

    Por que usar o banco de dados Redshift?

    Inteligência de dados

    Um dos usos mais eficazes dos bancos de dados Redshift é em organizações que têm alta demanda por análises e acesso a dados.

    Graças ao seu design vertical para clusters, diferentes departamentos e equipes podem ter seu próprio nó e acessar facilmente outros sem aumentar os tempos de espera ou causar gargalos.

    Serviços financeiros

    Em serviços financeiros, o Redshift pode ser usado para analisar dados históricos de mercado ou para criar modelos preditivos.

    Na prática, todas as organizações que têm necessidades de dados variáveis ​​também podem se beneficiar do uso do Redshift. Isso porque os nós podem ser ativados e desativados sob demanda, indo de gigabytes para armazenamento em nível de petabyte em minutos.

    Marketing

    Um uso comum da plataforma é armazenar dados de log para análise — informações que incluem logs da web, dados de fluxo de cliques e muito mais. Isso é útil em marketing e publicidade online, bem como no design de UX, por exemplo.

    Inteligência de negócios

    Em inteligência de negócios, o uso de um banco de dados redshift é útil para gerar vários painéis exclusivos e permitir uma melhor análise ad hoc .

    As empresas que coletam dados de fontes e canais diferentes também podem se beneficiar do design modular do Redshift, graças a uma variedade de conectores e compatibilidade com SQL e várias outras linguagens de cliente de banco de dados.

    Sobre o Amazon Redshift

    O Amazon Redshift é um produto de data warehouse baseado em nuvem em escala de petabytes totalmente gerenciado, projetado para armazenamento e análise de conjuntos de dados em grande escala. Também é usado para realizar migrações de banco de dados em grande escala.

    O banco de dados orientado a colunas do Redshift foi projetado para se conectar a clientes baseados em SQL e ferramentas de inteligência de negócios , disponibilizando os dados aos usuários em tempo real. Com base no PostgreSQL 8, o Redshift oferece desempenho rápido e consultas eficientes que ajudam as equipes a tomar decisões e análises de negócios sólidas.

    Resumindo

    O Amazon Redshift é um data warehouse em nuvem totalmente gerenciado. Ele tem a capacidade de escalar para petabytes, mas permite que você comece com apenas alguns gigabytes de dados. Aproveitando o Redshift, você pode usar seus dados para adquirir novos insights de negócios.

    → Leia também: Implementação do Amazon Redshift na Autoglass!

    Que tal, conseguimos te mostrar o que é e como funciona o Redshift? Fale conosco agora mesmo para mais detalhes, e veja como podemos te ajudar a implementar essa solução na sua empresa!

  • Cultura DevOps: como desenvolvê-la na sua empresa

    O movimento DevOps trata da construção da colaboração entre desenvolvedores e operações. Ele é mais do que a adoção de ferramentas e métodos: é uma cultura que precisa ser desenvolvida na organização.

    Agora, como fazer isso? Quais são os primeiros passos nessa direção? 

    É o que vamos te mostrar neste artigo. Acompanhe!

    9 passos para desenvolver a cultura DevOps na sua empresa

    Aqui estão nove práticas recomendadas que podem ajudá-lo em sua jornada para adotar DevOps de forma eficaz em sua organização.

    1. Cultive uma cultura aberta

    Tudo começa com a cultura. Você não pode impor mudanças às pessoas. Você precisa liderar pelo exemplo e convencer sua equipe de que o DevOps vale a pena. 

    Certifique-se de que os profissionais se sintam valorizados e ouvidos, para que tenham a mente mais aberta. DevOps requer um alto comprometimento de todos os envolvidos. 

    Não se trata apenas de lançar software mais rápido, mas também de tornar o ambiente de trabalho melhor e mais divertido. Sua equipe precisará ser receptiva, pois você não pode simplesmente dizer que eles precisam trabalhar de forma diferente. 

    Escolha suas batalhas e só vá até onde a equipe se sentir confortável. Se você estiver lidando com uma força de trabalho relutante, considere envolver o RH no início do processo.

    2. Seja prático

    DevOps é sobre buscar problemas proativamente e resolvê-los antes que se tornem um problema. Você não pode ficar de fora quando se trata de DevOps; a única maneira de sua equipe abraçá-lo é fazendo exatamente isso, se envolvendo. 

    Não espere que os problemas sejam relatados; entre em contato com a equipe diretamente e pergunte se tudo está indo bem. 

    Dessa forma, você pode obter sinais de alerta antes que eles se transformem em grandes problemas que afetam sua capacidade de lançar software.

    3. Obtenha suporte da alta administração

    A transformação DevOps não começa de baixo para cima. Você precisa de suporte total da alta administração para deixar sua equipe pronta e disposta a abraçar as mudanças. 

    No início, haverá resistência, então você precisa se manter forte e convencê-los de que esse é o caminho a seguir.

    4. Revise seus processos

    O DevOps visa eliminar desperdícios e automatizar processos para aumentar sua capacidade de fornecer software. 

    Certifique-se de que o trabalho manual em sua organização seja essencial. E elimine as práticas que não agregam valor e concentre-se em tarefas de alta prioridade.

    5. Automatize suas implantações

    Um dos pilares do DevOps é a automação, o que significa que você precisa se livrar dos processos manuais sempre que puder. 

    Isso não só economiza tempo e dinheiro, mas também elimina espaço para erros humanos. Automatize suas implantações tanto quanto possível.

    6. Crie plataformas de autoatendimento

    Dê aos desenvolvedores as ferramentas para trabalhar de forma autônoma. 

    Crie plataformas de autoatendimento que lhes permitam fornecer seus ambientes de teste e produção, configurar dependências e estabelecer um pipeline de integração / entrega contínua por conta própria.

    7. Incentive a colaboração

    DevOps tem tudo a ver com colaboração, não apenas entre as equipes de desenvolvimento e operações, mas também com outras pessoas. 

    Portanto, você precisa que todos façam sua parte para que essa abordagem funcione.

    8. Torne-o visível

    A visibilidade é outro fator importante no DevOps. Colete métricas em tempo real as torne acessíveis a toda a empresa. 

    Dessa forma, todos podem ver como as coisas estão indo e perceber rapidamente se algo não está certo.

    9. Iniciar

    Por último, mas não menos importante, comece. 

    DevOps é uma nova metodologia de trabalho e não é fácil para todos. Você precisa ser proativo, disposto a aceitar mudanças e aberto a críticas se quiser que sua equipe faça a mudança.

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    A ascensão do DevOps em 2022

    Conte com a Flexa Cloud

    Fundada em 2008, a Flexa IT iniciou como uma empresa de desenvolvimento de Software. Em seguida, sempre antenada com o mercado, em 2013 firmou parceria com a Amazon Web Services (AWS).

    Com uma bandeira fincada no futuro, a Flexa IT transformou-se em uma empresa referência nacional em nuvem.

    Em 2017 mudou seu nome para Flexa Cloud, consolidando definitivamente sua vocação em ajudar as empresas em sua jornada para a nuvem.

    Com uma visão ampla, os serviços da Flexa consideram sempre os seguintes pilares:

    • Excelência operacional;
    • Segurança;
    • Confiabilidade;
    • Eficiência de performance;
    • Otimização de custos.

    Hoje, após centenas de cases bem-sucedidos, a Flexa Cloud se posicionou como uma empresa com expertise para conduzir com segurança as organizações em sua jornada para a nuvem.

    Na esteira da busca em dar a melhor experiência aos nossos clientes, a Flexa Cloud faz ao longo do tempo parcerias estratégicas que visam complementar seu portfólio de serviços , a saber:

    • New Relic;
    • Bit Defender;
    • Matillion;
    • Dataguise.

    A experiência acumulada nas várias implementações realizadas desde de 2013, encurta caminhos e traz uma robustez consistente na entrega dos serviços. 

    A etapa de implementação é estruturada com base nas melhores práticas de gerenciamento de projetos e tem no ITIL a base para os serviços na etapa de sustentação.

    Se não bastasse isso, nossos colaboradores são treinados e certificados o que  proporciona a tranquilidade necessária nessa jornada. 

    Aqui na Flexa Cloud, nossa premissa básica é o cliente. Por isso, nossos serviços buscam encantá-lo, fazendo com que ele seja o maior promotor da nossa marca.

    Faça contato, teremos o maior prazer em levar sua empresa às nuvens!

  • Performance de Aplicações: quanto sua empresa pode estar perdendo com sistemas lentos

    Uma das principais ações da maioria das empresas é o investimento em tecnologia. O uso de aplicativos e ferramentas são uma das formas de otimizar a performance e os processos de um negócio. Porém, se esse mesmo sistema for lento ou tiver uma difícil usabilidade, de nada vai adiantar esse investimento. Pelo contrário, vai aumentar as suas dívidas, pois não há resultados eficazes com tal ferramenta.

    Quais os prejuízos que sua empresa pode ter com uma aplicação lenta?

    Existem diversos problemas que podem surgir por causa do mau funcionamento de um sistema.

    Seja qual for o tamanho ou o nicho da empresa, é essencial entender que o funcionamento da tecnologia envolvida deve entregar os resultados que promete. Se o sistema indica que vai ter mais rapidez no acesso à informação, isso deve acontecer na realidade. Se o aplicativo promete ser de melhor acesso, o design deve ser intuitivo e de fácil entendimento.

    Uma das perdas mais significativas é em relação ao atendimento. Se a sua empresa trabalha em contato constante com o cliente, as chances de transtorno em aplicações lentas são grandes. Gera estresse nos clientes, que podem reagir mal e manchar a imagem da sua empresa, além de incomodar os colaboradores, que terão sua produtividade diminuída e ainda terão que lidar com os clientes insatisfeitos.

    Falando em colaboradores, vale lembrar que, no geral, os mais impactados são os funcionários que lidam diretamente com a tecnologia. Muitas vezes o que deveria otimizar o processo pode atrapalhar ainda mais as atividades.

    Devemos pensar ainda no tempo, não só de execução, mas também de suporte, gastos com sistemas lentos. Seja com um sistema de help desk ou service desk, ambos terão uma demanda de tempo gastos e isso gera um prejuízo no final.

    Outra desvantagem é em relação aos resultados obtidos. Uma aplicação deve desenvolver suas funções corretamente e isso acaba sendo prejudicado com a lentidão do sistema. Sem falar nas possibilidades dos softwares. Vale destacar que a qualidade dos dados é tão essencial quanto a forma de uso das mesmas. O sistema lento pode atrapalhar a obtenção de dados eficazes.

    A gestão dos recursos também é afetada com o sistema lento. Isso porque, através dos dados obtidos, é possível fazer um filtro para avaliar o desempenho de hardware e softwares em funcionamento. Além disso, podemos observar uma análise mais assertiva sobre os problemas enfrentados e as possíveis soluções.

    Se for um sistema integrado, tal insatisfação pode ser generalizada. Todos os setores da empresa ficarão em busca de formas de melhorar um sistema que deveria proporcionar resultados já esperados.

    A solução está em investir na performance de aplicações. Trata-se de testes para avaliar, objetivamente através de métricas, o que está acontecendo com seus sistemas. Por meio disso é possível, inclusive, obter insights importantes para o negócio. Mas como fazer isso?

    Para começar, procure por empresas que disponibilizam esse tipo de serviço. Avalie a credibilidade do local assim como o atendimento ao cliente. Quer conhecer mais sobre os nossos serviços? Conheça os nossos planos e descubra qual tem mais a ver com o seu negócio e os seus objetivos.

  • DevOps: por que essa abordagem importa e quais são suas principais práticas

    A definição de DevOps pode ser confusa e difícil de entender. No entanto, essa abordagem realmente importa porque é o caminho mais rápido para o mercado. 

    Com o DevOps, é possível aumentar a agilidade do seu time de desenvolvedores e a capacidade de resposta aos feedbacks dos usuários — ou às mudanças nas necessidades do cliente. Também melhorar seu tempo de finalização das aplicações, sem perder a qualidade.

    Em um processo de desenvolvimento “tradicional”, os desenvolvedores trabalham individualmente nas tarefas do início ao fim. Por exemplo, a fase de design de um projeto seria concluída por um único profissional, e ele passaria seu trabalho para outro que assumiria para a próxima fase. 

    O problema é que as tarefas nem sempre fluem perfeitamente de um estágio de produção para outro. Às vezes, elas se sobrepõem ou precisam de revisão à medida que novas informações chegam e leva tempo para cada desenvolvedor se comunicar com os outros. 

    Esse processo resulta em todos trabalhando isoladamente, gerando trabalho extra e perda de tempo. O que torna difícil fazer alterações ou corrigir erros porque não é possível executar nada para obter feedback até muito mais tarde no ciclo de desenvolvimento. 

    A parte menos eficiente desse processo? Teste de garantia de qualidade — o estágio em que garantimos que tudo está funcionando como deveria.

    As principais práticas DevOps

    Em termos bem diretos: as práticas de DevOps visam melhorar a colaboração entre Desenvolvimento e Operações, padronizando como eles funcionam e melhorando a automação. Elas incluem:

    Integração contínua

    A Integração Contínua é uma prática de desenvolvimento de software para a integração frequente de novo código no branch principal. Ela reduz o tempo que leva para novos recursos e correções de bugs serem adicionados a um aplicativo, executando testes automatizados antes de mesclar as alterações no branch principal. 

    Na prática, a integração contínua usa infraestrutura fornecida por desenvolvedores para executar testes. E estes também usarão infraestrutura para construção e armazenamento de artefatos, hospedando um local central onde um instalador automatizado pode armazenar artefatos antes de serem coletados.

    Entrega contínua

    A entrega contínua refere-se à capacidade dos desenvolvedores, por meio da automação, de promover recursos e correções de bugs desde o desenvolvimento até um ambiente de teste ou produção. 

    Ela visa reduzir o tempo entre o momento em que os desenvolvedores fazem uma alteração e quando essa alteração está disponível em um ambiente de produção. 

    Essa prática usa a infraestrutura de desenvolvimento para qualquer integração, preparação e ambientes de implantação necessários. 

    Além disso, cria uma ramificação separada do desenvolvimento que pode ser implantada em um ambiente de produção ou controle de qualidade, se necessário.

    Automação de teste

    O termo automação de teste se refere à capacidade do desenvolvimento, por meio da automação, de testar alterações de código antes de promovê-las para a implantação contínua de DevOps. 

    Trata-se de uma prática que visa reduzir o tempo entre o momento em que os desenvolvedores fazem uma alteração e o momento em que eles sabem se essa alteração quebrou algo no aplicativo. 

    Nela, usa-se a infraestrutura de desenvolvimento para quaisquer ferramentas DevOps necessárias para automação de teste. Além disso, cria-se uma ramificação de teste que pode ser aplicada em ambientes de Dev, QA ou produção, se necessário.

    Infraestrutura como Código

    Infraestrutura como Código (IaC) é um processo que usa scripts para gerenciar virtualização de servidor, nuvem e configuração. 

    As equipes podem usar scripts para automatizar tarefas repetitivas, o que lhes permite dimensionar suas práticas de DevOps. 

    As equipes de DevOps vão otimizar seu processo de fluxo de trabalho de pipeline integrando várias ferramentas na cadeia de ferramentas; eles também podem automatizar processos com pipelines. 

    As práticas de IaC e DevOps funcionam juntas porque DevOps requer que a equipe de desenvolvimento integre seu código à equipe de operações para entregar e manter os sistemas em execução.

    Gerenciamento de configurações

    O gerenciamento de configuração é um componente-chave do DevOps para criar um processo no qual servidores e outras infraestruturas no ambiente da empresa possam ser provisionados de forma rápida e fácil. 

    Por exemplo, ele pode aplicar mudanças de configuração em uma rede inteira quando apenas um servidor precisa da mudança. Ele também permite que os administradores enviem scripts remotamente para sistemas que, de outra forma, exigiriam acesso físico. 

    Nesse processo, os hosts são configurados de forma que sejam fáceis de configurar com código. Isso significa que as alterações são padronizadas, tornando muito mais simples configurar tudo sem perder tempo dos desenvolvedores. 

    Isso é obtido por meio de ferramentas de gerenciamento de configuração que rastreiam todas as alterações feitas. Se ocorrer um erro, eles também podem retornar rapidamente para uma configuração anterior.

    Monitoramento e registro

    O monitoramento e o registro são aspectos essenciais das práticas de DevOps porque seguem a regra geral de “ver o que você espera”. Quando algo dá errado, podemos encontrar esses problemas observando os registros e monitorando as métricas. 

    O objetivo do monitoramento e registro é ser proativo e evitar interrupções e interrupções. Por exemplo, poderíamos monitorar nossos servidores da web quanto à latência e, em seguida, agir antes que algo aconteça como um ataque DDoS. 

    Os benefícios do monitoramento são que podemos detectar problemas antes que eles causem uma interrupção. Logo, em qualquer empresa que deseja manter uma cultura DevOps saudável, é necessário ter um processo claro de monitoramento e registro.

    Sua empresa está preparada para o DevOps? Aprofunde-se mais neste tema; baixe o eBook:

    A ascensão do DevOps em 2022
  • 5 previsões tecnológicas da AWS para 2022

    Werner Vogels, vice-presidente e diretor de tecnologia da Amazon.com publicou recentemente cinco previsões tecnológicas para 2022. De acordo com ele, a Inteligência Artificial finalmente chegará ao seu ponto máximo no desenvolvimento de softwares, entre outras tendências.

    Resolvemos reunir aqui o que o executivo defende, uma vez que início de ano é sempre propício a este tipo de previsão. 

    A ideia é que você fique por dentro da visão de uma das Big Techs mais influentes no mundo, e consiga imaginar os rumos da tecnologia no mundo dos negócios.

    Acompanhe!

    Previsões tecnológicas da AWS para 2022 

    1. A Inteligência Artificial tomará conta do desenvolvimento de softwares

    “Em 2022, o Machine Learning começará a desempenhar um papel importante no aumento dos fluxos de trabalho dos desenvolvedores de software, ajudando-os a criar um código mais seguro e confiável”, defende Werner Vogels.

    Para ele, ferramentas como Amazon DevOps Guru, Amazon CodeGuru, GitHub Copilot e GPT-3 “são os primeiros passos do futuro do desenvolvimento, onde o aprendizado de máquina é usado no desenvolvimento de código e fluxos de trabalho das operações de software”. 

    “Nos próximos anos, acredito que veremos uma explosão de capacidades na Inteligência Artificial no desenvolvimento de software” — Werner Vogels, da AWS.

    2. A nuvem chegará a TODOS os lugares

    Em 2022, veremos soluções especializadas trazerem “todos os músculos” da nuvem para transformar armazéns, restaurantes, lojas de varejo, fazendas e muito mais, defende Vogels.

    “O que veremos em 2022, e ainda mais nos próximos anos, é a aceleração da nuvem além do modelo tradicional de infraestrutura centralizada e em ambientes inesperados onde a tecnologia especializada é necessária”. 

    “A nuvem estará em tudo, desde caminhões dirigindo pela estrada até os navios e planos que transportam mercadorias. Ela será distribuída globalmente e conectada a quase qualquer dispositivo ou sistema digital na Terra e até mesmo no espaço” — Werner Vogels, da AWS.

    3. Espaços inteligentes vão se consolidar, principalmente no atendimento a idosos

    Pensando nos impactos da tecnologia no tecido social, Vogels defende que em 2022, “nossas casas e edifícios se tornarão melhores assistentes e companheiros mais atentos para ajudar verdadeiramente em nossas necessidades mais humanas”.

    Para o executivo, o maior impacto será com os idosos. “Será uma combinação de tarefas simples que você esperaria – desde diminuir as luzes, trancar portas e desligar o forno se alguém se esquecer – até as coisas mais contextuais e proativas que a tecnologia pode fazer: fazer perguntas quando os padrões de vida normais divergem e atuam soluções de bom senso quando necessário”. 

    “Isso resultará em cuidar melhor das pessoas e, no caso de uma população em envelhecimento, significa que criaremos uma nova classe de lares para que as pessoas possam realmente ficar em casa” — Werner Vogels, da AWS.

    4. A sustentabilidade ganhará arquitetura própria

    Para o diretor de tecnologia da Amazon.com, neste ano os desenvolvedores começarão a tomar decisões conscientes da sustentabilidade sobre os sistemas e aplicativos que estão construindo. “Eles buscarão novas abordagens para arquiteturas de nuvem que otimizem para as necessidades do planeta, bem como as necessidades dos usuários finais”.

    “Vamos ser claros: a tecnologia usa energia e, na AWS, estamos comprometidos em fazer escolhas inteligentes de infraestrutura. Estamos no caminho certo para operar com energias 100% renováveis ​​até 2025 – cinco anos antes de nossa meta original de 2030” — Werner Vogels, da AWS. 

    “Mas fazer a nuvem funcionar com vento, sol ou energia hidrelétrica é apenas parte da responsabilidade de sustentabilidade que nós, desenvolvedores, e realmente quem dirige uma empresa deve arcar com os ombros. É uma responsabilidade compartilhada e um esforço genuíno que clientes, funcionários e funcionários em potencial exigirão cada vez mais ver”, completa o executivo.

    5. Uma nova onda de conectividade trará uma nova classe de aplicativos

    Por fim, marcando o impacto global das tendências para 2022, Vogels afirma que bilhoes de pessoas serão afetadas positivamente com a banda larga acessível.

    “Os satélites de órbita terrestre baixa estão configurados para levar banda larga acessível a todos os cantos do planeta. Isso mudará a vida de bilhões de pessoas, à medida que professores, alunos, pequenas empresas e praticamente qualquer pessoa se conecta à Internet”.

    “A conectividade onipresente nos levará de espaços inteligentes a cidades inteligentes, países inteligentes e, finalmente, em direção a um mundo inteligente” — Werner Vogels, da AWS. 

    Que tal, o que você achou das previsões tecnológicas da AWS para 2022? Deixe seu comentário!

  • Liderança empresarial: a tecnologia resolve tudo?

    Recentemente, Phil Le-Brun, estrategista e evangelista da AWS, publicou um artigo no qual insta os gestores a repensar seu papel na liderança empresarial. Ele provoca a reflexão sobre como o avanço técnico precisa ser acompanhado de um novo mindset.

    Aqui na Flexa Cloud, nós concordamos muito com a provocação deste executivo e, a partir do proposto por ele, resolvemos refletir aqui também.

    Continue lendo para ver os pontos trazidos por Le-Brun!

    “Lacuna de valor”: é hora de repensar o uso da tecnologia

    Le-Brun começa sua dissertação falando sobre como nem sempre a implementação de novas tecnologias garante incremento de valor para as empresas. 

    “Culpe os outros se for necessário, sejam empresas novas ou eventos globais. Em muitos casos, porém, o problema é a resistência organizacional interna da expansão das atividades de manutenção, burocracia, silos e complexidade organizacional”, diz.

    Para o executivo, o desafio é evitar que a adesão ao aparato técnico instrumental torne a gestão empresarial complexa. Ou seja, a tecnologia deve vir para simplificar as coisas, gerar satisfação aos usuários e ajudá-los a não apenas fazer mais: a fazer melhor!

    Excesso de “caciques”: é preciso reorganizar as gerências

    Outro ponto bastante delicado abordado por Phil Le-Brun é que o arcabouço tecnológico sendo usado sem criticidade tem feito com que as empresas aumentem seu número de gestores. 

    Ele aponta a questão da terceirização, que aumenta em todo o globo. Por ela, cerca de 20% da força de trabalho acaba se transformando em líderes de terceirizados. 

    “Os gerentes podem desempenhar um papel na conexão da estratégia com a execução, lubrificando as rodas da comunicação e treinando as equipes. Em muitas organizações, porém, eles diluem a responsabilidade e a agilidade ao serem excessivamente prescritivos e enfraquecer as equipes, além de reforçar os silos existentes. Mas sejamos claros: isso não é um problema do funcionário, é uma questão da organização”.

    Soluções possíveis para uma liderança empresarial efetiva

    Le-Brun finaliza apontando algumas soluções possíveis a serem adotadas pelas organizações (para os dois pontos críticos levantados):

    • Gestores como “artesãos mestres”: eles devem conduzir seus liderados ao uso da tecnologia como um meio, não como um fim; e vão conseguir isso com maior sucesso se derem o exemplo;
    • Líderes como “proprietários de processos”: para além de “proprietários de produtos”, eles devem tomar posse dos processos, conduzindo melhorias e respondendo por elas;
    • Gerentes como treinadores: 

    “Em vez de microgerenciar, os treinadores aproveitam sua experiência e aprendizado contínuo para ajudar as equipes a desenvolver e resolver problemas. Eles fornecem orientação profissional, feedback e treinamento. Eles se concentram no coaching comportamental mais do que no gerenciamento de tarefas, promovendo um ambiente onde todos contribuem e trazem seu eu integral para o trabalho” — Phil Le-Brun, da AWS.

    • Gestores como “vanguarda” da mudança: superar a inércia que o excesso de ferramentas tecnológicas pode trazer (comodismo) é um desafio dos gestores da atualidade. Eles devem conduzir mudanças realmente substanciais, a começar por tirar a burocracia do caminho da agilidade. 

    Em suma, para Phil Le-Brun, passado o encantamento com as inúmeras possibilidades trazidas pela tecnologia, é hora de a liderança empresarial retomar seu sentido filosófico. Voltar a gerar inspiração e abrir caminhos para operações, processos e inovações mais prazerosos e orientados ao desenvolvimento sustentável dos negócios.

    O que você achou dessa reflexão? Como está sua liderança empresarial? Deixe seu comentário!

  • Como as soluções AWS vão melhorar a gestão empresarial em 2022

    As soluções AWS são excelentes para empresas e desenvolvedores de software, e estão disponíveis para mais de 190 países. Disso todo mundo sabe, no entanto, é sempre bom lembrar como essas soluções ajudam a melhorar a gestão empresarial e a potencializar negócios.

    Como parceiros da AWS no Brasil, é exatamente essa reflexão que propomos neste artigo. Continue lendo para conhecer as principais frentes cobertas pela big tech e como sua empresa poderá utilizá-las para seguir avançando em 2022!

    Por que as soluções AWS são tão conhecidas e utilizadas? 

    Amazon Web Service é uma extensão da Amazon que fornece plataformas de computação em nuvem sob demanda. Ela pode ajudar sua empresa de várias maneiras que você pode imaginar. 

    A AWS oferece vários serviços, permitindo que você lance, dimensione e expanda seus negócios em qualquer setor, seja uma startup ou uma grande organização. 

    Em 2021, a AWS atingiu a quantidade de 200 produtos e serviços que envolvem computação, armazenamento, banco de dados, análise, rede, desenvolvimento, ferramentas de gerenciamento e muito mais. 

    E a companhia segue a estrutura de nuvem pré-paga, onde você paga apenas pelos serviços que utilizou. 

    Como melhorar a gestão empresarial com as soluções AWS?  

    A AWS oferece serviços que podem ajudar todos os tipos de negócios em vários setores. Aqui estão alguns dos mais destacados.

    Torne o seu armazenamento mais forte

    Todas as empresas exigem amplo armazenamento para arquivos e dados pesados. Existem muitos casos em que você enfrenta desafios relacionados ao armazenamento. Portanto, para combater esses problemas, a AWS oferece a você para tornar seu armazenamento mais forte com o Amazon S3

    O Amazon Simple Storage Service (S3) permite que uma empresa de qualquer tamanho armazene seus dados em qualquer quantidade. Este serviço oferece recursos fáceis de controlar que podem ajudá-lo a gerenciar e organizar seus dados de acordo com as expectativas e requisitos de sua empresa. 

    Benefícios a esperar do Amazon S3:  

    • ajuda a aumentar ou diminuir os recursos de armazenamento de acordo com as demandas e oferece suporte à durabilidade dos dados, criando e armazenando automaticamente cópias de todos os objetos S3 em todos os sistemas. 
    • oferece uma instalação de armazenamento econômica sem comprometer o desempenho. 
    • também oferece o bloqueio do acesso público a todos os objetos no bucket ou a conta com o S3 Bloquear o acesso público. Assim, fornecendo a você o máximo em segurança, conformidade e recursos de auditoria. 

    Reduza o custo de hospedagem na web 

    Você está procurando expandir seu negócio e apoiá-lo com um site totalmente controlado, que seja fácil de lançar e usar com um orçamento baixo? Então você precisa do AWS! 

    O serviço da web da Amazon oferece hospedagem na web em nuvem como um serviço que permite a qualquer empresa com formas de baixo custo entregar para sites e aplicativos da web. 

    O negócio pode ser qualquer e-commerce, oferecendo serviços sob demanda ou marketplace. A AWS oferece opções de hospedagem variadas e ajuda você a escolher a certa. 

    Benefícios que a hospedagem na web AWS tem a oferecer a você:  

    • permite que você escolha entre uma vasta gama de opções de CMS para seu site envolvendo WordPress, Joomla, Drupal e muito mais. Ele também fornece kits de desenvolvimento de software para plataformas como Java, PHP, .NET e outras.
    • amplos datacenters de base da Amazon permitem que você hospede seu site em qualquer localização geográfica com apenas alguns cliques. 
    • também oferece uma opção de escalabilidade para o seu site para oferecer suporte ao tráfego sempre flutuante em seu site. 
    • uma solução econômica de hospedagem na web, fazendo com que você pague apenas pelos recursos de que precisa, sem contratos de longo prazo. 

    → Leia também: 

    Disponibilize soluções de trabalho remoto 

    Como você pode prever, a cultura do trabalho remoto parece estar levando a melhor sobre o trabalho no escritório. Embora muitas empresas nunca tenham sido preparadas para isso, para apoiar e expandir esses negócios, a AWS oferece uma solução de trabalho remoto como serviço. 

    A solução de trabalho remoto da AWS permite que seus funcionários trabalhem remotamente de qualquer local, fornecendo a você uma nuvem que pode configurar o trabalho em home office de forma rápida, segura e econômica.

    Benefícios que as soluções de trabalho remoto da AWS:  

    • economiza tempo durante as interrupções, configurando rapidamente os funcionários na nuvem da AWS sem gastar tempo e dinheiro extras em servidores de sourcing, configuração de data centers ou envio de laptops. 
    • habilita trabalhadores remotos sem comprometer os dados é o que a AWS oferece. A segurança é a principal prioridade, pois a nuvem AWS foi projetada para atender a todos os requisitos de segurança. 
    • é econômico, pois você tem o recurso de opções de preços pré-pagos que evitam que você pague mais e atue de acordo com as necessidades do negócio. 

    Simplifique as vendas online 

    A AWS oferece soluções de computação em nuvem de comércio eletrônico para sua empresa. Se você possui uma grande marca de comércio eletrônico ou constrói uma nova start-up e deseja possuir um site que seja fácil de usar, altamente escalonável, econômico e que garanta segurança, a AWS é a escolha certa para o seu negócio. 

    Sim, a AWS oferece todos esses recursos! A própria Amazon, sendo uma gigante proprietária de um negócio de comércio eletrônico, pode entender o que você está procurando e oferece uma experiência agradável com os benefícios incluídos. 

    Benefícios que o serviço de comércio eletrônico da AWS tem a oferecer:  

    • oferece o máximo de segurança para sua empresa e possui muitas certificações de terceiros para manter seus dados protegidos e seguros. 
    • é uma plataforma flexível de computação em nuvem; oferece a liberdade de escolha para escolher a plataforma do seu site. 
    • também disponibiliza escalonamento automático que pode controlar o site quando o tráfego flutua. 
    • traz benefícios econômicos e faz com que você pague apenas pelos serviços que usa para o seu negócio. 
    • oconteúdo é entregue aos clientes sem fazê-los esperar muito, pois o AWS CloudFront é uma rede de entrega de conteúdo que fornece todo o site em nenhum momento. 

    → Leia também: 

    Digitalize seus negócios 

    Os serviços da Web da Amazon oferecem a você a transformação digital de seus negócios com processos de trabalho atualizados e melhor experiência do cliente. 

    Não é apenas a satisfação dos clientes, mas também com a ajuda da AWS, melhore a eficiência operacional do seu negócio. Agora faça seu desempenho valer com a nuvem AWS e faça seus negócios melhorarem neste ambiente competitivo. Que tal, você está pronto para potencializar as melhorias na gestão empresarial com as soluções AWS? Faça contato conosco e veja como podemos te ajudar nisso!

  • Envolvimento dos funcionários: o desafio dos gestores em 2022

    O envolvimento dos funcionários é um dos indicadores mais importantes para medir a satisfação no trabalho e, consequentemente, a produtividade. Ele dá a dimensão exata do entusiasmo dos profissionais, e é cada vez mais fundamental para a sustentabilidade dos negócios.

    Para se ter uma ideia, “pertencer” é o desejo que está no topo da pesquisa Global Human Capital Trends, da Deloitte. Neste levantamento, 79% dos entrevistados disseram que promover um sentimento de pertencimento na força de trabalho foi importante para o sucesso de suas organizações, e 93% concordaram que isso impulsiona o desempenho organizacional.

    Em 2022, com os desafios da pandemia ficando para trás, e os profissionais voltando a se reunir nos escritórios, envolver os trabalhadores será bastante desafiador para as lideranças. Ao mesmo tempo, é isso que os especialistas da Deloitte recomendam como uma tarefa urgente.

    Sobre isso vamos te ajudar a refletir ao longo deste artigo. Acompanhe!

    O envolvimento dos funcionários é um valor importante em sua empresa?

    Apesar do engajamento dos funcionários ser teoricamente visto como positivo em toda a empresa, a maioria dos funcionários não está envolvida no trabalho. De acordo com dados globais levantados pelo Gallup, durante 2021 apenas 39% dos profissionais se declararam 100% envolvidos, contra 36% em 2020. 

    Esse baixo comprometimento pode ser causado por vários fatores, incluindo falta de reconhecimento por parte dos gerentes, comunicação deficiente e falta de alinhamento com a missão empresarial. 

    Por que o envolvimento dos funcionários é tão importante?

    Mais do que nunca, o envolvimento dos funcionários é um objetivo estratégico de negócios porque garante a retenção de talentos a longo prazo, níveis mais altos de produtividade e melhor qualidade de trabalho.

    Segundo uma pesquisa da Glassdoor, em média, um aumento de 1 ponto na classificação de empregabilidade da empresa está associado a um aumento de 1,3 ponto na satisfação de suas equipes. 

    Na prática, quando os profissionais estão engajados, eles são mais propensos a investir no trabalho que realizam, o que leva a uma maior qualidade das entregas. Do contrário,  provavelmente farão apenas o mínimo para sobreviver. 

    Isso se aplica a organizações de vários setores. E de acordo com um estudo publicado na Harvard Business Review sobre o envolvimento dos funcionários no setor de saúde, melhorias nessa área garantem tanto segurança dos profissionais quanto dos clientes (pacientes). Aquelas com pontuação mais alta relataram 48% menos incidentes de segurança e 41% menos incidentes com pacientes.

    Em suma, ao investir no engajamento dos funcionários, as empresas sao capazes de aumentar a produtividade, a qualidade do trabalho e a retenção dos melhores talentos. E isso tudo, nós sabemos, resulta em ganhos de faturamento, lucratividade e competitividade mercadológica. 

    Quais pilares trabalhar para melhorar o envolvimento dos funcionários?

    Para finalizar, vejamos agora os pontos mais importantes a serem melhorados pelos gestores que buscam envolver mais seus liderados. Confira, a seguir!

    • Confiança na liderança: as pessoas precisam admirar seus líderes; ver neles o exemplo e a inspiração para a melhoria contínua.  
    • Orgulho de pertencer: mais do que ter um emprego, os profissionais querem ter a certeza de que fazem parte de uma missão; e que são aceitos e reconhecidos como parte da comunidade. 
    • Comunicação focada no diálogo: em plena era da tecnologia digital, não dá mais para as lideranças apenas emitirem comunicados ou fazerem reuniões. É preciso trabalhar a comunicação de mão dupla, com escuta ativa e interessada. 
    • Provimento de condições (socioculturais e técnicas): uma cultura de acolhimento e pertencimento fica ainda mais potencializada com a disponibilização de ferramentas que facilitem o dia a dia laboral. Logo, investir em modernização de equipamentos, ferramentas, métodos e serviços tecnológicos é muito importante nessa missão. 

    → Leia também: Como a Alexa for Business potencializa os resultados da sua equipe!

    Como está o envolvimento dos funcionários na sua empresa? Nós conseguimos te ajudar a refletir sobre este tema? Deixe seu comentário!

  • [eBook] O que é e para que serve o Monitoramento de Performance de Aplicações

    Na economia digital de hoje, uma aplicação não é apenas parte de um negócio — na maioria dos casos, é o core business de uma empresa. É por isso que os problemas de performance/desempenho criam dores de cabeça para as equipes de TI e obstáculos significativos para o crescimento e a lucratividade dos negócios. 

    Além do mais, fora da empresa, as expectativas do consumidor em relação ao desempenho das aplicações estão mudando. Hoje, as pessoas desejam experiências digitais perfeitas sob demanda, e quaisquer problemas que elas enfrentam devem ser resolvidos em tempo real.  

    Felizmente, a tecnologia de hoje está evoluindo tão rapidamente quanto as expectativas do consumidor, especialmente no espaço de monitoramento de desempenho. Mas entender a amplitude e a profundidade de uma solução de APMC pode representar um pequeno desafio.

    Para ambientá-lo neste tema, nós produzimos um eBook bem completo, que você pode baixar clicando no banner a seguir.

    Neste material, você vai ver:

    • o que é monitoramento de performance de aplicações;
    • o que os serviços de monitoramento de performance de aplicações medem;
    • por que você deve considerar a implementação desse serviço;
    • dicas para estruturar essa estratégia em sua empresa;
    • e muito, muito mais!

    Baixe agora mesmo!

    eBook Monitoramento de Performance de Aplicação

  • [eBook] Auto Scaling: como usar o escalonamento automático em sua empresa

    Auto Scaling, ou escalonamento automático, é um recurso que permite que as organizações aumentem ou diminuam automaticamente serviços em nuvem, como capacidades de servidor ou máquinas virtuais, com base em situações definidas, como níveis de utilização de tráfego. 

    Os principais recursos de escalonamento automático também permitem menor custo e desempenho confiável, aumentando e diminuindo continuamente novas instâncias conforme a demanda aumenta e diminui. Dessa forma, o escalonamento automático fornece consistência, apesar da demanda dinâmica e, às vezes, imprevisível de aplicativos.

    O benefício geral do escalonamento automático é que ele elimina a necessidade de responder manualmente em tempo real aos picos de tráfego que merecem novos recursos e instâncias, alterando automaticamente o número ativo de servidores. Cada um desses servidores requer configuração, monitoramento e desativação, que é o núcleo do escalonamento automático.

    Por exemplo, quando tal pico é causado por um ataque distribuído de negação de serviço (DDoS), pode ser difícil reconhecê-lo.

    → Quer entender em profundidade o tema do escalonamento automático? Então baixe um eBook completo que preparamos.

    → Clique aqui para ter acesso ao material!

  • Grupo ASOEC escala EAD para 30 mil alunos com tecnologia AWS implementada pela Flexa Cloud

    A Associação Salgado de Oliveira de Educação e Cultura (Grupo ASOEC) é detentora da  Universidade Universo, da Unitri e do Colégio de Aplicação D. Helder Câmara. Está entre os maiores grupos de educação do país com mais de 30 mil alunos.

    Com a chegada da pandemia, a instituição precisou acelerar seu projeto de ensino à distância, uma vez que o isolamento social impediu as aulas presenciais.

    Neste artigo, você vai entender como a tecnologia AWS implementada pela Flexa Cloud ajudou a atingir esse objetivo em tempo recorde. Acompanhe!

    O desafio

    Implementar EAD para mais de 30 mil alunos.

    Desde 2014, o Grupo ASOEC conta com computação em nuvem fornecida pela Amazon Web Services (AWS). No entanto, em 2020 com a pandemia de COVID-19, foi necessário ampliar a oferta de ensino à distância para os mais de 30 mil alunos.

    Antes disso, apenas 1,8 mil alunos faziam aulas na modalidade EAD. Logo, escalar para 30 mil usuários em tão pouco tempo representava um grande desafio técnico. 

    “O principal gargalo para isto era o acesso ao ambiente de aprendizagem virtual, já que precisávamos escalar os sistemas até então usados somente pelos alunos de EaD, que eram cerca de 10% do total, para 100% dos alunos”, conta o diretor de TI, Helio Rubens Soares.

    Solução

    Flexa Cloud reforça a infraestrutura tecnológica do Grupo ASOEC na AWS.

    A Flexa Cloud, parceira de negócios AWS e fornecedora de serviços de TI do grupo ASOEC, foi então acionada para fazer ajustes na infraestrutura de TI. “Os picos teriam um volume 20 vezes maior que o inicialmente planejado, principalmente durante as provas e nos dias de vencimento de mensalidades”, explica Deivid Bitti, cientista-chefe da Flexa.  

    Na prática, coube ao time da Flexa estruturar a infraestrutura que tornasse possível escalar o moodle, permitindo que ele fosse utilizado por todos os alunos em nuvem. Mas para que ele saísse do papel era preciso contar com um ambiente de teste que permitisse simular os 30 mil acessos simultâneos e, depois, de uma estrutura que garantisse a flexibilidade e a escalabilidade necessárias.

    A Flexa Cloud apoiou o desenvolvimento de uma solução baseada no banco de dados Amazon Aurora, no Amazon ElastiCache e no AWS Application Auto Scaling para o ambiente da aplicação. O backend recebeu o suporte do Amazon CloudWatch.

    Resultados

    Grupo ASOEC tecnologicamente preparado, apesar da pandemia.

    “Ganhamos uma escala linear em termos de capacidade mantendo os tempos de resposta constantes independentemente da quantidade de requests por minuto”, comemora o diretor de TI do grupo ASOEC.

    Para chegar a esta solução, a equipe da Flexa Cloud, criou um cenário de testes que permitisse a simulação de usos simultâneos com 30 mil usuários. “O processo de teste exigiu 25 máquinas para simular a distribuição dessa carga. À medida que simulávamos, identificávamos pontos de gargalo na arquitetura”, diz Deivid Bitti, lembrando que o importante para a arquitetura não era o volume de pessoas online, mas o que elas estão fazendo. 

    Agora, completa o executivo, “dez mil pessoas podem gerar mais carga do que 50 mil. Depende da atividade. O comportamento é importante. Primeiro definimos o que era o cenário de teste. Fizemos os testes e os ajustes e chegamos a um consenso”.

    Em resumo, os resultados do projeto podem ser assim listados:

    • a ampliação do moodle permitiu que à instituição a construção de uma jornada digital end-to-end para seus alunos;
    • todo o processo de interação entre o aluno e a universidade pode ser realizado de forma online — da inscrição no vestibular às provas, passando pelas aulas;
    • ao contrário de mais de 70% das instituições de ensino superior no país, a renovação de matrículas do Grupo ASOEC não foi prejudicada, e a taxa de perda de alunos não aumentou;
    • ambiente com capacidade de suportar 30 mil provas simultâneas e 30 mil alunos simultâneos em aulas online.

    → Quer escalar a capacidade de ensino à distância da sua instituição acadêmica? Faça como o Grupo ASOEC: conheça os serviços da Flexa Cloud e aproveite o melhor da tecnologia AWS. Clique no banner a seguir e saiba mais!