O Snowball é uma solução de transporte de dados na escala de petabytes que usa dispositivos seguros designados para transferir grandes quantidades de dados para dentro e para fora da Nuvem AWS. O uso do Snowball resolve desafios comuns relacionados a transferências de dados em grande escala, como altos custos de rede, transferências demoradas e preocupações de segurança. Atualmente, os clientes usam o Snowball para migrar dados analíticos, dados genômicos, bibliotecas de vídeo, repositórios de imagens, backups e para arquivar parte dos desligamentos do datacenter, substituição de fitas ou projetos de migração de aplicativos. A transferência de dados com o Snowball é simples, rápida, mais segura e pode chegar a um quinto do custo da transferência por Internet de alta velocidade.
Com o Snowball, você não precisa escrever nenhum código ou adquirir hardware para transferir seus dados. Basta criar uma tarefa no Console de Gerenciamento da AWS (“Console”) e um dispositivo do Snowball será enviado automaticamente para você. Quando você o receber, conecte o dispositivo à sua rede local, faça o download e execute o cliente do Snowball (“Cliente”) para estabelecer uma conexão, depois use o cliente para selecionar os diretórios de arquivos que você deseja transferir para o dispositivo. O cliente fará a criptografia e a transferência dos arquivos para o dispositivo em alta velocidade. Quando a transferência for concluída e o dispositivo estiver pronto para ser devolvido, a etiqueta de envio E Ink será atualizada automaticamente e você poderá monitorar o status da tarefa via Amazon Simple Notification Service (SNS), mensagens de texto ou diretamente no Console.
Quer conhecer mais sobre essa solução ou outros serviços? Agende uma avaliação gratuita conosco ou entre em contato por aqui, ou através dos nossos canais de comunicação no Facebook e no LinkedIn e não perca nenhuma novidade!
A campanha Novembro Azul ocorre em todo o Brasil para conscientizar os homens de que é preciso fazer o diagnóstico precoce do câncer de próstata. Segundo o Instituto Nacional de Câncer, o Inca, pelo menos 68.220 novos casos são diagnosticados a cada ano, sendo a segunda causa de morte entre os homens, com 14 mil óbitos anuais.
Como forma de prevenção, o diretor de oncologia clínica da Sociedade Brasileira de Oncologia, Hézio Fernades, explica que os homens devem ficar atentos a sinais e ao diagnóstico da doença.
“Um em cada sete, oito homens vão ter câncer de próstata. Quanto mais cedo você descobre o câncer de próstata, maior a chance de cura e maior a chance de que este homem continue vivo e sem sequelas”, conta.
O câncer de próstata é o tumor que afeta a glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis. Embora seja uma doença comum, por medo ou por desconhecimento, muitos homens preferem não conversar sobre o assunto.
O diretor da Sociedade Brasileira de Oncologia, Hézio Fernandes, ressalta que a doença é confirmada depois de se fazer uma biópsia, que é indicado ao encontrar alguma alteração no exame de sangue, ou por meio do toque retal, prescrito a partir da suspeita de um caso por um médico especialista.
“O exame digital da próstata é um exame de custo zero. O custo dele é uma luva e algumas gramas de xilocaína lubrificante, mais nada! É um exame absolutamente sem custo. Então, é um exame que não deveria, em hipótese alguma, sofrer com a falta de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirma.
Na maioria dos casos, o câncer de próstata cresce de forma lenta e não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem. Já em outros casos, ele pode crescer rapidamente, se espalhar para outros órgãos e até causar a morte.
Quando localizado apenas na próstata, o câncer pode ser tratado com cirurgia oncológica, radioterapia e até mesmo observação vigilante, em alguns casos especiais. No caso de metástase, ou seja, se o câncer da próstata tiver se espalhado para outros órgãos, a radioterapia é utilizada junto com tratamento hormonal, além de tratamentos paliativos.
Quando você não dispõe de computação na nuvem, é muito provável que você tenha altos custos com atualizações ou picos de acesso que interrompem o seu sistema. A Flexa Cloud, parceira qualificada e credenciada pela Amazon – maior nuvem do mundo -, tem uma equipe a postos para monitorar a performance de suas aplicações e garantir que você entregue o melhor ao seu público. E aí, que tal vir para a nuvem agora mesmo?
Essa disponibilidade, como você já deve imaginar, consiste na capacidade da empresa de manter o acesso aos recursos tecnológicos, independentemente de qualquer eventualidade.
Para isso, devem ser tomadas várias medidas de prevenção, que envolvem desde pequenos erros humanos até desastres naturais. Pode não parecer necessário a princípio, mas você sentirá o impacto da perda dessas estruturas assim que elas faltarem.
Se você está com alguma dúvida em relação a como manter a disponibilidade da TI na sua empresa, independentemente dos fatores externos, não se preocupe, nós podemos lhe ajudar.
Em muitos casos, a disponibilidade da TI depende das ações da equipe. Quando os profissionais da empresa não são treinados para utilizar o sistema adequadamente, evitando problemas de funcionamento, as chances de que ocorra algum problema resultante de erro humano é bem maior. Infecção por malwares e perda de dados são apenas alguns exemplos.
Isso não é necessariamente culpa de qualquer indivíduo. O avanço tecnológico é cada vez mais acelerado e exige que todos reaprendam funções básicas de suas ferramentas. E nem sempre conseguimos acompanhar essa evolução. Por isso, tomar a iniciativa e ensinar sua equipe como melhor preservar seus sistemas e equipamentos pode ser um ótimo investimento.
A forma como esses treinamentos ocorrem pode variar bastante. Procedimentos mais simples, como a verificação de conteúdos e anexos em e-mails, precisam apenas de uma menção consistente.
Já formas de operar e organizar arquivos para que sejam sempre acessíveis para toda a equipe requer mais tempo e informação. Se necessário, promova reuniões e aulas coletivas em que todos os membros envolvidos possam acompanhar essas informações e tirar dúvidas quando precisarem. E fique a vontade para acessar nosso blog e se mantenha informado sobre as inovações e as tendências que surgem a todo momento no mercado!
A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) Lei nº 13.709/2018, é a legislação brasileira que regula as atividades de tratamento de dados pessoais e que também altera os artigos 7 e 16 do Marco Civil da Internet.
A LGPD será aplicada a empresas de todos os setores da economia e possui aplicação extraterritorial, ou seja, toda companhia que tiver negócios no país deve se adequar a ela.
A lei ainda estabelece como condição o consentimento do usuário para que as empresas coletem informações pessoais, sendo que os titulares podem retificar, cancelar ou até solicitar a exclusão desses dados a qualquer momento. As empresas ainda estão obrigadas a fazer uma notificação ágil de qualquer incidente com estas informações.
Dessa forma, ela proporcionará mudanças significativas para diversos setores, tendo como foco principal traçar diretrizes com relação à privacidade, uso de dados e segurança. Basicamente, a lei define como as empresas devem tratar dados de brasileiros. Ao todo, cerca de 120 países já contam com uma lei desse tipo e, aqui no Brasil, a LGPD entrará em vigor em agosto de 2020, até lá as empresas terão que passar por uma série de adaptações para se adequar a estas novas regras.
Neste processo, será fundamental encontrar parceiros confiáveis que tenham expertise e auxiliem nesta transformação.
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Para que a empresa seja competitiva no mercado, é importante que todos os departamentos trabalhem alinhados para aumentar a produtividade e melhorar a performance. Entre as ferramentas que a companhia pode utilizar para direcionar esse processo de aperfeiçoamento estão os indicadores de desempenho — ou KPIs. Você sabe como defini-los para o setor de TI?
KPIs (Key Performance Indicators) ou indicadores-chave de desempenho são ferramentas importantes que permitem o acompanhamento de nível de sucesso dos processos de uma empresa ou de um determinado departamento.
Eles permitem analisar a situação de um setor e até mesmo da empresa de forma objetiva, baseada em dados que mostram se os objetivos foram alcançados ou não. Os KPIs ampliam a visão dos gestores, tornam os relatórios consistentes e permitem identificar se a empresa está no caminho certo para atingir suas metas.
QUE INDICADORES A EQUIPE DE TI DEVE UTILIZAR?
Essa não é uma resposta simples, pois a escolha dos KPIs mais apropriados depende das atividades e contexto da organização. Por isso, um processo de definição colaborativo é a melhor opção para obter resultados relevantes.
No entanto, vamos falar de alguns dos principais KPIs e explicar sua importância e, a seguir, listar outros indicadores de performance que podem ser utilizados em seu departamento.
QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS INDICADORES PARA A ÁREA DE TI?
TAXA DE RESOLUÇÃO NA PRIMEIRA CHAMADA:
Indica o índice de casos ou problemas resolvidos logo no primeiro contato do solicitante. Além de promover uma boa experiência para o cliente (interno ou externo), uma taxa elevada significa a redução dos custos operacionais e do retrabalho, satisfação do usuário atendido e o consequente aumento das chances de novos negócios.
SERVICE LEVEL AGREEMENT (SLA)
Esse indicador mensura o nível de serviço. Trata-se de uma análise simples, que avalia o volume de ligações atendidas, bem como o tempo necessário para obter uma solução efetiva.
NÚMERO DE INCIDENTES DE SEGURANÇA
Atualmente, sabemos o quanto é necessário as empresas tomarem cuidado com seus próprios dados e, principalmente, os de seus clientes. Por isso, esse indicador deve ter uma taxa baixíssima.
SATISFAÇÃO DO CLIENTE
Em qualquer ramo de negócios, a satisfação do cliente é fundamental. Isso vale também para os colaboradores atendidos internamente. Essa avaliação mostra se a equipe de TI precisa reformular sua atuação, alterar pontos estratégicos ou realizar mudanças.
E QUANTO A OUTROS INDICADORES?
Embora tenhamos explicado de forma um pouco mais extensa cada um dos indicadores acima e sua importância, o fato é que a equipe de TI tem uma quantidade enorme de tarefas.
Por isso, de acordo com o contexto da própria empresa, é importante que a equipe e seu gestor definam quais são os apontadores mais relevantes para atender bem aquela clientela e/ou seu público interno. A seguir, vão algumas sugestões:
KPIS PARA AVALIAR A INFRAESTRUTURA:
número de falhas em um determinado período (falhas de rede, quedas na internet);
uptime de serviços;
tempo médio entre falhas;
tempo médio entre reparos.
KPIS PARA AVALIAR O DESENVOLVIMENTO:
taxa de versões lançadas dentro do prazo previsto;
taxa de problemas (bugs) para cada lançamento;
tempo necessário para a correção dos bugs;
horas de trabalho dispensadas para a correção de bugs;
divisão do período trabalhado (contagem das horas utilizadas em cada etapa de um lançamento: atividades de integração, suporte, análise de eventos, correções e melhorias no software etc.).
KPIS PARA AVALIAR O HELP DESK:
média de chamados atendidos por atendente;
média de horas por chamado;
taxa (percentual) de chamados concluídos dentro do SLA;
número de chamados para a solução de um problema (por parte do solicitante);
tempo médio para a solução de um problema;
média de custo por chamado;
média de ociosidade por atendente.
Entendeu como a equipe de TI pode definir indicadores de desempenho para melhorar sua performance? Gostou do post? Quer ter acesso a outros conteúdos como este? Então, siga-nos agora mesmo no Facebook e no LinkedIn e não perca nenhuma novidade!
O movimento Outubro Rosa busca conscientizar e incentivar medidas de combate ao câncer de mama, um dos tipos mais recorrentes no país. Estimativas do INCA (INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER) indicam que a doença será responsável por mais de 50 mil casos até o final desse ano 2019.
O câncer de mama é segundo tipo que mais acomete brasileiras, representando em torno de 25% de todos os cânceres que afetam o sexo feminino. Para o Brasil, foram estimados 59.700 casos novos de câncer de mama em 2019, com risco estimado de 56 casos a cada 100 mil mulheres.
O INCA e o Ministério da Saúde lançaram a campanha Outubro Rosa 2019, que reforça três pilares estratégicos no controle da doença: prevenção primária, detecção precoce e mamografia. A campanha, que inclui cartazes, folders, banners e cards para impressão e utilização nas redes sociais, foi criada para divulgação não apenas em outubro, mas ao longo do ano inteiro, porque o cuidado com as mamas deve ser uma preocupação permanente. O lema da campanha é “Cada corpo tem uma história. O cuidado com as mamas faz parte dela” .
Portanto, neste mês de outubro, declare seu amor por você. Faça o seu auto exame e previna-se! Campanha de prevenção do câncer de mama e do colo do útero, a Flexa Cloud apoia essa causa. Afinal, prevenção e segurança não é somente para os dados empresariais, e sim, para a VIDA no geral.
Armazenar dados e informações sigilosas em formato físico já está se tornando algo do passado, já que a maioria das empresas estão apostando no backup em nuvem. Somos parceiros qualificados e credenciados pela Amazon e estamos engajados a ajudar sua empresa a alcançar a nuvem e realizar a inovação digital necessária .
Como estão
pensando em avançar nesse assunto?
Temos uma
equipe especialista em AWS que irá te ajudar nesse processo de inovação
digital, principalmente na área de segurança e serviços em nuvem.
Ou se preferir, podemos agendar uma avaliação sem compromisso.
Recursos tecnológicos não são mais um luxo. Muitas pessoas já utilizam a internet, computadores e tablets diariamente, sendo todos esses pontos de entrada interessantes para as empresas. E muitos desses recursos estão entre as tecnologias mais usadas em negócios.
Se aplicados corretamente, eles podem proporcionar múltiplas vantagens para uma empresa. Existem várias tecnologias que estão em pleno uso por vários empreendedores ao redor do mundo. Como esses recursos já tiveram seus efeitos comprovados, é mais seguro aplicá-los dentro da sua empresa. Basta entender qual é a estrutura necessária e quais benefícios são mais interessantes para o seu negócio.
Para esclarecer mais o assunto, trouxemos aqui uma lista com oito das tecnologias mais usadas em empresas nos últimos anos. Acompanhe:
1. SISTEMAS DE CRIPTOGRAFIA
Uma criptografia é uma espécie de código conversor de textos. Um determinado arquivo ou programa tem seu código fonte transformado com base em um padrão. Por exemplo, trocando todas as letras por números. A menos que o leitor possua a mesma chave de conversão ou conheça o padrão utilizado, ele não poderá acessar as informações criptografadas.
Hoje em dia, possuir um ou mais sistemas de criptografia dentro da sua empresa é praticamente obrigatório. Dependendo do nível de complexidade do código utilizado, é possível garantir que nenhuma informação seja acessada, mesmo que os dados tenham sido capturados em uma invasão. Muitos provedores de serviços tecnológicos, especialmente armazenamento em nuvem, oferecem sua própria criptografia para garantir a segurança de seus clientes.
2. MÍDIAS SOCIAIS
Apesar de já serem uma das tecnologias mais usadas por muitas pessoas, as redes sociais só passaram a ser uma ferramenta fundamental nas empresas há pouco tempo. Não estamos nos referindo apenas às redes sociais mais conhecidas, mas também ao conceito de mídia social.
Além de estar presente em redes como o Facebook e o LinkedIn, você também pode utilizar os mesmos princípios das mídias sociais em sua empresa. Um exemplo é criar um aplicativo específico da empresa em que seja possível se comunicar com seus clientes diretamente, respondendo dúvidas e dialogando.
3. BOTS
Também chamados de “robôs”, eles já foram muito presentes no mundo dos negócios durante 2016, mas continuam como uma tendência esse ano. Basicamente, são sistemas que simulam certas ações humanas com base em padrões pré-programados. Sua principal utilização é como assistentes de atendimento por texto, mas eles também podem ajudar em simulações de comportamento do público.
Com uma programação adequada, é possível deixar um bot encarregado de várias funções básicas de atendimento e interação com o público, sem correr o risco de cair na armadilha de criar uma secretária eletrônica, que causaria alguma aversão no momento do contato.
4. CLOUD COMPUTING
Entre as tecnologias mais usadas dentro de empresas, o armazenamento de informações em nuvem é provavelmente a de maior destaque. Mas o cloud computing vai um pouco além dessa funcionalidade: ele inclui acessos remotos aos sistemas da empresa, utilização de recursos terceirizados sob demanda, pagando apenas pelo que for consumido.
Sistemas de cloud computing permitiram que pequenas empresas se desenvolvessem muito mais rápido, pois não é mais necessário ter uma estrutura própria para acessar determinadas funcionalidades. Além disso, muitas empresas que dependiam de uma localidade agora podem se flexibilizar, o que facilita a expansão de determinados sistemas e processos.
5. REALIDADE AUMENTADA
Você provavelmente ouviu falar do sucesso que o jogo Pokemon GO foi. Apesar de simples, a estrutura tecnológica utilizada para manter o jogo funcionando é revolucionária. E, na verdade, ela já está em uso por muitas empresas ao redor do mundo. Ao aplicá-lo em escala menor, você não terá de arcar com o mesmo nível de custo.
A realidade aumentada (trazer coisas virtuais para o ambiente real) é uma prática ainda em nível semi-experimental. Mas como ela está em crescimento, pode ser que esteja entre as tecnologias mais usadas do mundo em pouco tempo. Se você pretende estar à frente da concorrência e pode se beneficiar da interatividade entre o mundo virtual e o real, pode ser uma boa ideia começar a investir aqui.
6. MACHINE LEARNING
As habilidades das máquinas em adquirir novos conhecimentos sempre foram questionadas. Porém, mesmo que um bot não possa intuitivamente associar informações, ele pode seguir padrões e comparar dados ao longo do tempo. Isso permite que ele se aprimore e tome certas decisões com base nas tendências do momento.
Dar a uma máquina a capacidade de se adaptar a determinadas situações, reduz consideravelmente o tempo de ajuste que seria necessário para manter o seu atendimento adequado ao público.
7. BIG DATA
Um dos conceitos mais recorrentes dentro das empresas e também um dos mais úteis. Acumular informações de múltiplas fontes e ser capaz de analisá-las em conjunto é fundamental para tomar boas decisões empresariais. Especialmente em grandes negócios. Considerando que a velocidade com a qual os dados surgem é crescente, nenhuma pessoa pode acompanhar isso sozinha.
A tendência é que, em pouco tempo, o big data evolua ainda mais. Ele já é uma das tecnologias mais usadas em grandes empresas devido ao processamento de informações relevantes. Estima-se que logo ele deva ser capaz de gerar ações empresariais praticamente em tempo real.
8. ACESSOS MÓVEIS
Considerando que a maioria das informações hoje em dia pode ser integrada por meio de cloud computing, muitas empresas já estão aplicando esses recursos à navegação móbile. Por exemplo: em vez de ter que acessar o servidor da empresa por um desktop, é possível fazê-lo por um tablet ou mesmo de um smartphone.
A consequência imediata aqui é maior flexibilidade e acessibilidade. Com a possibilidade de ver qualquer informação pelo celular, é possível fazer viagens de negócios, atender clientes em qualquer lugar, entre outras possibilidades. E atualmente esse não é um investimento tão alto, além de possibilitar um retorno muito mais amplo.
Agora que você já conhece algumas das tecnologias mais usadas em empresas, pode escolher quais delas se encaixam nas suas necessidades.
Acha que este post pode ser útil para outras empresas e pessoas? Então, compartilhe em suas redes sociais e mostre como a tecnologia pode alavancar um negócio.
Uma das principais ações da maioria das empresas é o investimento em tecnologia. O uso de aplicativos e ferramentas são uma das formas de otimizar a performance e os processos de um negócio. Porém, se esse mesmo sistema for lento ou tiver uma difícil usabilidade, de nada vai adiantar esse investimento. Pelo contrário, vai aumentar as suas dívidas, pois não há resultados eficazes com tal ferramenta.
Seja qual for o tamanho ou o nicho da empresa, é essencial entender que o funcionamento da tecnologia envolvida deve entregar os resultados que promete. Se o sistema indica que vai ter mais rapidez no acesso à informação, isso deve acontecer na realidade. Se o aplicativo promete ser de melhor acesso, o design deve ser intuitivo e de fácil entendimento.
Devemos pensar ainda no tempo, não só de execução, mas também de suporte, gastos com sistemas lentos. Seja com um sistema de help desk ou service desk, ambos terão uma demanda de tempo gastos e isso gera um prejuízo no final.
A gestão dos recursos também é afetada com o sistema lento. Isso porque, através dos dados obtidos, é possível fazer um filtro para avaliar o desempenho de hardware e softwares em funcionamento. Além disso, podemos observar uma análise mais assertiva sobre os problemas enfrentados e as possíveis soluções.
Se for um sistema integrado, tal insatisfação pode ser generalizada. Todos os setores da empresa ficarão em busca de formas de melhorar um sistema que deveria proporcionar resultados já esperados.
A solução está em investir no monitoramento de performance de aplicação do seu negócio. Trata-se de testes para avaliar, objetivamente através de métricas, o que está acontecendo com seus sistemas, além de garantir estabilidade, manter um ambiente mais ágil, e obter insights importantes para o seu negócio.
Se você é receoso em adotar a cloud computing por conta dos custos, pode ter certeza que sua empresa está gastando muito mais sem estar na nuvem. Isto porque manter uma infraestrutura própria demanda custos com softwares, hardwares, conta de energia, equipe dedicada, entre outros gastos.
Ao investir na nuvem, você adota a redução de custos de uma forma mais prática, além de desfrutar de todas as facilidades da tecnologia.
Quando seu sistema está indisponível em virtude de quedas de energia ou de problemas com o servidor interno, sua empresa está perdendo dinheiro. Este não é um problema na nuvem, que trabalha com a lógica SaaS (software como serviço), garantindo disponibilidade total sem que haja inatividade e perda de produtividade.
A partir do momento em que a sua empresa cresce e precise ampliar a sua operação, você precisa de uma TI que dê conta desta demanda – o mesmo vale para quem trabalha com negócios sazonais. E não há nada melhor do que a nuvem para isso, pois ela oferece escalabilidade ilimitada, ou seja, você pode aumentar e reduzir a operação com facilidade.
Quando você não dispõe da cloud computing, é provável que você tenha altos custos com atualizações ou picos de acesso que interrompem o seu sistema.
Adotar a tecnologia em nuvem também é criar a possibilidade de acessar os dados cruciais de sua empresa de qualquer lugar, até mesmo do celular. Fora da nuvem, esses dados ficam restritos em um único computador, não apenas comprometendo a flexibilidade das práticas de trabalho, como também colocando em risco a segurança da informação em caso de algum problema com a máquina.
Entre em contato conosco e veja como é fácil e prático. Somos parceiros qualificados e credenciados pela Amazon e estamos engajados a ajudar sua empresa a alcançar a nuvem.
Chatbot é o nome que se dá ao programa que simula uma conversa entre humanos em um bate-papo. Com ele, é possível otimizar algumas tarefas como responder dúvidas frequentes após definir um modelo de diálogo entre o “robô” e o usuário. A tecnologia do chatbot ficou popular nos últimos anos. É cada vez mais comum entrar em contato com uma empresa e, pelo menos inicialmente, ser respondido por um atendente não humano.
Mesmo não sendo um atendimento feito por um humano, a tecnologia oferece a possibilidade de que a questão trazida pelo usuário seja resolvida. Quando uma solução não é encontrada, geralmente o chatbot coloca o usuário em contato direto com um funcionário humano.
Mas essa não é a única função dos chatbots. Apesar do método de guiar um usuário por meio de perguntas e respostas ser a função mais popular, há outras opções. Os chatbots podem, por exemplo, selecionar notícias que podem ser do interesse do usuário, encontrar um tipo de restaurante mais próximo e mais. E mesmo com uma abrangência tão grande de funcionalidades, ainda há muito que investir e explorar neste setor.
Entre os principais benefícios da tecnologia estão a redução de custos, melhor experiência ao usuário e geração de leads. A redução de custos é o maior benefício da tecnologia. De acordo com a Chatbots Magazine, a ferramenta reduz em até 30% os custos com atendimento ao cliente.
No caso de telefone, por exemplo, o atendimento é otimizado, pois os bots fazem uma triagem dos questionamentos dos usuários e podem diminuir a duração das ligações. Dessa forma, as ligações podem ser mais rápidas e eficazes. O fato dos bots resolverem pelo menos parte dos problemas dos usuários diminui também a mão de obra. Bots bem implementados podem até mesmo fazer agendamentos e realizar vendas. Dessa forma, a equipe de atendimento pode ser menor.
Os bots não têm impacto positivo apenas na área de atendimento; eles também ajudam a gerar mais leads. Quando aliados a uma boa estratégia de conteúdo, a ferramenta pode aparecer para solicitar que o usuário preencha um formulário e faça download de materiais, como um e-book. A captação de leads também pode ocorrer ao utilizar bots para fazer inscrições e agendamentos online. Com uma boa estratégia de conteúdo, o chatbot pode estimular o usuário a passar pelo funil de vendas de forma mais orgânica e interativa.
Como começar?
Após conhecer alguns dos principais benefícios do chatbot, é natural surgir a pergunta: como começar? O planejamento, como sempre, é essencial. E antes de desenvolver a tecnologia, algumas coisas precisam ser levadas em consideração. No planejamento, é necessário prever o tipo de conversa que o usuário espera. Qual é o objetivo da tecnologia? Atrair novos clientes? Ajudar no processo de compra? Tirar dúvidas? Nesse caso, é importante prever quais as principais dúvidas dos usuários.
A forma que o bot se comunica também é importante. A linguagem deve ser adequada à forma de comunicação da empresa. Não esqueça: o bot está representando uma marca. Após definir esses detalhes, o recomendado é escolher a plataforma para desenvolvimento.
Cada vez mais, os chatbots se mostram um serviço de suporte eficiente e que consegue dar maior tranquilidade no setor de atendimento de empresas. Visite o nosso site e fique por dentro das principais soluções para as necessidades de sua empresa.
Para que suas aplicações funcionem de forma assertiva e com facilidade de acompanhamento, é fundamental contar com várias ferramentas. Dessa forma, torna-se indispensável que você conheça o New Relic: um monitoramento de performance de aplicativos que faz toda a diferença, trazendo várias vantagens.
Entre as principais estão o tempo que se economiza para analisar os relatórios, além de uma interface simples até mesmo para quem não é um programador especialista na área. Quer saber mais sobre esse software? Então conheça o New Relic, suas características e o porquê é uma solução indispensável para o desempenho das suas aplicações.
Sobre o New Relic
Este SaaS – Software as a Service, ou software como serviço –, foi criado em 2008 pelo desenvolver Lew Cirne. O nome do programa, inclusive, é um anagrama em alusão a Lew. O objetivo do criador foi melhorar as informações acerca das páginas de uma aplicação, com dados indispensáveis para o monitoramento e comportamento dos usuários.
Basicamente, trata-se de um dashboard com várias funcionalidades que apontam, por exemplo, quanto tempo demora para carregar essas páginas ou a influência do navegador da pessoa que chegou até a sua aplicação. Mais que isso, ainda permite analisar o que está lento ou até mesmo enxergar os erros dentro desse em contexto.
Ou seja: é uma ferramenta que logo se popularizou porque acabou com uma das principais dores de programadores e desenvolvedores das empresas – a forma manual de encontrar os erros da aplicação. Tudo automatizado, centralizado, intuitivo e que dá um padrão de excelência aos negócios que apostam no New Relic.
Dashboard do New Relic onde é possível acompanhar todas as transações
Funcionalidades
Mas, na prática, como funciona esse software? Há uma série de funcionalidades que possuem uma finalidade específica. Dentre elas podemos elencar:
– Web transactions, que mostra a velocidade de carregamento, seja do aplicativo ou da página web, com filtro para ambos. Isso permite entender quanto tempo cada aplicação está demorando, possibilitando construir estratégias para eliminar problemas do gênero.
– O Troughput é um índice que mostra o número de requisições por minuto e quanto as aplicações suportam.
– Já o Error rate, como o nome indica, é a taxa de erros que sua aplicação apresenta, discriminando quais delas podem ser resolvidas para dar estabilidade ao acesso dos usuários e das próprias páginas.
– Transactions, que são encontrados já no painel inicial do New Relic, possibilita entender o que ocorre com as transações dentro da aplicação, permitindo a análise de erros – como a taxa de transferência ou o tempo de resposta média.
– E, para complementar, o Apdex score, funcionalidade que mostra o comportamento e a reação do usuário em relação ao seu site, com um score próprio que pode ser personalizado pela empresa.
Uma solução completa
Para que você conheça o New Relic na prática é importante uma última analogia: quanto tempo o seu restaurante favorito demanda para servir seu pedido? Qual o período de resposta do garçom quando você chega? Quantas vezes a refeição vem errada ou sem algum complemento?
Esse software, basicamente, cumpre a mesma função: dar excelência e entregar a melhor aplicação para o seu usuário que irá sentar – e deseja um ótimo ‘atendimento’.
A Flexa Cloud trabalha desde 2012 com o New Relic. Quer saber mais? Acesse: www.flexa.cloud