Categoria: Container

  • Container na Prática: Veja gravação do webinar apresentado por Deivid Bitti

    Na última quarta-feira, 30 de setembro, o cientista chefe e fundador da Flexa Cloud, Deivid Bitti, apresentou o webinar ‘Container na Prática’. 

    O evento, realizado ao vivo no YouTube teve como público profissionais de TI iniciantes no tema da conteinerização. Os participantes assistiram por pouco mais de uma hora a uma exposição prática do conceito.

    Os tópicos apresentados foram:

    • Introdução ao Docker;
    • Visão geral sobre arquitetura Docker;
    • Como criar imagens em Docker; 
    • Como criar uma aplicação que roda em qualquer lugar.

    “O objetivo não é que você saia daqui sabendo a fundo sobre cluster kubernet… A ideia é demonstrar, de forma rápida e mais didática possível, como funciona o conceito de container, como ele se difere de máquina virtual, e porque as pessoas que trabalham com tecnologia precisam conhecê-lo — especialmente quem desenvolve aplicações”, disse Deivid Bitti logo na introdução.

    Conhecimentos prévios necessários para iniciar na conteinerização

    Deivid defendeu que alguns conhecimentos básicos precisam ser dominados para se começar a trabalhar com container. São eles:

    • Linux (instalação de pacotes, configuração etc.);
    • redes (roteamento, liberação de portas etc.);
    • configuração de aplicações (entender como as aplicações conectam em bancos de dados, caches e demais serviços do ecossistema).

    Em seguida, o executivo explicou o conceito de container e também de microsserviços. “Trata-se de você pegar uma aplicação monolítica, gigantesca, pesada, e quebrar em vários pedaços independentes entre si. Você consegue fazer com que cada um de seus microsserviços tenham independência e, inclusive, com tecnologias independentes”.

    Logo depois, o executivo realizou demonstrações práticas, que os participantes puderam acompanhar na tela. Ao final, ele abriu para perguntas.

    Confira, a seguir, a gravação completa do webinar Container na Prática:

    → Leia também: 

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  • O que é Container e quais os benefícios dessa tecnologia?

    O que é container? Qual a principal diferença entre container e máquina virtual? Quais são as vantagens de se usar essa tecnologia?

    Essas são as perguntas que Deivid Bitti, cientista chefe da Flexa Cloud, respondeu no vídeo que você vai ver a seguir.

    Confira!

    O que é Container

    “O que é container e como nós podemos utilizar essa tecnologia para modernizar nossas aplicações?

    Container é, basicamente, você pegar tudo o que sua aplicação precisa para ‘viver’ e existir e jogar em um único arquivo. Dessa forma, você garante que a aplicação vai rodar, não importa a versão da tecnologia que você está usando.

    Se a aplicação está conteinerizada, qualquer ambiente que suporte container Docker, por exemplo, vai conseguir rodá-la”.

    Diferenças entre Container e Máquina Virtual

    “A principal diferença entre o container e uma máquina virtual é que na máquina virtual, você pega um computador e ‘fatia” ele em diversos ‘pedaços’ pré-estabelecidos. 

    Então, você tem um servidor, por exemplo, com quatro CPUs e 16 gigas de memória RAM. Você consegue criar quatro servidores ali dentro com uma única CPU e 4 gigas de RAM. 

    Algumas tecnologias de virtualização permitem que você, inclusive, faça overused — fatie a máquina em ‘pedaços’ maiores do que a soma da máquina total. É mais ou menos isso: você está dividindo a máquina.

    Já no container, você utiliza a própria CPU e o kernel que já está rodando em sua máquina. Quando você pega, por exemplo, uma aplicação em PHP e transforma em um container, é como se estivesse transformando a aplicação inteira (todo o ambiente) em um executável, que o sistema operacional host consegue rodar como se fosse um programa. Assim, o tempo de carregamento das aplicações cai drasticamente, na comparação com uma máquina virtual.

    E como a sua aplicação está rodando já na dinâmica do sistema operacional, o gerenciamento de memória é realizado como se fosse uma aplicação nativa”.

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  • O que é Docker HUB?

    O que é Docker HUB?

    Talvez você tenha pesquisado para entender o conceito de Docker HUB. Aqui está uma resposta bem prática.

    No vídeo abaixo, Deivid Bitti, cientista chefe da Flexa Cloud explica o que é Docker HUB e também responde às seguintes perguntas:

    • como criar uma imagem de um container?
    • como a imagem deve mantida? 
    • para quais tipos de aplicações pode ser utilizado?
    • quais empresas utilizam container hoje?

    Confira!

    O que é Docker Hub

    O Docker Hub é um repositório público de imagens de containers, onde diversas empresas e pessoas podem publicar imagens pré-compiladas de soluções. Essas soluções incluem desde WordPress até Magento e outras aplicações diversas.

    Docker Hub O que é

    O que é uma imagem de container

    “Uma vez que eu preciso empacotar em um arquivo todos os  artefatos que compõem minha aplicação, eu preciso de um arquivo que escreve essa imagem e esse arquivo chama-se Dockerfile. Com o Dockerfile, você escreve o que vai acontecer na hora de criar sua imagem.

    Uma vez que eu criei minha imagem, ele vai gerar um arquivo que pode ser compartilhado, publicado e armazenado tanto localmente quanto em repositórios públicos e privados.

    E para que você possa manter essas imagens, a própria Amazon Web Services (AWS) disponibiliza um serviço chamado Amazon ECR, onde é possível publicar imagens privadas — com segurança e total performance. 

    Um outro atributo muito importante do Amazon ECR é: uma vez que sobe a imagem, você tem a opção de fazer um scan de todas as vulnerabilidades que possam existir bibliotecas que a estão compondo.   

    Uma vez que eu subi essa imagem num repositório, posso atualizá-la sempre que precisar; e também estancear uma versão nova da aplicação, a imagem estará previamente atualizada”.

    Em quais aplicações pode-se utilizar Docker

    “Basicamente, 100% de qualquer aplicação que rode em Linux hoje suporta Docker. A própria Microsoft está migrando muitos de seus sistemas para Linux para usufruir dessa vantagem que é poder transformar sua aplicação em Dockerfile.

    Existem algumas situações onde é possível também rodar aplicações Windows, principalmente aquelas que são de back-end — em container Windows 2016 em diante. Mas nem se compara com as vantagens da aplicação rodando no Linux”.

    Quais empresas utilizam o Docker

    “Praticamente 100% das grandes empresas rodam suas séries de produção utilizando containers hoje. Aqui na Flexa Cloud temos dezenas de clientes com centenas de serviços rodando em container, utilizando os recursos de conteinerização da Amazon Web Services — aplicações altamente escaláveis, com segurança, performance e, principalmente, portabilidade.

    Uma vez que eu conteinerizei minha aplicação, eu não tenho que me preocupar com servidor onde ela vai rodar; não tem todo aquele processo pesado de gerência de configuração que é: os requisitos que minha aplicação precisa terem de ser instalados previamente. 

    A única coisa necessária no servidor é o Docker rodando e toda a sua dependência vai estar empacotada”. 

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    Flexa

  • Como criar um ambiente escalável com container na AWS?

    É possível criar um ambiente escalável com container na AWS? Essa é uma dúvida comum para quem ainda tem dúvidas sobre Container.

    Deivid Bitti, cientista chefe da Flexa Cloud explica essa abordagem padrão para empacotar código, configurações e dependências de aplicativo em um único objeto.

    No vídeo a seguir, você também tem uma explicação de como se dá essa escalabilidade na Amazon Web Service por meio da conteinerização. 

    Confira!

    Containers são escaláveis?

    “Não existe outra forma de escalar sua aplicação tão rapidamente que não seja através de containers. Pela redução do tempo de boot, que você não vai ter, pois as máquinas estarão previamente ligadas.

    E uma outra coisa muito importante: à medida que eu empacotei toda minha aplicação, e tenho diversos ambientes — desenvolvimento, homologação e produção, por exemplo —, consigo de forma muito rápida empacotar de forma que as variáveis de ambiente daquele container descrevam as configurações que eu preciso ter. 

    Então posso ter ambientes de desenvolvimento, homologação e produção exatamente idênticos, garantindo que vou ter capacidade de reproduzir qualquer versão. As únicas coisas que muda são, por exemplo, usuário e senha do bancos.

    É a melhor forma hoje de se fazer uma trilha de desenvolvimento da sua aplicação. Isso porque uma vez que a aplicação está dockerizada, garantimos que não faltou nada. Tudo o que a aplicação precisa para funcionar está intrinsecamente ligada a ela. 

    Uma outra coisa bacana é que o próprio dockerfile é versionado junto com a aplicação. Assim, o próprio desenvolvedor controla o ambiente que a aplicação precisa para poder rodar.

    Isso é importante, pois uma vez que é preciso rodar em em produção, não é necessário ter todo um time de operação para instalar — e aqueles manuais gigantes de instalação”. 

    Como a Flexa Cloud pode ajudar?

    “A Flexa é o grande parceiro da Amazon. Nós temos expertise experiência para rodar aplicações de altíssima demanda em ambiente conteinerizado da Amazon.

    A Amazon possui diversos serviços. O principal deles, que nós utilizamos muito, é o AWS Fargate, que dispensa servidores para rodar containers. A gente simplesmente põe o container e roda em uma task. A vantagem disso é: se sua aplicação precisar rodar para milhares de containers, a própria Amazon já tem um pool de servidores disponível. Não é necessário gerenciar servidor, não há preocupação com tempo de boot.

    Uma outra vantagem do AWS Fargate Spot, com o qual é possível reduzir até 90% o custo de uma task desde que se garanta a resiliência dela. 

    Outra vantagem da Amazon é que ela tem diversos serviços  integrados. Por exemplo, o AWS Elastic File System (EFS), que é como se fosse um drive de rede onde é possível rodar, em todos os containers, no ambiente Fargate. 

    A Amazon, em matéria de container, é hoje a melhor arquitetura para rodar qualquer aplicação que precise escalar rápido, com altíssima demanda. E você vai pagar pelo segundo da task que precisou.

    Nós temos clientes hoje que em horários normais precisam, por exemplo, de duas tasks; mas durante um horário de pico, precisam de 30/40 tasks. Eles pagam apenas CPU e memória dos segundos das tasks utilizadas no período de pico.

    Isso causa uma queda drástica no custos, algo muito superior a qualquer outra solução do mercado”.

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